26 de jul. de 2026

Rua Saudável - Se esta rua fosse minha? Lembranças da minha infancia

  

                                                                                                     acervo pessoal


                Posentão...

            Percorrendo diferentes espaços em Porto Alegre nos últimos 59 anos pude caminhar por ruas, avenidas, becos e vielas (como diz o samba...), percebendo diferentes transformações no cenário geográfico de casas e bairros. Da primeira infância até os 13 anos de idade, morei no bairro Medianeira, exatamente na rua Saudável, 180. A rua é era vizinha de vias com nomes de cidades, Natal, Cuiabá, Maceió, Teresina, bem próxima à uma grande avenida de Porto Alegre, Oscar Pereira que atravessa bairros, da Azenha à Glória, Embratel, Belem Velho, Rincão e vizinha ao Estádio Olímpico Monumental (o lendário campo do Gremio).

            Nosso lar era uma casa modesta, de madeira, de 3 cômodos, junto com outras 2 no pátio dos fundos. O proprietário das casas morava na casa da frente. Um banheiro coletivo, de ducha fria,  um tanque para todas as familias e algumas poucas cordas de varal. Alguém lembra do livro "O cortiço" do Aluisio Azevedo? Era mais ou menos assim...

            Na rua de trás, a Cuiabá, tinha uma tribo carnavalesca e uma escola de samba, a Unidos do Umbu. Na rua Maceió, de chão batido, também vizinha à rua Saudável, era a pista dos carrinhos de lomba da gurizada. Na Saudável, ainda, existia um bar no meio da quadra, onde adultos jogavam baralho, bebiam aperitivos e jogavam conversa fora. Hoje tem roda de samba aos domingos (O Bar do Bruno). No número 50 existia uma "Casa de tolerância", de senhoras de vida fácil (não sei, pra quem as tais facilidades? E na esquina da rua havia uma loja de peças de carro usadas, que tinha o nome de "Sucata". Aliás, o mesmo nome do time de várzea do bairro. As crianças da rua estudavam no colégio Medianeira, na rua Gomes Carneiro e os adultos iam e vinham no ônibus Intendente Azevedo, que cruzava a Oscar Pereira.

            Tempos bons que marcaram uma etapa da minha vida. Guardo muitas lembranças e há 40 dias, passei por lá e fiquei impactado com o estado das casas, que à época pareciam bairros americanos com a beleza de suas construções. Infelizmente, o tempo e os moradores que herdaram seus imóveis "maltrataram" o território. Mesmo que não tenham sido atingidos pelas águas do Guaiba, parecem que foram pelo descaso das moradias. E o campo do Gremio? Um verdadeiro cemitério sem túmulos...tamanha a tristeza.

        E parafraseando Mário Lago, "Se essa rua fosse minha...Eu mandava, eu mandava ladrilhar....Com pedrinhas...com pedrinhas de brilhantes..."

        Por fim, reconheço que tive uma "INFANCIA SAUDÁVEL" por conta da minha rua, de mesmo nome. 

                       Edison Luis (Edinho Silva)


Em tempo: Oportunamente, escreverei as percepções e sentimentos que tive nos outros bairros onde morei.






6 de jun. de 2026

Vim para vencer - Betinho Barros PRESENTE...Bora descer da arquibancada

                                                          acervo pessoal - Armazém do seu Brasil
                                          


        Posentão...

        Felizmente, consegui  dizer pessoalmente à inesquecível Maria Helena Montier que seu canto na quadra de ensaios dos Imperadores do Samba, na av. Carlos Barbosa, era a cantiga de ninar e embalava meus sonhos em 1975. Bom demais.

        Anos depois, com a mudança de endereço para a avenida Érico Veríssimo, defronte à Zero Hora, a euforia e animação mudou de endereço. Infelizmente, "narizes torcidos" dos vizinhos liderados pelo padre motivou outra mudança de endereço. Desta vez, vizinha ao estádio do "Colorado", na avenida Padre Cacique onde permanece até os dias de hoje celebra intensamente as festividades e encontros da Cultura Popular.  

