21 de dez. de 2015

Pra combater a dureza da vida? Precisamos falar "na lata"

 
 
                  Durante o mês de dezembro, o espírito natalino atinge muita gente. Os parceiros do Armazém do seu Brasil não são diferentes. Então BORA LÁ ajudar teu próximo.
 
                    "Meus queridos...
                  Preciso ser direto. "NA LATA". Literalmente. Um casal de amigos, Marta Helena Rocha Maciel e Antonio Nene, prepararam algumas ceias de Natal diferenciadas à familias necessitadas. O que são cestas diferenciadas?? Aquelas que não possuem apenas os alimentos básicos (feijão, arroz, açúcar, sal, farinha, entre outros).
                  Como é Natal, meus amigos, planejaram montar uma cesta com panetones, espumantes, especiarias, biscoitos, enlatados. Produtos que constam na lista de cestas natalinas de fato.
Qual nossa tarefa?? Reunir latas de compotas de qualquer fruta para oferecermos algo diferente nas tais cestas.
                Vem comigo??
Uma lata = 01 abraço do Edinho Silva /
3 latas = 01 cd autografado do sambista Carlos Bernardes - Carlinhos Presidente.
               Apanhamos onde for necessário. Fechado??
                Em nome do Armazém do seu Brasil e do parceiro Carlos Bernardes (Presidente) uma das muitas correntes do Bem que circulam por aí agradecem.
A doçura do teu gesto certamente deverá ser uma pequena mostra do néctar da solidariedade.
OBRIGADO,
 
