18 de jul. de 2014

Um pouco de Soul Music Brasileira no Armazém - Camila Toledo





                   Após algumas negociações e ajustes na movimentada agenda profissional e musical da versátil, vibrante e brasileiríssima cantora Camila Toledo o Armazém do seu Brasil aproxima-se um pouco de sua trajetória. Atualmente integrando o Grupo Mojave Jazz, juntamente com os músicos Rubem Penz, Zepa Pires, Marcelo Leal e Aleksander Kostylew percorre os bares e redutos de boa música de Porto Alegre. Nos intervalos da função atua ainda no grupo vocal cênico Mandrialis e na banda Graceland (banda de apoio ao cantor Di Presley, ganhador São Paulo Elvis Festival edição 2013 e Top Five do Ultimate Elvis Tribute Artist também em 2013). Nos últimos tempos, atendendo o convite da banda Calote Samba Rock, com o projeto Aqui é o país do Futebol, Camila desfila sua voz e suas interpretações no universo dançante do samba rock nacional. 
                   Na companhia da atriz e cantora Cibele Tubino, lidera os microfones da banda Teatro Vestiba, criada a partir de projeto homônimo - produzido e realizado desde 2013 para apresentação cênica das leituras obrigatórias para o vestibular da UFRGS, dentre elas o Álbum Tropicália de 1968.
             Graduada em Jornalismo pela UFRGS, a cantora nascida em Porto Alegre, apresenta-se desde a adolescência em eventos particulares e bares da Capital gaúcha acumulando parcerias com músicos da cena local como Luciano Fortes (Luciano Fortes e Banda), Gustavo Pessota e Leandro Hessel (Jazzgig), Rafael Silva (Central do Samba), Paulo Inchauspe (ManiMani), Miguel Neves, Rodrigo Gonçalves, Diego Abreu e Adão Rosa (Soul Addiction), Eduardo Soller (The Jalmas), Isnard Prates (Produto Nacional), Rodolfo Ribas, Ico Moreira Neto (Stereobox), entre outros. Com forte influência da black music, soul e jazz , Camila participou como vocalista da banda Dr. Funkenstein de 2010 até 2014, fazendo covers de bandas como Earth, Wind and Fire, Kool and The Gang e Jamiroquai e artistas como Aretha Franklin e Stevie Wonder.
               E o samba e carnaval na vida da moça?? Vai bem, sim senhor. Em 2014, agitou uma das datas do alegre e empolgante Carnaval de rua da Cidade Baixa. A frente do bloco Ziriguidum Batucada Social Clube, agitou com um repertório que desfilava frevos, sambas enredos e populares, hits pops e muita coisa boa da terra.  

             Quer mais?? Confere nas próximas edições do Armazém do seu Brasil, no canal 20, da NET, a participação bem legal da moça.

Edinho Silva

https://www.youtube.com/watch?v=aCQcXZKXqtI

Contatos profissionais a partir do email: camila.t.pereira@gmail.com ou pelo telefone +55 51 92663332."

30 de jun. de 2014

No embalo do Brasil, vamos sambar


Se há dúvidas sobre a origem do samba ou se devemos comemorar apenas no seu dia (02 de dezembro), eu tenho outras certezas. Alguns afirmam que o samba é originário da Bahia (século 19) a partir de uma mistura de ritmos africanos. Outros afirmam que foi no Rio de Janeiro, pouco tempo depois. Lá inclusive, registrava-se a gravação do primeiro samba (1917) – "Pelo telefone", uma composição de Mauro de Almeida e Donga. Francamente, acho esta discussão desnecessária por entender e reconhecer a importância do samba no poder de agregação, energia e vibração propostas pela execução, pelas danças e suas cantorias.

Ainda criança ouvia no colo de meu pai, nos finais de semana, o disco de vinil da maranhense Alcione, rodando na velha vitrola o samba "...Não deixe o samba morrer, não deixe o samba acabar..." Numa época em que também fui apresentado aos cariocas Jamelão e Martinho da Vila, dos paulistas Adoniram Barbosa e seus Demônios da Garoa, do gaúcho Lupicinio Rodrigues e de tantos outros nomes clássicos do cancioneiro nacional.