        O tempo foi passando e meu irmão Claudinho me apresentou uma familia, Jorge Mauricio, Glorinha, Mário Assanchy e Marco Adeolá (mais tarde chegou a Marina Dandara). Time robusto que ao lado de amigos e amigas mantinham a Ala da esquina, revigorada nos últimos tempos pelo primogênito Mário e dona Lisi. A camiseta da imagem no Carnaval de 97 foi um presente da familia. Aliás, esteve presente na defesa de Mestrado da Vitória Santana, filha de um outro "vermelho e branco", Luiz Fernando Silva.

        Caso fosse nominar todas as relações bacanas que fiz a partir dos "Leões vermelho e branco" possivelmente, cometeria o grande pecado de esquecer algum. Já vibrei com muitos ensaios, celebrei a vida em muitas ocasiões, já comi churrasco, já sugeri coisas, debati, critiquei e aplaudi. Fiz de tudo um pouco na minha requintada bolha de reflexões.

        Aprendi muito sobre o Carnaval com o Alan Carlos da Silva, com Vinicius Brito ...cantarolei algumas vezes, o "Povo meu" do querido Wilson Ney. E há 2 ou 3 anos vibrei muito com a chegada dos Lanceiros, grupo de compositores de Pelotas, nos espaços da Escola.

        Um dia, não lembro muito bem  quando foi? Conversava de forma empolgada sobre Carnaval com alguns colegas de trabalho, quando um colega recem chegado me perguntou: "Edison, tu gostas de Escolas de samba?" Respondi que sim...A resposta dele foi a seguinte: "cresci numa escola de samba, eu, minhas irmãs e meus pais". Respondi, de pronto..."Bah...que legal!! vais me ensinar  alguma coisa...sou muito curioso." falei. Sabe o que ouvi como resposta?? Com o maior prazer, sou o Átila, filho do Roberto Barros - o Betinho dos Imperadores. Já ouviu falar algo sobre ele?? Quem não...respondi.

        Agora, no meio da semana, a Escola divulgou seu tema enredo para 2027 - Betinho Barros - Eu vim para vencer!! Putz!!! Garantia de quadra cheia em todas as atividades. Diria até que faltará fantasias e alegorias para o desfile, tamanha unanimidade do carnavalesco.

        Então o que nos resta fazer?? Descer da arquibancada e sambar no Imperador 0\0\0\0\0\0\0\0\0\0\0               

                       Edinho Silva


https://www.instagram.com/p/DZJd7q2RTak/


17 de mai. de 2026

Jaime Eduardo - um baita cara...que cruzou minha vida

 

                                           A imagem registra um trio que mora em meu peito


            Posentão...

            Semanalmente, recebia uma ligação de um grande amigo que a Vida me apresentou - Jaime Eduardo Andrade. Todo domingo pela manhã aguardava ansioso o telefonema do Jaiminho para trocarmos dicas culturais e boas risadas da vida alheia. Tempo bom demais...

            Na imagem acima, ELE posa feliz nas arquibancadas do Grêmio ao lado da irmã Cinthia e da mãe Maria Helena. Se é difícil descrever as boas lembranças, sem emocionar-se? Um pouco...descrever a sintonia e os laços de afetos que o pessoal aqui de casa nutria pelo Jaiminho? Nada difícil. Como falei anteriormente, o Jaime era meu parceiro de boas resenhas, troca de dicas sobre música do Brasil, fofocas entre amigos, muita gargalhada em nome de bom humor e deboche alheio, xingamentos e opiniões divergentes sobre qualquer assunto e um abraço afetuoso que rolava na direção de minha familia.

            Algumas pessoas que me conhecem, afirmam que sou duro e não costumo chorar...Enganam-se, pois já chorei muito nesta vida. E a ausência de meus pais, minha vó querida, as parentes de Bagé e de Porto Alegre, assim como amigos como o Jaime, o Paulo Rosa, a Eugênia, o Tiaraju "parente", o nego Lom e muitos outros e outras que me falham a memória, possuem o mesmo peso. 

            Em determinados períodos do ano, destes tempos agitados que vivemos, confessadamente nos fragilizamos  e permitimos que a tristeza nos absorva. A lembrança das melhores memórias nos oferecem boas risadas e uma saudade que aperta "um pouco bastante"...