Edinho Silva

18 de dez. de 2015

Sociedade de Vida - por João Paulo Silveira, o filósofo



  
                Hoje é uma data muito especial: estamos reunidos para testemunhar a promessa que fazem entre si e para si, Nelson Richter e Polyana Venturela da Silva para celebrarem a sua Sociedade de Vida.
               Eles querem partilhar com todos aqueles que são importantes em suas vidas, que sempre lhe serão a companhia certa seja pra comemorar ou pra enxugar as lágrimas, pra ouvir a palavra acolhedora ou apenas um “Conta comigo! Vai em frente! Estamos juntos!”
O momento nos honra a todos e nos dá a oportunidade de juntar nossos melhore votos de que sejam felizes. 
               Nelson e Polyana:
                Estas alianças que em breve vocês vão trocar, é mais que um símbolo do propósito que os une, pois elas são a demonstração que fazem um ao outro e para o mundo que agora se tornaram sócios de vida. E é isso o que é o casamento: uma sociedade de vida, pela partilha dos sonhos, de projetos, de esperanças, de solidariedade, de comprometimento, da vontade sincera de serem a força e o amparo um do outro para o que der e vier. E falando nisto, está vindo aí o Ricardo!
Convido a que pensem, e sei que já pensaram nisto: o que leva duas pessoas a buscarem uma sociedade de vida?
A amizade ?
A afinidade de ideias e ideais?
O desejo mutuamente correspondido?
A vontade de somar alegrias, sonhos, planos, esperanças?
O sentimento de desamparo e solidão, tão humanos?
Ou seria, o desejo de juntos se tornarem mais fortes?
Pois tudo isso é o que chamam de AMOR.
Lembrem-se, queridos :
                Nessa jornada que inicia agora, vocês continuarão a ser quem vocês sempre foram e devem permanecer assim, pois o casamento, não significa jamais a anulação de quem somos mas apenas a oportunidade mágica de partilhar, de forma radical, a vida. É bom que não esqueçam que cada um tem o seu tempo e o seu jeito de partilhar esta vida e nem sempre estará pronto com a mesma intensidade e entrega, pois sendo seres singulares vemos as coisas cada um com sua história de vida, com sua personalidade, com suas expectativas. A partilha é um processo. Precisa tempo e adaptação. Sabe aquele silêncio necessário e inadiável? Aquele gosto só seu de comer pão dormido com geleia de feijão às 3 da madrugada? Pois é… nem sempre os seus gostos serão partilhados, mas a mesa, esta sim, poderá e deverá ser.
Vocês não são metades, e esse é o maior dos enganos. Vocês são dois, inteiros e singulares. E é exatamente por serem completos que estão se propondo a partilhar a sua completude com alguém especial, alguém que vai entender, cuidar e respeitar a sua inteireza. Vocês descobriram que ser feliz é muito bom, mas ser feliz com quem já é feliz, é melhor ainda. Por isso querem partilhar a vida, para somar as suas felicidades.
                Sejam cúmplices, parceiros, a confiança e o porto seguro um do outro, pois nada nem mesmo ninguém será capaz de ajudá-los mais do que vocês um ao outro. E como é doce poder contar com esta parceria e cumplicidade.
                Desfrutem-na!
               E se alguma dor se fizer sentir nesta caminha que se inicia, porque a dor existencial é uma condição humana inescapável, lembrem-se ambos que de agora em diante ela poderá ser acolhida, compreendida e dividida.
Não esqueçam que perdoar não é esquecer mas conviver amorosamente com aquilo que julgamos ser a falha no outro. Lembrem-se que qualquer de nossas convicções é sempre de um ponto de vista e isso não corresponde, nem deve corresponder a certezas, pois a única certeza que deveríamos ter é o preceito socrático de que nada sabemos. A dúvida nos move, as certezas paralisam. Só isto já seria de grande ajuda para resolver a maioria de nossos conflitos. E, amados, perdoar não é bondade, apenas, racionalidade.
                 Comemorem a cada dia, fazendo de cada minuto um brinde, das horas uma festa e dos dias a estação das flores, para não esquecer que a alegria não nasce da zanga, a felicidade não nasce da preguiça e a vitória não acontece sem luta. Pois se viver com sabedoria não é uma tarefa fácil, a dois é sempre um desafio, mas é tão doce... tão reconfortante, tão mágico quanto o melhor dos abraços.
Sendo assim, repitam comigo a sua Promessa:
Eu te prometo, a cada dia,
Fazer o meu melhor pra te fazer feliz,
O meu melhor pra te proteger e amar,
O meu melhor pra te respeitar e compreender
Honrando a nossa promessa de Sociedade de Vida.
                                         João Paulo Silveira/JP - filósofo, professor, poeta








10 de dez. de 2015

Entrar de cabeça nos alimentos é pecado?? Confira...




