17 de mai. de 2026

Jaime Eduardo - um baita cara...que cruzou minha vida

 

                                           A imagem registra um trio que mora em meu peito


            Posentão...

            Semanalmente, recebia uma ligação de um grande amigo que a Vida me apresentou - Jaime Eduardo Andrade. Todo domingo pela manhã aguardava ansioso o telefonema do Jaiminho para trocarmos dicas culturais e boas risadas da vida alheia. Tempo bom demais...

            Na imagem acima, ELE posa feliz nas arquibancadas do Grêmio ao lado da irmã Cinthia e da mãe Maria Helena. Se é difícil descrever as boas lembranças, sem emocionar-se? Um pouco...descrever a sintonia e os laços de afetos que o pessoal aqui de casa nutria pelo Jaiminho? Nada difícil. Como falei anteriormente, o Jaime era meu parceiro de boas resenhas, troca de dicas sobre música do Brasil, fofocas entre amigos, muita gargalhada em nome de bom humor e deboche alheio, xingamentos e opiniões divergentes sobre qualquer assunto e um abraço afetuoso que rolava na direção de minha familia.

            Algumas pessoas que me conhecem, afirmam que sou duro e não costumo chorar...Enganam-se, pois já chorei muito nesta vida. E a ausência de meus pais, minha vó querida, as parentes de Bagé e de Porto Alegre, assim como amigos como o Jaime, o Paulo Rosa, a Eugênia, o Tiaraju "parente", o nego Lom e muitos outros e outras que me falham a memória, possuem o mesmo peso. 

            Em determinados períodos do ano, destes tempos agitados que vivemos, confessadamente nos fragilizamos  e permitimos que a tristeza nos absorva. A lembrança das melhores memórias nos oferecem boas risadas e uma saudade que aperta "um pouco bastante"...

            Sei ...lá!! Haja...força.                                      



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