            Sei ...lá!! Haja...força.                                      



Tem Samba quente no céu...né mesmo Nego Lom??

                                                                                                    acervo pessoal


            Posentão...

            A imagem registra um momento especial de minha caminhada de vida. De um lado, meu amado irmão, Claudinho, de outro "euzinho" e no meio, nosso querido Manoel Jeronimo Fraga da Rosa, o "nego LOM", da Vila Floresta e do Samba Quente.

            A expressão de alegria do Claudinho traduzia bastante nossos sentimentos de afetos e carinhos que sempre tivemos entre o trio. Conheci o "nego Lom" no meu primeiro emprego, onde pudemos trocar muita resenhas, risadas, passes no campo da Sede Campestre e nas quadras de Futsal de Porto Alegre. O cara além de amar Futebol, sacudia as pernas quando o assunto era SAMBA. Colorado de quatro costados, tinha no convívio de "flautas e divergencias" futebolísticas muito assunto.

            Carnavalesco e sambista, destacava-se na liderança do grupo formado pelos irmão e amigos foi uma das pessoas que me aproximou deste ritmo tão legal que é o SAMBA. Potencializou minha aproximação ao Carnaval quando me apresentou à Vila do Iapi, na AMOVI. Costumava frequentar as quadras da Praiana, dos Bambas, dos Imperadores, do Umbú...mas, foi na Vila do Trem tricolor, onde o Lom era ritmista que o contato foi mais intenso.

            As festas de samba que esquentavam bares e restaurantes do Centro da Cidade também eram espaços de reencontros e novos encontros de amigos e amigas ao ritmo de muito samba e batucada. Lá pelos idos do final dos anos 90 em diante muitas pessoas que apreciavam uma boa noite de samba aguardavam a chegada da sexta-feira com muita ansiedade para conferir de perto o versátil repertório do Grupo Samba Quente. E assim foi no Restaurante Panela de barro, na Vigário José Inácio, no El Bodegon, na Riachuelo, no Fada Lanches, na rua Leonardo Truda ou no Cia do Sabor, na rua dos Andradas...O Centro Histórico de Porto Alegre esquentava mesmo.

            Infelizmente, a Vida tem ciclos e apresenta-se com uma velocidade espantosa. Se hoje estamos sorrindo, amanhã, também posso partir como diz o famoso samba que o Zeca Pagodinho canta. E assim, fica guardada na memória bons tempos de vivências inesquecíveis em bares, rodas de samba como as do Império da Zona Norte aos sábados de tarde, em eventos "sambísticos" de amigos. A presença física do Manoel Jeronimo, um filho de Xangô dos bons, e de seus irmãos e irmãs ficarão para sempre na memória.

            Nunca tive dúvida de que, a tia "Jura" sua querida mãe, está em algum lugar de um outro plano cercada dos filhos e das filhas sambando e gargalhando como era comum no lar da rua Monte Flor, 17, na Vila Floresta.

            Sem muitas lágrimas, apenas uma baita saudade...      

            

 

29 de abr. de 2026

Da Série "Desfazendo mitos e celebrando a Cultura Popular" - O Carnaval e suas jóias preciosas - Parte 1


                                                                                        acervo da Escola

Posentão...

Há alguns anos ouço vozes apressadas e injustas até, carregadas de preconceitos e desconhecimentos sobre Arte, Cultura, História, Brasilidades e coisas do NOSSO BRASIL. O Carnaval é assim...tem este compromisso com nossa gente e nossa arte. Instrumento de conhecimentos, cidadanias, educação e Cultura. 

Quem diz que a festa brasileira identificada como Carnaval resume-se apenas aos tambores e  instrumentos percussivos das baterias, aos corpos desnudos e ritmos envolventes desconhece COMPLETAMENTE o valor da História de nosso chão e de  nossa gente.

