9 de jul. de 2020

"O tal samba diferente" - Reflexões durante o distanciamento social - Parte 2

                                   Capa do trabalho fonográfico do Grupo Sorriso Maroto


          Eis que chega a segunda postagem...possivelmente, a mais "barulhenta", diria.
       Embora um pouco atrevido em sugerir uma reflexão no momento artístico do "espetaculoso" poeta do samba Arlindo Cruz assumo meu papel atrevido em apresentar um elemento para pensarmos juntos sobre os conceitos de Samba x Pagode (ou Pagodinho, como dizem alguns...) 
         Pois, na composição do samba "Samba é bom de qualquer jeito" apresentado no show do DVD do grupo "Sorriso Maroto", onde um dos compositores Arlindo Cruz (segundo a fonte, https://www.letras.mus.br/sorriso-maroto/274090/ a autoria traz na assinatura Jorge David, Maurição e Arlindo) canta ao lado do vocalista Bruno Cardoso, do Sorriso Maroto o samba que diz numa das partes o seguindo trecho "...viva a nova geração, presta atenção...chega de comparar e sinta a emoção no ar, samba é bom de qualquer jeito...não importa se o SAMBA é NOVO ou de RAIZ...".
         Sei lá...não concordo muito com tal afirmação.
     Queria participar de uma roda de conversa com Pixinguinha, Ivone Lara, Marcelinho Moreira, Candeia, Beth Carvalho, André Renato e quem quisesse chegar sobre as impressões e conceitos de samba. De qualquer acho temerário afirmar que, samba é bom de qualquer jeito.
        Outro dia, conversava com amigos sobre alguns rótulos em nome de produção de show e turnês de artistas brasileiros. Há alguns anos atrás, os "sambistas" Alexandre Pires e o Luis Carlos (Raça Negra) percorreram o Brasil com o show "Gigantes do samba". Num momento próximo, em entrevista o cantor Thyaguinho (ex-Exaltasamba) disse que o samba, a partir do ingresso dele no cenário, havia ganhado novas concepções e formatos. Pode?? Poder, pode...mas não sei se deve.
      O que estariam pensando Wilson Batista, Monarco, Guineto, Cartola, Ivone Lara, Martinho da Vila, Serginho Meriti, Paulo Sergio Pinheiro entre tantos outros e outras?
      Confesso que, fico confuso com letras consagradas do tipo "Toda vez que eu chego em casa, a BARATA da vizinha está na minha cama..." ou "Maltrata de vez, estou com saudades...cigana...". Ou a clássica "...le, le, le, le lá em casa...na cama...tirando a roupa toda...". Não consigo encontrar poesia nestes versos. Talvez seja opinião pessoal...mesmo??
      Quando me perguntam, quais as diferenças que vejo entre Samba de raiz x Pagode?? Como não sou um especialista no assunto, embora tenha lido algumas obras sobre Samba, destacando todo seu valor potente como instrumento e produto Cultural de nosso País, respondo o seguinte: "Costumo ouvir a letra com atenção. A obra do Almir Guineto, por exemplo "Deixe de lado este baixo astral, erga a cabeça e enfrente o mal...que agindo assim, será vital para o seu coração...é que em cada experiência se aprende uma lição..." parece uma conversa entre amigos. Comparar este trecho com um outro de um "samba novo" como "ai, ai, ai...assim mata o papai", do Sorriso Maroto, tema de novela...é brabo, né??
        Naquele momento da "defesa" do Arlindo Cruz (2005), logo depois da gravação do DVD de um dos nomes do "tal Samba Novo", surgiram outras coincidências do show bussines brasileiro. O Arlindo compos o tema de final de ano da emissora, entrou pro time principal do dominical "Esquenta" apresenta pela Regina Casé, participou de diferentes programas musicais da TV Globo sempre em lugar destacado. Enquanto os jovens, viraram sucesso nacional na trilha da novela "Avenida Brasil"...onde os personagens da atriz Débora Nascimento contracenava com o ator Marcos Caruso ao som do "Assim mata o papai...". Sei lá, com dois ou três latões na cabeça e um parceiro violonista, me atreveria a compor alguma coisa igual, não acham? Tenho certeza.
       Insisto...precisamos estar atento aos efeito do show bussines na discussão sobre os novos formatos e o ingresso dos tempos tecnológicos.
        Por fim, na minha opinião, uma roda de samba acústica distante de instrumentos eletrônicos TEM UM VALOR COLOSSAL, confere??
          Até a próxima produção...