                     Pois, o tamborim número 1, dos Imperadores do Ritmo, o Cesar Paulo não se conteve. Abriu mão de sua marmita e da comidinha gostosa da sua musa - Terezinha Chocolate.
Era uma manhã fria de agosto e Cesar Paulo rumava para mais um dia de batalha. O seu porte físico avantajado e sua experiência nas tarefas noturnas como agente de segurança lhe garantiam um bom espaço no mercado de trabalho.
                    Ganhava bom salário, bons prêmios de bonificação e muita coisa legal. Trabalhava como segurança particular de um executivo da Capital. Sua rotina diária era uma só. Para economizar uns trocados, o ritmista e segurança César Paulo saia "bem fardado" de terno alinhado, com sua sacolinha e sua viandinha debaixo do braço. Por ser um sujeito "graúdo", a nega Terezinha, sua mulher caprichava   no tempero e na quantidade de comida. Enchia o "tambor" do moreno.
                    Dias desses, ônibus lotado, nosso amigo do samba viajando de pé, no corredor apertado, pois havia embarcado numa outra parada, concentrado nas tarefas que o aguardavam ouviu xingamentos de dois jovens que estavam sentados em bancos reservados para passageiros especiais. Por que?? Incomodavam-se pelo aroma de comida caseira que vinha da marmita do César Paulo. Ironias para um lado, cara torcida para outro. Um deles atreveu-se e falou: "Pô, meu!! Não tinha outro lugar para colocar esta panela de comida??". De forma educada, o César Paulo respondeu que não estava destratando ninguém. Respeitosamente,  respondeu que estava indo ao trabalho com seu uniforme, sua calma e comidinha de sua patroa. O outro jovem, mais arrogante, respondeu de forma agressiva: "Pô, nego véio vai comer ração canina?? Pelo cheiro que vem desta marmita, vai tratar o cãozinho da madame".
                   O César Paulo contou até 30 e de forma silenciosa, não revidou a provocação. Lastimando que, o passageiro idiota e provocador não teria respeitado a "milagrosa e saborosa panqueca da nega Choco - como ele chamava sua mulher. Desta vez, em coro, os dois malandros, lascaram uma piadinha: "como pode um homem deste tamanho, levar lanchinho na merendeira??". Bastou. Paciência tem limite. O César Paulo simplesmente "jogou" a marmita na cabeça de um dos folgados. Era panqueca para todos os lados. Gritos apavorados. Choros, sangue, bofetada e muito galo na cabeça. Os jovens não acreditavam que aquele senhor. Respeitoso senhor, perderia a classe com as piadinhas. Aos gritos ELE dizia aos  jovens "abro mão das minhas panquecas e da minha marmita de valor estimativo em troca de um pouco de respeito".
               Assim, cheios de galos na cabeça os "folgados" foram convidados a descer do onibus queixando-se da dor e da vergonha que passaram. Do lado do César Paulo que continuou a viagem, restaram a fome e o alivio pela decisão tomada. Perdeu a marmita, mais ganhou meia dpúziasvergonhacom a certeza da fome, mas aliviado com as reações adotadas.

7 de dez. de 2015

Comemorar aniversário é tudo de bom!!!



                Sempre é muito prazeroso comemorar aniversário. Opinião pessoal. Seja em um jantar à luz de velas com a pessoa amada, num churrascão com os amigos do futebol (cada um leva seu quilinho), ou na  suculenta macarronada da sogra, no chopp com o pessoal da Firma, no pagode no boteco do seu Zé, no piquenique com o familião, enfim VALE TUDO PARA CELEBRAR mais um ano de vida.
             Minhas experiências pessoais ao longo dos anos também registraram muitas marcas. Algumas muito boas e inesquecíveis e outras nem tanto. Nascido em dezembro, próximo ao Natal, já não ganho dois presentes há muito tempo. Coisas do mundo econômico.
Quando completei 15 anos de idade, liderados por um grande amigo, Zé Carlos Quadros - "o poeta", um grupo de amigos adolescentes, entre homens e mulheres, organizaram uma festinha surpresa na minha casa. E qual a novidade da festa! As rosas brancas que recebi. Isto mesmo: ROSAS BRANCAS. Já imaginaram tal situação em 1981!! Coisas da sensibilidade e generosidade do tal poeta.
               Algum tempo depois, numa outra comemoração, a Paty, minha adorável  companheira reuniu parentes e amigos para uma comemoração especial. Destaco três motivos marcantes: o principal deles foi o fato deste encontro ter sido o último convívio com minha querida Carminha - minha mãe; o segundo foi a Paty ter reunido amigos que não via há muito tempo e que raramente se encontravam; e o terceiro motivo foi a criativa decoração do espaço. Com balões brancos e fitas douradas suspensos pelo lado contrário no teto do salão. Espumantes gelados e comidas deliciosas. Coisa chique, afú.
               Numa outra oportunidade preparamos um galeto e "convocamos"  centenas de amigos. Como ocorre nas redes sociais, apareceu uma dezena, Resultado: Por dois meses, percorri semanalmente as ruas da minha casa ofertando risoto de frango aos moradores de rua. Valeu muito a pena. Coisa novas pessoas e novas histórias. Chega um tempo de compartilhar alegrias e despesas. As comemorações por adesão. Cada um paga suas próprias despesas e confraterniza de forma coletiva. Coisa muito boa em tempos bicudos. 
               Decidi então, reservar algumas mesas no Boteco Tipo Exportação (rua Lima e Silva, 898 - Cidade Baixa), no dia 20/12/2015, a partir das 19h30min, para comemorar meu pré-cinquentenário. A animação fica por conta do meu amigo Carlinhos Presidente, idealizador do Natal solidário, neste mesmo dia e local.
             Vamos?? O sambista irreverente e "cheio de graça"(como Ave Maria) Carlinhos Presidente promete balançar o boteco com um repertório de sambas autorais e os clássicos que toda boa roda de samba deve ter.
           Não aceito desculpas...Todo mundo lá, como dizia o slogan da Cervejaria famosa em Porto Alegre.