Os temas enredos e tudo que cerca os desfiles de Escolas de samba  são, sem dúvida alguma, a mais relevante e ilustrativa forma de expressão artística, estética, histórica. O que isto representa?? Tudo. Nos processos de descobertas e redescobertas de nomes do Brasil, de todos os tempos. Conhecer nossas origens é um dever de todo e de toda brasileira. Assim, se percorrermos temas enredos de todo o Brasil, perceberemos agradáveis surpresas em relação à proposta de reflexão. Aprender um pouco de nossa história com ritmos é algo "impagável". Sei disso...há uns 40 anos...mais ou menos. 

No Carnaval Carioca, por exemplo, a agremiação de samba Unidos de Viradouro, trouxe para a "Marques de Sapucai", como é c onhecido o sambódromo de Porto Alegre, um tema fantástico: Rosa Maria Egipcíaca - a negra autora do primeiro livro no Brasil

https://www.youtube.com/watch?v=fIY_l2xzdLc

https://www.youtube.com/watch?v=t6jNdzLYw4M


27 de abr. de 2026

Aniversário de um BAMBISTA - Felicidades Volnei Neves

 

                                                                                          acervo pessoal


            Posentão...

            O moço da foto a meu lado é o Carlos Volnei Cunha Neves, nome completo e "quase" o CPF como diria o intérprete Sandro Ferraz. No dia de ontem, 26 de abril, completou 60 anos...aliás, informação bastante interessante...tem uma turma bacana nascida em 1966, assim como eu que nasceu neste ano e completa 60 anos de idade.

            Seguramente, a comemoração deve ter sido cercada de muito samba raiz, partido alto, sambas enredos dos Bambas da Orgia, agremiação de Carnaval do coração do moço, cerveja gelada e muita animação. Não tenho dúvidas...Apesar que, carregar uma expressão facial séria, por vezes "cara de brabão" é um sujeito legal.

            A parceria iniciada há 40 anos, aproximadamente, nos trouxe muitas coisas legais. Ao lado do Manoel Jerônimo - o nego Lom, da Vila Floresta, apresentou-me muitas pessoas, espaços e narrativas sobre o Carnaval e o samba de Porto Alegre. Foi a convite dele que conheci a "Figueira", do Morro Santana, a quadra de ensaios do COPACABANA, a sereia da zona leste, muita gente legal do universo sambista também.

            Um grupo capitaneado pelo Edson, seu ex-sogro, que estava à frente do Grupo Ponto final que ensaiava e divertia-se no coração da BONJA. Aliás, uma das primeiras vezes que desci do T1 e fui participar dos inesquecíveis encontros que ocorriam na casa do pai da Cristina, da Carmem e do querido "Jaca".

            O tempo passou e prosseguimos fortalecendo os vínculos, ou nas quadras de futsal (como mostra a foto), nas rodas de samba, ELE músico e cantor e, EU, na "humilde" com o olhar atento, buscando aprender cada dia um pouco deste assunto tão potente que é samba e Carnaval. Apresentou ainda, o Dedo Pereira, um dos confirmados do Armazém do seu Brasil, e a familia efervescente e sambista da rua Cabral - a familia Dornelles. Sim, dos irmãos Gilmar, Gegé e do Gilson. Aliás, é importante registrar que o sempre elegante e boa praça Gilson, do Pagode d' Kasa, foi o atleta que contrariava a patrulha da estética. Era um dos boleiros, mais gordo e habilidoso que conheci. E o Gilmar e suas resenhas? Nem é bom começar a falar...sairia algumas publicações.

            Voltando ao Volnei...meu parceiro que sempre me recebia no Banco onde nos conhecemos, com água mireral gelada e café quente. Lógico, que meia hora de resenhas, fofocagens e opiniões sobre o samba, Carnaval e as pessoas deste meio. Bons momentos de convívio.

            O tempo passou mais um pouco e o convidei para me ajudar a reunir alguns amigos seus para montar um time de sambistas para animar meus saraus em nome do Armazém. Assim nasceu a Batucada do Armazém. E o time? Bah!! Seleção...No violão sete cordas, Dedo Pereira, no cavaco, Roberto Nascimento, no surdo, Gilmar Dornelles, no pandeiro, Fábio Ananias e no rebolo, o Volnei Neves.