Pois, para nossa sorte o SAMBA não morreu e, tampouco, agoniza. Além disso,mesmo enfrentando narizes torcidos, caras amarradas, perseguições e preconceitos de todas as partes o gênero atravessou gerações. E nas composições de grandes e clássicos compositores como Noel Rosa, Cartola, Mário Lago, Guilherme de Brito, Nelson Cavaquinho, Monarco, Manacéa, Arlindo Cruz, Ivone Lara, Sérgio Meriti e tantos outros podem reforçar ainda mais sua força e seu valor como patrimônio cultural brasileiro. Repleto de histórias e personagens como dona Esther da Portela que, juntamente com seu marido, seu Euzébio tiveram papel importante na idealização da grande escola de samba carioca Portela. De dona Ciata que recebia seus parentes e amigos em deliciosas feijoadas animadas por rodas de samba em sua casa. De histórias como a da formação do grupo musical Fundo de Quintal, sua relação com o Cacique de Ramos, a tamarineira e tudo que foi concebido a partir da concentração dos amigos junto à referida árvore. Do saudoso trio portoalegrense Bedeu, Leleco Teles e Alexandre Rodrigues que na composição "O samba e suas origens" referia instrumentos musicais percussivos, ritos, magias, Zé Pereira e seu surdo original e, sobretudo, os cantos e versos onde se ouve que "o samba não é privilégio e se aprende no Colégio". Pois, é isto mesmo. Exatamente o que penso. Seja nos grandes desfiles de Carnaval Brasil afora, nos condomínios chiques, nos terreiros, nas casas noturnas, nos bares e botecos, em festas particulares, festivais de musica, programas televisivos, emissoras de rádio e nas rodas entre amigos o SAMBA é escrito em letras maiúsculas. Assim como seu povo, considero a cara do Brasil.

Pega o cavaco, o surdo e o pandeiro. Não tem?? Não fique triste, bate na palma da mão e cai no samba com a gente.
 
Edinho Silva
acadêmico de Jornalismo e de Gestão Desportiva e de Lazer, blogueiro, agitador cultural e outras coisitas.


Imagem extraída do site  http://catracalivre.com.br/…ads/2013/06/samba_1.jpg                

23 de jun. de 2014

Chorar é preciso




              Muitas vezes nos defrontamos com situações estarrecedoras, imagens chocantes do mundo moderno, desavenças, conflitos internos, injustiças, desigualdade entre as pessoas, momentos que, facilmente nos levam às lagrimas. Mas choramos apenas nas tristezas?? Claro que não. Podemos chorar de emoção e alegria, por exemplo. Foi o que aconteceu comigo.
               Há mais ou menos 15 dias, recebemos a noticia da aprovação de nossa filha mais velha na Seleção de Mestrado do PPGEDU/UFRGS. Não é bacana isso?? E como!! A mocinha e seus 24 anos dedicados a muita leitura e estudos comprometidos conseguiu, em fevereiro, colar grau na primeira turma da UFRGS no Curso de Politicas Públicas e em junho do mesmo ano emplacar o ingresso no Mestrado. Se agora chorei um pouquinho, imaginem na época da Bancas e Defesa da tese?? Virão muito mais.
                   Enquanto isso, em nome da alegria e do orgulho CHORAR É PRECISO.
                   Dá-lhe, Polyka.

Beijo grande, do "papi" Edinho Silva

Nas batucadas dos nossos tantans....