Edinho Silva 

Serviço:

Convites antecipados: R$10,00 (via facebook / https://www.facebook.com/carlos.bernardes.7169?fref=photo ) + doação de brinquedos no dia = ingresso para o Samba do Presidente + cd autografado + abraço do Edinho Silva

28 de nov. de 2015

Afinal, qual é o Dia Nacional do Samba?


              imagem extraída do site: http://www.bahia.ws/samba-de-roda/
           

                 Nos últimos 10 anos já escrevi muita coisa sobre o tema. Os registros que encontrei falam que nasceu na Bahia, outros dizem que nasceu no Rio de Janeiro. Alguns falam que o primeiro samba foi “Pelo telefone”, uma composição de Donga. Enfim, discutir quem pode ser considerado o “pai da criança” nos momentos difíceis que a cultura popular enfrenta é mero detalhe. Num momento em que, as rádios pelo Brasil “preservaram” nosso querido samba, dando espaço a outros ritmos, frutos dos interesses do mercado(?) e do show bussines – este monstro silencioso que nos engole e entende como normal a apropriação do patrimônio cultural alheio devemos PROMOVER CADA VEZ mais toda e qualquer iniciativa na direção da preservação e exaltação deste legítimo  elo de ligação que atravessa fronteiras ligando Oiapoque ao Chui. Falei demais?? Acho que não. Sabemos identificar quais as regiões brasileiras cultuam o vanerão, o xote, o forró, a moda de viola, axé, o sertanejo. Porém, é o samba que desembarca com a mesma força em todas as rodoviárias do Brasil. Atravessando os tempos com os formatos tradicionais e clássicos (Monarcos, Cartolas, Adonirans, Geraldos, Ranchão, Lupicinio Rodrigues, Serginho Meriti, Wilson Ney e tantos outros brasileiros) até mesmo os criativos compositores da “nova” geração como Arlindo Cruz, Moisés Marques, Rodrigo Maranhão, Leandros e tantos outros.   
            Não conheço “de perto” a cena sambista, mas a de Porto Alegre acompanho bem. Reconheço ainda, que cada Estado e Região tem sua forma peculiar de tratar sua Cultura. O mesmo ocorrendo com as ações de entretenimento e demais manifestações populares. E nossa aldeia e tribo também tem suas particularidades. Se alguém organiza um samba na calçada, por exemplo, logo o público se movimenta. Em pouco tempo surgirão vozes para inibir tal iniciativa. Imediatamente, todos se dispersam para uma nova roda de samba. Se “caiu uma”, daqui há pouco haverá outra. Tá certo, isso?? Tá errado, pois não há nenhum esforço COLETIVO de resistência. Se um sambista novo aparece no pedaço, sempre surgirão críticos com a famosa pergunta: “Este cara de pau é um dos nossos??” Ora, se o samba deve ser agregador, independente da cor do cabelo e da pele, da marca do instrumento, da afinação “da cantoria”. Se o movimento é dito popular, que assim seja mantido. SEM DONO, sem regras, sem os pecados capitais à frente. Basta ser tolerante com teu próximo, se te instrumento e não sabe tocar?? Procura aprender, pois assim não atrapalha. Vai ficar de fora?? Claro que não. Vá estudar, compartilhar conhecimento com quem chegou antes no pedaço. Na maior humildade, tem muita gente boa espalhada pela Cidade que divide seus conhecimentos na maior camaradagem. Enquanto isso, acompanha na palma da mão e vai treinando para exibir seu aprendizado.
            É feio carregar o instrumento sem saber tocar?? Claro que não. Chato mesmo é não ter a nobreza de buscar conhecimento. É ruim não saber cantar uma dúzia de sambas?? Claro que não. Condenável mesmo é NUNCA ter ouvido falar nos mais populares. Constrangedor é conhecer toda a obra do Noel Rosa e nunca ter ouvido um samba do Nelson Rufino ou do Toninho Geraes.
            E o dia de samba lá do início do texto?? Na minha opinião deve ser como todos os outros dias. Dia da Consciência Negra, da Mulher, do pai, da mãe, do Marceneiro, do São Jorge, da Criança, da OXUM, da bandeira, do Músico, do Xangô e tantos outros. Tirando o apelo comercial das comemorações, devemos celebrar todos os dias uma coisa: a VIDA. E o samba?? Também. Afinal, representa um belo ingrediente para torná-la mais leve. #tododiaédesamba
            Quando os iluminados Sereno, Adilson Gavião e Robson Guimarães compuseram “A batucada dos nossos tantans”, samba imortalizado na voz do grupo Fundo de Quintal,  que dentre muitas expressões destaco  “...É bonito de se ver, o samba correr, pro lado de lá, fronteira não há, pra nos impedir, você não samba mas tem que aplaudir...” ratifico minha relação com “o moço”.