https://www.youtube.com/watch?v=VqRdNZgnYQY
Composição: Arlindo Cruz / Jorge David / Mauricao

"Um samba diferente" - Reflexões durante o distanciamento social - Parte 1



                                     Imagem da capa do disco de vinil que herdei dos meus pais


         A partir de um acalorado debate e uma saudável troca de idéias provocada pelo camarada Fábio Canalli, gaúcho que, atualmente reside em Uberlândia\MG, profissional da área de produção musical e de carreiras artísticas, apresentou sobre o tema: Significados e novas concepções sobre Samba Novo x Samba raiz x Pagode suas diferenças e suas evoluções. Por alguns dias rolou nas redes sociais debates, opiniões e debatedores interessantes, sobre tema pra lá de relevante.
         A força do debate instigou-me a apresentar elementos e olhares para as discussões. Para muitos, "polêmicas frágeis", para outros, importantes para aprofundarmos nosso debate e trocar conhecimentos. Bora refletir juntos... 
           Ainda na adolescencia, meus pais ouviam músicas nos finais de semana. Rolava de tudo um pouco, boleros, tangos e muito samba. O som vinha de discos de vinil e uma vitrola "meia boca", mas nos divertíamos muito.
      Um dos nomes que ELES amavam era o GRANDE e TALENTOSO Benito di Paula. O cara apresentava-se de brinco na orelha, um figurino diferente e fazia seu som sentado ao piano. Exatamente, um piano no samba.
       Minha "ignorância" (de ignorar) da época olhava com desconfiança o som que o diferenciado sambista fazia ao piano. Imaginava, naquele momento da minha vida, que roda de samba contava basicamente com surdo, violão, cavaco, pandeiro e instrumentos percussivos. Ledo engano, pois suas obras, riquissima produção autoral, atravessaram os tempos sendo até os dias de hoje uma das referências do samba no Brasil.
          Por que a contextualização? Para incrementar a discussão  que pode apresentar diferentes formatos e olhares sobre a diferença conceitual de samba e pagode. 
         Afinal, os gêneros podem ser classificados da mesma forma? Pagode é a mesma coisa que samba?Segundo alguns "conceitos" e opiniões o "Pagode" é uma animada reunião de sambistas, enquanto o samba apresenta uma definição atribuída à Patrimônio Imaterial  e Cultural do Brasil.
       Alguns afirmam que a essência é a mesma, embora tenham mudado algumas melodias e instrumentos musicais usados.
          A conversa rende muito pano...Enquanto isso, o Mestre Benito Di Paula continua colaborando com sua obra e seu piano. Contribuição imprescindível para avaliarmos que a chegada de um instrumento diferente à roda de samba pode colaborar com letras GARRAFAIS. "Tá Edinho, então reconhece que o músico Leandro Lehart, do Art Popular, pode ser considerado um SAMBISTA??" Ah..sei lá, pergunte ao "Pimpolho, que era um cara bem legal....". Desculpem a brincadeira...me confundo também.
         Até a próxima postagem...sobre o assunto   


4 de jun. de 2020

Novas parcerias (Parte 2) - Um olhar especial e diferente na direção do Armazém do seu Brasil