Na Arquibancada: terapia do tambor


               Descendo da arquibancada para compartilhar um sentimento que ecoa no corpo, transpira na pele e retumba direto no coração. Estou falando do som dos instrumentos musicais e de toda a parafernália que "habita" as baterias de escolas de samba. Seus ritmistas e suas peças de trabalho são verdadeiros artistas ao serem acionados. 
               Por algum tempo, busquei descobrir o que mais me atraia no Carnaval. Seria beleza e originalidade das fantasias?? Desenvoltura e ginga dos passistas?? A empolgação e a afinação dos puxadores (ou intérpretes, como dizia o Jamelão) e seus volumosos grupos de harmonia?? Ou a criatividade do carnavalesco em desenvolver o tema proposto pelo temista?? Não. Descobri que o que mexe comigo mesmo é a verdadeira "explosão interna" de emoção e prazer ao ouvir o som das batucadas. O coletivo de instrumentos acionados harmonicamente produzem um efeito nas pessoas, quase indescritível. Não conheço ninguém que tenha ficado imóvel ao lado de uma cozinha de escola de samba. 
              Por questões logísticas e econômicas, não consegui acompanhar de perto a bateria do saudoso Mestre André (Mocidade Independente de Padre Miguel), suas ousadas paradinhas. Nem a do Mestre Ciça ou do Loro, do Salgueiro e tantos outros bambas do Carnaval carioca. Entretanto, estive muito perto da bateria do Mestre Caloca, na Praiana, seus instrumentos percussivos e seus sopapos. Dos talentosos Nery Caveira (Imperadores do samba) e Nilton Deoclides (Bambas da orgia). Por que referi os dois?? Não considero nenhum demérito não citar outros nomes, mas confesso que, NUNCA mais cruzou meus ouvidos o que estes "homis" faziam. Enquanto um introduzia e apresentava com charme o BOLERO de Ravel na vermelho e branco, o outro no Força e Luz, sentindo-se provocado vinha com arranjos de Barry White. Era muita categoria e talento no ar. 

           Atualmente, Porto Alegre seguindo uma tendencia que cresce no Brasil recebe o ressurgimento dos blocos de rua e cordões de sociedades e clubes. A função rola nos parques das cidades e agrega pessoas de diferentes origens. Eu já fiz a minha opção. Fui convidado para integrar a ZIRIGUIDUM Batucada Social Clube e, juntamente com professores, profissionais liberais, policiais, academicos, estudantes, donas de casa, funcionários públicos, pessoas comuns acionarmos nossos "brinquedos percussivos" e tomar as ruas num clima de euforia e descontração. Confesso que minha coordenação motora não ajuda muito, mas a paciencia dos mestres Márcio e Luiz Jaka favorecem muito o aprendizado. Acrescido com os demais parceiros das cordas do bloco a energia que rola é sempre garantida. 
             Sabem a endorfina liberada depois de um treino puxado na academia, ou uma reconfortante sessão de terapia?? Participar de qualquer função próxima a uma batucada tem a mesma função que um cartão de crédito, simplesmente NÃO TEM PREÇO. Meu carinho e respeito a todos os mestres de bateria do Brasil e, principalmente, aos da tribo - a dupla de Sandro Gravador e Brinco, Chiquinho, Biscui, Aruanda Jr, Boneco, Estevão, Guto e todos aqueles que não foram lembrados e que de alguma forma são os responsáveis pela alegria, descontração e energia nas quadras, ruas e avenidas. Simples. Arrebenta, bateriaaaaa!! 
                   Gostaram?? Então comecem hoje mesmo a batucar em qualquer instrumento, né mesmo?? Eu recomendo o CLUBE do Pandeiro do Zé Evand.ro. Coisa muito chique