Edinho Silva

No próximo dia 02/112/2015, quarta-feira, estaremos no Porto Boteco Alegre (av. Érico Veríssimo, 627 - Menino Deus), a partir das 19h30min conversando e SAMBANDO com convidados especiais. Gravação do programa Armazém do seu Brasil e depois uma roda de samba com o grupo Seu Samba.

13 de nov. de 2015

Quando sonhamos sozinhos é apenas um SONHO. Quando sonhamos de forma coletiva, VIRA REALIDADE...

                
                 A letra do samba que "...um mundo com mais educação, pode garantir um futuro melhor..." Diz ainda que "...Cultura, igualdade, liberdade no direito de ir e vir...meu respeito ao Instituto Federal, minha ciência por você é comprovada..." Eu concordo com o carnavalesco.
               Diariamente percorro aproximadamente 60km em busca de conhecimentos, novas vivências, troca de saberes, energias, boas piadas, novos desafios, alguns desapontamentos, enfim, movimentando a "rota pessoal de cultura". Estou me referindo aos meus estudos sobre lazer e desporto que realizo com meus colegas e professores no IFRS/Restinga. Isto mesmo, de "boca bem cheia" anuncio aos quatro ventos minha satisfação em ser um dos alunos da primeira turma de Gestão Desportiva e Lazer, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul.
                 Participando de um grupo heterogêneo de alunos que mescla experientes de 18 e jovens de 67 anos, docentes de alto nível acadêmico que desfilam teóricos clássicos e contemporâneos, em debates constantes de discussões que, em muitas vezes contrariam minhas posições pessoais, porém provocam e desafiam a que eu busque aprofundar meus conhecimentos para "ou reforçar meu ponto de vista ou revê-los". Discutir o direito constitucional ao lazer sob os mais diferentes aspectos.                
               Refletir sobre a concentração do poder, show bussines e os investimentos no esporte de alto rendimento. E num segundo momento ter acesso a Projetos de Pesquisa e Extensão, Projetos Sociais e à realidades e discussões com temas como vulnerabilidade social, econômica, física, emocional e por que não conceitual?? O acolhimento dos servidores da Instituição, a atenção da galera da Biblioteca, a conversa franca com os docentes, circular pelos corredores e "esbarrar" no Diretor e no Diretor de Ensino e o DESAFIO MAIOR de buscar uma qualificação acadêmica Superior numa Instituição de Ensino Federal numa Comunidade de Porto Alegre, de fato não tem preço!!
Perdoem, meus amigos diletos...e sem entrar no mérito de bandeiras partidárias, mas não posso deixar de VIBRAR com a iniciativa das Políticas Públicas de Educação dos últimos tempos. CURSO SUPERIOR na "TINGA" é TUDO!!! 
              Precisa dizer mais?? Precisa...FELICIDADES, IFRS/RESTINGA e que venha mais 45 anos de vida plena, formando cada vez mais acadêmicos e qualificando através do "grande caldeirão" de saberes que são suas salas de aula.
           Que a União da Tinga, a segunda escola de samba do bairro, e forte ferramenta de cultura popular local possa ter toda a luminosidade na avenida como nós temos em sala de aula.
#toorgulhosodemais