                                                                                 Acervo do artista Leo Andrades


              O ano de 2020 marca um tempo de muitas incertezas, medos, nuvens cinzentas e pesadas e muita insegurança para TODOS. É também o ano que o querido Armazém do seu Brasil completa 10 anos de existência. 
              Se as coisas estivessem normalizadas, sem "distanciamento social", números assustadores de óbitos aumentando no País e no Mundo estaríamos confraternizando as inúmeras conquistas e vivências que uma despretenciosa idéia provocou. Seria um blog tendo como ponto de partida um "boteco imaginário" para as resenhas, causos, amizades e muito samba bacana. Foi além.
             Seu personagens ganharam identidade visual, mais de 120.000 acessos foram registrados, os três volumes do livro foram para a revisão, uma artista bonequeira produziu os personagens, uma belíssima tela (painel dos Saraus temáticos) foi concebida, artistas de diferentes segmentos aproximaram-se, a cabeça não parou de girar.
             Novos parceiros foram identificados e se juntaram ao Armazém ancorados na NOBRE condição de escambo Cultural, ou seja, em tempos de recessão economica e de timidez nas relações pessoais, o que podemos oferecer como contrapartida são os custos mínimos e processos de visibilidade conjunta.
             Então, em meio a toda esta nova realidade identificada surge a importancia de disponibilizar um Canal no youtube do Armazém do seu Brasil. Como pontapé inicial serão produzidos programetes de 30 minutos num formato de roda de resenha de nego "véio" para compartilharmos nossos saberes e nossas coisas. Para assinar "mais esta ousadia" identifiquei um "Kid" em filmagem e fotografia. Sonhador, utópico, ousado, criativo e sensível como muitas coisas que circulam pelo ambiente da idéia.
         Quem é o cara?? Leo Andrades - um fotógrafo, VideoMaker, Músico e qualquer outra arte que fazem dele o cara inquieto como ELE mesmo se anuncia. Apaixonado por fazer parte de histórias e ajudar a contar ela de alguma forma interessante!
Quer saber mais sobre o carinha?? Acessa e localiza nas redes...EMOÇÃO garantida.

25 de mai. de 2020

Música e fé a serviço da arte – um pouco de Deborah Rosa


         
                                                        acervo da artista


          Posentão...
           A religiosidade do brasileiro pode ser considerada um dos ingredientes que   amenizam as agruras da vida moderna. Pensando nisso fui atraído por um flyer de divulgação de um show temático que ocorreria na Companhia de Arte, um simpático espaço cultural localizado no Centro Histórico de Porto Alegre.
           Tratava-se do show da cantora santa-mariense Deborah Rosa intitulado “Samba & Saravá”, uma mistura ousada agregando ao samba um ritmo e uma força inconfundível abrangendo a obra de cantoras, compositores e compositoras brasileiras com ênfase no afro religioso e, acima de tudo, na estética de culto com seus pontos, rezas e misticismos. Assim a cantora, ao lado dos músicos Daniel Rosa, Ricardo Vivian e Diego Ciocari apresentou ao público presente um repertório com uma duração de quase duas horas.
            Mas afinal de onde surgiu a cantora Deborah Rosa, dona de uma voz firme e uma capacidade de emocionar ao “interpretar” uma música? Deborah de Freitas Rosa, seu nome de batismo, herdou dos pais o gosto pela artes (música, plásticas, teatro e literatura). Em relação à música suas influências foram os discos de vinil da coleção do pai, onde grandes cantoras brasileiras como Clara Nunes, Angela Maria, Ivone Lara, Maria Bethania, Amelinha e tantas outras entoavam seus cantos e marcavam a infância da cantora gaúcha.
           Com uma trajetória que ultrapassa duas décadas de trabalho e contribuição para a cena musical do Rio Grande do Sul a cantora nascida na cidade gaúcha Santa Maria, reconhecida por sua população universitária, após circular com sucesso pela música nativista, com participação destacada em muitos festivais regionalistas, migrou para outra áreas. Assim a profissional das Relações Públicas graduada pela Universidade Federal de Santa Maria, desenvolveu experimentos artísticos em outros segmentos como o Jazz e a música negra litorânea do Rio Grande do Sul.
           Inquieta, nos últimos tempos, a cantora migrou suas atenções para o universo do Samba e com isso aprofundou suas pesquisas e buscas de maior sintonia na arte e obra reconhecida internacionalmente. Nesta fase de sua vida, um momento marcante em sua carreira foi o show de abertura da cantora maranhense Alcione, no palco de Santa Maria.
           Enquanto seu sonho de realizar um Musical, com todo o zelo que sempre teve com seus Projetos Culturais, a cantora Deborah Rosa segue cantando e encantando os espaços pelo Sul do País.
E com sua fé e trabalho segue resgatando e difundindo “os saberes, falares e cantares” que envolvem as ancestralidades e as matrizes africanas que moldaram nossa Cultura Brasileira. Assim foi realizado em 2019, no Theatro São Pedro, o mais requintado espaço cultural do Rio Grande do Sul. 