13 de jun. de 2014

É namoro ou amizade?? Pode ser uma graça de Santo Antonio





                     Era um dia frio de julho, mais ou menos há 16 anos atrás, e o cenário musical brasileiro e suas diferentes manifestações musicais (sejam elas um rock nacional bem elaborado, uma sertaneja chorona, um rap "na lata", uma regional com conteúdo, uma popular comercial, uma MPB cheia de mensagem, etc) apresentava na cena um sambista gordo e de voz agradável que cantava pagodinhos do tipo "comuns e comerciais". Entrava no ouvido direto com seus refrões fáceis. O grupo era o  Exaltasamba e o cantor chamava-se Péricles. Pois foi ao som do sambinha "Namoro ou amizade", de autoria desconhecida que podíamos ouvir "...Acredito que já percebeu/Na amizade entre você e eu
Tá pintando uma diferença//Eu não sei o que aconteceu/Mas a minha intenção mudou/Se te via como amiga/Ou a dona do meu amor..." que minha história bacana de amizade, paixão e amor começou.      Lembra disso, Paty Venturela??
                     Por que a ordem das palavras amizade, paixão e amor?? Tentarei explicar. Por não acreditar em amor à primeira vista,  entendo ser necessário uma construção lenta e gradual. Primeiro atração física, depois a amizade. Neste caso pode ser invertido. Depois rola a paixão. Bem mais tarde o amor. Por que?? Cientificamente, o "Amor" intenso e com a mesma vibração o tempo inteiro pode causar problemas sérios. Por ser considerado um complexo fenômeno neurobiológico, baseado em atividades cerebrais que desencadeiam o desejo, a confiança, o prazer, a felicidade e a recompensa envolvida pela ação de mensageiros químicos chegam juntos para construir o amor de todos os dias. Duvida??Então acessa http://www.ciencia20.up.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=75:como-se-explica-o-amor&catid=12:perguntas-e-respostas  e elabora tuas considerações.
                     Muitos afirmam que, o dia 12 de junho (DIA DOS NAMORADOS) é uma data extremamente comercial onde rolam troca de presentes, afagos, jantares elaboradas, cinema, motel, viagens, torpedos, juras de amor, entre outras coisas. Possivelmente, alguns tenham seus motivos. Particularmente, acredito na aproximação das pessoas, seja na trégua, na reconciliação, no resgate (em alguns casos) e por que não nos "mimos e carinhos"?? Lembro que, num determinado ano, ligeiramente "descapitalizado" não tinha recursos para encomendar um grande arranjo floral, ou programar um jantar num restaurante chique, ou dois ingressos para a famosa ópera no São Pedro, ou uma jóia da Scarpini ou coisas do gênero. Caminhava na direção de casa, com a cabeça rodando para descobrir o que daria de presente à minha cara metade. Por desorganização financeira ou por não ter economizado não dispunha de quantia suficiente para presenteá-la com algo impactante. Cruzando um jardim florido de um condomínio luxuoso, não tive dúvidas. Pulei sobre as grades e extrai as flores do campo mais bonitas que já tinha visto. Passei no mercado e completei com uma barra de chocolate e uma dedicatória de próprio punho. Bagaceiro, não?? Não. Pura autenticidade. A vida é feita de sonhos, de projetos, de brigas, de reconciliações, de tolerância, de TPM, de chocolate, de cuecas no registro do banheiro, de café cappuccino, de viagem internacional, de abraço, de beijo, de lençol limpo, de frustração, de vibração, de idolatria, de cara feia e de aplausos. Tudo isso "reunido" num constante exercício de aprendizagem em relação à vida. Nem tão rápido como quem fuga, nem tão lento como quem provoca.
                    Paty: "Se algum dia tive dificuldades em entender teus estudos de Freud, Rogers, Luft, Gibran, Lacan, Jung ou outro teórico. Tenha certeza que compreendi quando não entendias muito bem minhas conversas sobre Adorno, De Masi, Romano de Santanna, Veríssimo, Amado ou outro autor. O que certamente nos console é que, temos a paciência de misturarmos a simplicidade das pequenas coisas com a contextualização das questões mais elaboradas. E assim podermos ensinar um ao outro como preparar uma caipirinha de limão siciliano, ou fazer uma simples canja, passar uma camisa de botão, escrever um parágrafo de uma carta. E vivermos de forma INTENSA e ARDENTE por muito tempo.
                    Podemos ser identificados como um contador de história e uma pessoa ansiosa. Porém, a física explica: DOIS PÓLOS DIFERENTES SE ATRAEM. E por que não se completam?? Te amo, minha namorada Patrícia e justifico o texto hoje, não pela data dos namorados, mas pelo Santo Casamenteiro.
 
             Beijão no centro...lembra disso??
 
                       Edinho Silva
 
Em tempo: E o Péricles continua cantando...Céu de Santo Amaro homenageando a todos os apaixonados  https://www.youtube.com/watch?v=YF8J2kJkbrI