            A coisa ficou forte...muito boa, aliás...Minha empolgação era tanta que, até deu vida a um dos meus personagens do Armazém. O seu Carlito Trovão, um nego véio morador do Mont Serrat, jogador do Clarão da Lua e aquelas coisas legais. Comentei com ele, mostrei a imagem, as narrativas, o perfil, o lugar que o Carlito ocupava. Não lembro se deu muita importancia (ou a importancia que eu desejava...). A vida é assim...desafios o tempo inteiro de convivencias, aceitação ao contraditório.

            O tempo avançou e fomos nos distanciando. Costumamos dizer a VIDA é muito apressada, voa e quase não temos tempo de reencontros. Particularmente, NÃO ACREDITO. Precisamos sim, priorizar talvez, classificar o que mais importa, no corre diário...afinal, não vivemos uma sociedade de maratonistas.

            Ontem, na celebração de seu aniversário, gostaria de ter comparecido e oferecer um abraço apertado por conta de muitas lembranças boas que tivemos ao longo da Vida. Mas confesso, minha terapia, infelizmente, não deu conta de determinados fantasmas pessoais. Ressentimentos e trato com a vida real podem ser fatores adversos à evolução das pessoas. Reconheço. Nós dois, e o Volnei, sabemos do que estou me referindo.

            No momento da Vida em que já estava um pouco mais esperto nos assuntos que circulam no Carnaval e no SAMBA, já que um gremista pouco fala sobre futebol com um colorado, nossos interesses talvez tenham tomado outra direção. Desconfio que seja isso, afinal, nos 35 anos que nos separaram (da parceria iniciada no BRDE), poucas vezes o seu Carlos Volnei foi ao meu encontro. Alguns diriam que, preciso respeitar o jeito das pessoas. Infelizmente, não consigo muito. Acredito na força da contrapartida das coisas. Afetos e amizades devem ser como a BR 101...um caminho vai e outro volta. Simples.  

            Desejo com toda força que possas celebrar mais 50 anos, no mínimo, fazendo as coisas que gosta, curtindo familiares e pessoas próximas, bebendo e comendo comida boa, usando bons perfumes e, se for ao som do Fundo de Quintal, melhor ainda.

            Felicidades, meu amigo.

                                   Edinho Silva

           

13 de abr. de 2026

Aplaudir de pé uma bela performance no palco?? Compromisso de toda a platéia comprometida e conectada - Valeu demais, @Italocarassá e demais envolvidos

 

                                                                       acervo de imagens dos artistas

                Posentão...

                De tempos em tempos, nos organizamos para prestigiar a cena cultural brasileira. Neste final de semana, rolou "evento social familiar", roda de samba ao ar livre e Teatro para aplaudir de pé os artistas locais.

                O lugar era o clássico e aprazível Teatro Renascença, a peça "O pedido de casamento", uma adaptação do texto original do dramaturgo Anton Tchekov, uma divertida comédia que satiriza o casamento das classes privilegiadas da Sociedade russa do século XIX.

                 O enredo é simples e conta a história de um grande proprietário de terras, pai e viuvo, Tchubukov que busca "ajustar" o casamento de sua filha Natalia Stepanova, com seu vizinho, jovem vizinho e caçador, Ivan Lomov.

                A partir do pedido da mão da moça, surge uma série de mal-entendidos relacionados com propriedades, dinheiro, vaidade e desentendimentos que dão o mote de toda a peça.

                No próximo final de semana, nos dias 17 e 18, às 20h e, no domingo, 19.04.26, às 18h mais uma oportunidade para aqueles que ainda não assistiram.

                Nós fomos, eu e a Paty, e acredito que retornaremos para levar o neto Ricardo. Super RECOMENDO.

Ficha Técnica
Autor: Tchekhov
Direção: Daniel Fraga
Elenco: Italo Cassará, Leonardo Koslowski e Leticia Kleemann

Serviço
O Pedido de Casamento
Teatro Renascença (avenida Erico Verissimo, 307 – Menino Deus) duas apresentações:
Sexta-feira (17) e Sábado (18), 20h e domingo (18), única apresentação, às 18h
Ingressos antecipados: https://www.entreatosdivulga.com.br/opedidodecasamento
Classificação etária: Livre
Duração: 45 minutos