Nem tudo é "isolamento social". Agregando novas parcerias


                                                                     
           Acervo pessoal da jornalista e Marcelo Amaro - sambista gaúcho radicado no Rio de Janeiro

           Posentão...

           A Pandemia e o tal virus com nome de chuveiro elétrico dos anos 90 nos trouxe muita aflição, medo, tristeza, insegurança, desordem mental e tudo mais. Precisamos nos cuidar, nos proteger com os devidos resguardos e cuidados necessários para evitar o contágio e preservar a NOSSA e a Vida de TODOS.
          O futuro nos reserva uma reorganização nas coisas, tempos difíceis em relação ao novo quadro econômico mundial que se anuncia e os novos tempos nos motivam a preparar a retomada de nossas coisas, entre elas, nossos investimentos e parceiros culturais.
          Os "dedos" e as ações devem ser cirúrgicas para atingirmos, minimamente, nossos anseios e crenças de um Mundo mais leve através da arte, da poesia, da música, da literatura, da dramaturgia, as artes plásticas e de tudo que possa "tocar o coração das pessoas".
          Assim, em tempos de isolamento e comemoração dos 10 anos de existência do Armazém do seu Brasil necessitei reorganizar toda a programação idealizada para tais comemorações. Nesta nova etapa, as parcerias são fundamentais para o recomeço.
           Nos próximos dias, anunciarei uma série de novos parceiros e a reafirmação de alguns antigos. A primeira delas a ser celebrada é com a Produtora SohAres Produções, cuja responsável principal é a jornalista, escritora, pesquisadora e produtora cultural Indaiá Dillenburg. Cuja participação percorrerá caminhos do blog, do programa de rádio, da Consultoria, dos Projetos Sociais parceiros, diferentes produtos e tudo que estiver sintonizados com o boteco imaginário MAIS CHEIO DE VIDA que circulou nestas praças.    

3 de mai. de 2020

Filosofia em tempos de "Isolamento social" - João Paulo Silveira x Edinho Silva

          Acervo pessoal do João Paulo Silveira  -                        na imagem na companhia dos filhos(falta uma)


         Posentão...