10 de jun. de 2014

Ausência de ídolos




             Possivelmente, muito amigos torcerão o nariz para esta postagem, porém preciso confessar uma coisa: Refletir é preciso. SEMPRE!!
            Com toda a tristeza que abala a torcida colorada, gremistas, esportistas e simpatizantes da bola o que mais tem se falado nos últimos dias (lógico, depois das compras do Felipão no Super com a esposa, das cuecas do Neimar, entre outras coisas) é a trágica morte do ídolo rubro Fernando Lúcio da Costa - o Fernandão. Respeito a dor da família, dos familiares e amigos mas, tem uma coisa que está me inquietando. Não seria uma injustiça com outros craques que passaram pelo clube as tais homenagens, incluindo um boato que circula pela Cidade?? Estou falando sobre a troca do  nome do novo viaduto da Padre Cacique que irá se chamar Abdias do Nascimento - jornalista e artista plástico (ver http://premioabdiasnascimento.org.br/w/quem-foi-adbias-nascimento).
          Nada pessoal contra a homenagem ao jogador colorado, mas por que não uma sala no Beira Rio?? Uma piscina no parque gigante?? O portão 2?? Ou outro monumento?? Sinceramente, nem Gigantinho e, tampouco, o Viaduto. 
            Outro dia conversava com um amigo argentino, Ramon Alejandro, artista plástico do atelier 1, e ELE me alertava sobre o fato de Porto Alegre não possuir obras de artistas negros espalhadas por seu parques e pontos turísticos. Nos museus e pinacotecas também verifica-se esta triste realidade. Enfim, não sei ao certo quais os motivos?
           Quando soube que o viaduto charmoso, vizinho dos Imperadores poderia ser chamado de Abdias do Nascimento confesso que vibrei muito. Onde conheci o moço?? Num curso de formação para Lideranças negras promovido no ano passado pelo pessoal do DEDS/PROREXT/UFRGS. Ouvi várias intervenções de estudiosos, pesquisadores e contemporâneos do poeta Abdias.
            Sei lá...EU não trocaria o nome do Viaduto.
 
Edinho Silva - bastante triste, com a morte trágica do jogador, com a carência de ídolos das pessoas neste mundo louco e com a remota possibilidade de troca de homenageado.
 
Em tempo: Desculpa...Escurinho, os colorados não queriam te magoar!! Sim. Muitos dos que xingaram o Fernandão no portão 7 (ou 8??), hoje choram sua passagem. E acho que esqueceram de ídolos como tu!! Perdoe...ELES não sabem o que dizem.  
 
 
 
 




9 de jun. de 2014

Armazém em novos espaços - em Julho no canal 20 da NET - Rio Grande e Pelotas



            A imagem acima pode parecer pequena, porém a energia que rolou na tarde de sábado, 07/07/2014, durante a gravação do primeiro Armazém do seu Brasil no vídeo é imensamente grande. Do convite para participação e parceria no programa Galera, exibido no Canal 20 da Net para as cidades de Rio Grande e Pelotas passaram-se 50 dias de "costura verde e amarela".
           Sob a coordenação técnica do diretor executivo Júnior Santanna, as imagens geradas pelo profissional Leandro, apresentação do Zehito Lopes (titular apresentador do Programa) ao lado dos músicos Rogério Sete Cordas (violão) e Zé Evandro (Clube do pandeiro) pudemos receber o Zé Oliveira ou Zé do banjo como um dos primeiros convidados. Muito samba, papo animado, histórias engraçadas, cerveja gelada e boas vibrações contribuiram para que o Marcelo Silva e a equipe do Boteco Tche pudessem apresentar uma acolhida vibrante.
                Como irá funcionar o programa?? O GALERA será apresentado em 3 blocos. Um deles, será um quadro com a cara do Armazém do seu Brasil (agora em vídeo). Inspirado nos mais ousados programas de entrevistas com música o NOSSO Armazém será um pouquinho parecido com o Samba na Gamboa, o Sr. Brasil do Rolando Boldrin, os programas de auditório do Daltro Cavalheiro, enfim, uma "salada de frutas" com assinatura do Edinho Silva.
                 O formato?? Duas mesas próximas, um pequeno cenário montado, um ligeiro bate papo com o convidado e um samba ao som dos instrumentos dos BRASILEIROS - quarteto liderado pelo Rogério Sete Cordas (violão) e outros 3 músicos sambistas amigos do Armazém. Está previsto uma rotatividade na formação do grupo, assim garante-se uma troca maior de vivencias e conhecimentos em nome da Cultura Popular.
                 Quando vai ao ar?? Na primeira semana de julho, todas as terças-feiras, a partir da meia noite.
              E os amigos de Porto Alegre e o resto do mundo não terão acesso?? Sim, através das imagens disponibilizadas nas redes sociais.
             Conto com a participação de todos...via twiter, email (armazemdobrasil@gmail.com), facebook, interagindo nas ferramentas da rádio (www.radioestacaoweb.com).
                 Abraços e beijos a todos.

                   Edinho Silva    

Que tal?? https://www.youtube.com/watch?v=1PMN_tTnxf4&feature=share&list=UUVAivDuXxKKUr6xiOuGgWqQ&index=3