Edinho Silva - acadêmico de Gestão Desportiva e de Lazer e Presidente do CAGEL

https://www.youtube.com/watch?v=_L62YOyn9FY#t=382

10 de nov. de 2015

Afinal, "Santo de Casa faz milagre" ou não?? Com a palavra o produtor Luis Fernando Silva




As andanças próximas à música popular brasileira (ou Música Pra Pular Brasileira, como chamava um Projeto de Verão do pagodeiro universitário Guilherme Alf, do Na  moral...lembram??) me apresentaram o Luis Fernando Silva. Produtor artístico e "agitador cultural" que à época trabalhava na Produtora Nova Hera, do saudoso Paulo César. Numa festa conhecida como o Revellion da Rádio Cidade FM, quando os melhores grupos daquele momento reuniram-se na quadra dos Imperadores para celebrar com o público o melhor do samba da época nossa apresentação foi ampliando-se.
Como nos dias atuais, a cena artística do RS não era muito diferente. Muitas bandas, inúmeros artistas, gente que brilhava, outros pensavam que brilhavam. Alguns ofuscavam, outros reclamavam. Os do "Centro do País", como ainda acontece nos dias de hoje eram os "queridinhos" e lotavam as casas locais. E quando tocavam os NOSSOS para NOSSA Gente?? O crítico público da terrinha torcia o nariz. Era preciso passar uma temporada em São Paulo, por exemplo, para retornar com uma chamada de "atração nacional"?? Parece engraçado, mas é a pura verdade. Era necessário "carimbar" o passaporte em alguma apresentação para depois voltar aos palcos gaúchos.
Pois, o inquieto Luis Fernando,  perseverante como poucos,  insistia em realizar um Projeto Musical que oportunizasse os grupos novos na cena e contemplasse os que de alguma forma haviam marcado a história da música do RS. Em meio aos seus pen drives, discos e pensamentos teve uma idéia luminosa: "Por que não lançar o volume 4 da Coletânea Sul, Samba & Swing?" Compartilhou seu sonho com várias pessoas e, entre elas, comigo. O Edinho Silva, do Armazém do seu Brasil. Completamente atarefado (como sempre) não pude contribuir com a intensidade que desejava, porém, queria colaborar de alguma forma. E assim, fui rabiscando o texto intitulado "Santo de casa faz milagre sim!!" para ilustrar a contracapa do cd.  Como referi em postagem anterior http://armazemdoseubrasil.blogspot.com.br/2015/10/o-criador-ta-olhando-hein.html o tão aguardado dia chegaria. E chegou. Com um simpático sol, delegações vindas do Interior do Estado para prestigiar o lançamento do disco, curtir seu grupo afetivo e sambar muito ia aproximando-se próximo à quadra da Saldanha. Infelizmente, por normas do anfitrião ou problemas na comunicação, foram identificadas algumas situações de desconforto, pois algumas pessoas não puderam acessar os espaços da Banda da Saldanha, mesmo tendo viajado muitos quilômetros para chegar até Porto Alegre. Isto "ofuscou" o brilho da festa?? Que nada!! Na companhia do Diego Cimirro, o responsável pelo backstage do evento pude conhecer um pouco da história do Saulo Marques, do colorado "seu Saraiva" que com sua família e amigos não via a hora de ingressar na Saldanha e "largar" a costela bovina