        Em tempos de "isolamento social", numa mistura de medo, tristeza, expectativa, dor, saudades de uma vida "normal" (e os filósofos diriam..."O que consideras normal, Edinho?"). Putz!! La vem "ELES & ELAS" com suas teorias, seus pensadores, suas reflexões e tudo que nos causa frio nas costas. Por que frio? Simples. A grande maioria nos provoca a PENSAR sobre tudo, sobre todos.
         Eu tive muita sorte na vida...minha carreira de "filósofo de boteco" ganhou uma potencializada quando conheci o tio João Paulo Silveira (o moço da gravata encarnada...no centro do sofá, tio da minha mulher). Ufa...sujeito dinâmico, provocador, "duro como um aço" e ao mesmo tempo "mole como queijo provolone na chapa quente". Um carinha criativo, inteligente, de aguçada percepção das coisas, desafiador, inquieto, irônico, generoso em compartilhar conhecimentos. Filosófico, diria.
       Isto mesmo...o "carinha" transfere um certo medo ao aproximar-se. Por que? Explico, melhor. Sabe aquelas pessoas que CONHECEM UM POUCO DE TUDO um pouco e transpira "boas doses de trocas de conhecimento"? No início pode ser pavor, conversar com alguém com perfil e olhar superior, de quem domina bastante um determinado assunto e fragiliza a quem chega perto? Te aproxima, um pouco mais e acabará descobrindo que, o JP disponibiliza espaços e oportunidades para as "tais trocas". De uma conversa profunda de um pensador da mais alta prateleira de bibliotecas européias o tio filófoso nos conduz a uma resenha de boteco das mais saborosa. Melhor do que calabresa frita nos bares do Mercado Público de Porto Alegre.
       Dizendo isso pode parecer que o mocinho concorda com tudo que ouve?? Não. Talvez, esta seja a "porção de morango" no doce de chocolate, As divergências nos provocam a nos afastar e retornar com mais força para o debate. Mais instruído, mais reflexivo, mais maduro e mais seguro. E qual a surpresa?? ELE recebe com o mesmo afeto e sorrindo diz: "EU sabia que tu voltarias melhor...e mais!! Não melhorou para a conversa e sim, para tua reflexão e reorganização de idéias e pensamentos". Não é BACANA, termos um filósofo em nossa convivência? EU garanto que sim...
       Desde a primeira vez que teve acesso às coisas do Armazém do seu Brasil, acolheu com muito entusiasmo..."Pô, Edinho, meu sobrinho do coração, esta tua coisa de amigos imaginários, resenhas de nego véio e filosofias de botecos é muito boa".
        Elogio de Mestre do quilate do filósofo João Paulo é coisa chique?? Deve ser gravado e ouvido uma vez por semana...Assim funciona como uma dose de "12 anos" ou "uma  marisqueira de Osório".
JP Silveira - meu malvado favorito, digo, meu filósofo favorito MUITO OBRIGADO por seres inspirador nas minhas horas de produção textual em tempos de "Isolamento social".

Te admiro, te gosto muito e sou teu fã...sabe disso!
Carinhosamente,

Edinho Silva
E.t: À espera do "chileno tinto" encantado.     





26 de mar. de 2020

"Armazém do seu Brasil sua gente e suas histórias"....está nascendo \0/\0/\0/\0\/



     Michele Moura - professora de literatura e linguas - vestindo jeans ao lado da tela                                                                                                                                                              Imagem: acervo pessoal 

              Em tempos de resguardo "movimentar gavetas, papéis e sonhos" combinam com o planejamento para o retorno à vida normal. Tal tarefa passa por formatar as ações comemorativas aos 10 anos do Blog Cultural Armazém do seu Brasil.
              Dentre as diferentes ações idealizadas está o lançamento de uma publicação gráfica, dividida em tres volumes, que incluem textos, imagens, postagens, gravuras, ilustrações, depoimentos, entre outras coisas. 
              A revisão ficará a cargo da parceira do Armazém, Michele Moura, Atriz e Professora de Literatura e Linguas da Rede Pública Estadual que gentilmente colocará seus conhecimentos à disposição dos nossos "sonhos". 
            Mantendo a forma original a construção deverá ser coletiva. Os textos são meus, mas a revisão ortográfica, a formatação técnica, a colaboração das imagens, os traços, os eventos de lançamento da obra (?) tudo com a assinatura "DE GRIFE" de parceiros de fundamental importância.
            No evento intitulado NOSSO MOSAICO, estiveram reunidos artistas plásticos gaúchos e profissionais de diferentes áreas de atuação e pesquisa  e entusiasmados "pensadores" e seus objetivos comuns. Um deles: tornar a vida mais leve sob as bênçãos das artes.
            A imagem acima ilustra um evento bem bacana que realizamos em 2019 no NOSSO Espaço Cultural Atelie 1, localizado no Centro Histórico de Porto Alegre. Da direita para esquerda: Michele Moura (revisora e diretora financeira do Atelie 1), Deja Rosa (artista plástica da Casa Criativa), Ramon Alejandro (artista plástico e Presidente do Atelie 1), Marlisie Guimaraes (acadêmica de Psicologia e Educadora social), Lelei Ávila (Historiador e Gestor de empresas), Isabel Feijó (Gestora de negócios), Guaracy Feijó (artista plástica), Lúcia Santanna (Conselheira tutelar e liderança comunitária). Sentados, na direita Vitoria Santanna da Silva (Mestranda em Pedagogia) e Euzinho (Edinho Silva).