Posentão...
Em meados de 2020, participei de um edital de seleção à participação de um grupo de estudos e pesquisas (GEED) vinculado ao Museu da UFRGS, composto por servidores técnicos administrativos, docentes, discentes da UFRGS e membros do Observatório da Discriminação Racial no Futebol interessados na temática.
Os encontros resultaram imergir numa área até então, por mim desconhecida. Encontros, discussões, elaboração de relatórios, reflexões comandados por pesquisadores e pelo diretor do Observatório da Discriminação Racial no Futebol, o incansável Marcelo Carvalho. Além dos relatórios anuais produzidos por muitas mãos e cabeças, a iniciativa das ações do GEED contribuiu ainda para a produção de um programa de rádio, apresentado na Rádio da Universidade, a partir de uma iniciativa do escritor e pesquisador Gustavo Bandeira, sempre buscando potencializar o trabalho do Observatório de alguma forma.
Mas qual o papel do Observatório? Organizar as discussões e produzir conhecimentos acerca do tema, à sistematização de dados e à incidência qualificada sobre a discriminação no esporte.
Fundado em 2015, apresenta o principal compromisso de oferecer visibilidade a um problema historicamente silenciado. A atuação a partir de um Banco de dados vivo, monitorando continuamente a mídia para identificar, registrar e analisar casos de discriminação racial, LGTfobia, machismo e xenofobia no esporte. Assim o Observatório tem marcado sua atuação e consolidando-se como a principal referencia nacional e i nternacional para pesquisadores, imprensa e instituições esportivas.
Assim, reforçando a tão relevante luta por um Brasil mais igual, justo, tolerante, sem preconceitos já reservei espaço no guarda roupa para as peças do Observatório. Já encomendou a sua? Corre lá...o número é limitado.
Obrigado, @marcelocarvalho - https://observatorioracialfutebol.com.br/