da Fronteira nas brasas. Conheci também uma parte do grupo Nosso Stylo. E como sempre, o "eletrizante e competente" Paulinho Boy - o produtor mor de palco, nos acompanhava no acolhimento aos convidados do Interior. A hora foi passando e logo em seguida, com a chegada do Sérgio, representando a Banda da Saldanha, juntamente com a atenciosa galera da segurança e os demais integrantes da "fábrica de entretenimento popular" que transformou-se a Banda da Saldanha originalmente, criada pelo Pedro Diogo e de forma talentosa conduzida pelo Dioguinho. Reencontrei pessoas que não via há muito tempo. Por exemplo, o atencioso comunicador Paulo Vidal, uma das vozes marcantes da inesquecível Rádio Metro, que faria a apresentação das atrações do dia. O Bi Fernando, que atuaria na coordenação do palco com toda sua larga experiência na área da produção. Conheci gente também. O Serginho, primo do Luis Fernando, que apoiou o grupo que coordenava o acesso dos convidados da "festança".
Por conta de outros compromissos pessoais não consegui acompanhar o desenrolar da festa e conferir de perto a performance dos Medinas & Cia, com o seleto desfile de clássicos imortalizados na voz do pai. O reencontro no palco, do Odir e do Vidal (putz, que saudades!! De algum lugar o Roxo e o Delmar Barbosa estava rindo à toa!!!). Não consegui assistir a apresentação do meu bruxo Juliano Barcelos sendo acompanhado pelo cavaco do Alemão Charles (registro que onde vejo Alemão e o Reloginho do pandeiro do Sambeabá, lembro com saudades do Dadinho do Samba Quente). Não pude abraçar e cumprimentar o Matheus Santos pela força com que defende os sambistas locais em termos de divulgação. Não pude aplaudir o amigo do seu Saraiva, Saulo Marques. E direto do Alegrete o estiloso Nosso Stylo. Os Sambavox e os Arteiros. E meus conterrâneos, Dhamballá?? Terei que ir até os Zíngaros para conferir de perto. Não esqueci dos parceiros do Lua Cheia, de Pelotas. Quem me encontrou pela manhã conseguiu perceber minha homenagem ao swing da "princesa" Pelotas. Vestia uma camiseta do Xavante, bem no estilo do Seu João do Armazém. Faltou alguém?? Muita gente, porém registro meu pesar em não ter acompanhado o Dequinho na companhia do metal do Pastel.
Repetindo a pergunta: Faltou citar alguém?? Sim. O Diretor Executivo Junior Santanna da Silva, o Juninho da Reversos. Filho mais velho do Luis Fernando. Como podem perceber, possivelmente a função foi um sucesso porque foi selada por familiares e amigos. Conheci também o Edison Da Rosa Moncorvo (da Invoga).
Quais serão os próximos passos?? Acredito que outras festas de lançamento. Um passarinho me contou que a agenda é a seguinte: dia 28 de novembro em Bagé, dia 12 de dezembro em Livramento, dia 19 de dezembro em Porto Alegre, janeiro e fevereiro na praia. É isso, Luis Fernando??
Por favor...me respondam honestamente: "Santo de casa faz ou não milagres??"
Parabéns a todos envolvidos e até breve.

Edinho Silva

Em tempo: Quer conhecer o texto citado "Santo de casa faz milagre"?? Adquire o disco e te delicia com o repertório escalado.