12 de abr. de 2018

Reeducação alimentar...pode??




                   Pois, o nego Edi traz mais uma estória do Carlito Trovão.
              Nos idos dos anos 80 a Cidade Baixa, em Porto Alegre já tinha seu formato de boemia. Haviam na região muitos bares que serviam comida e bebida aos músicos da noite que saiam de seus "shows e apresentações" para a primeira refeição do dia, lá pelas 7h da manhã. O nego Nanato era crooner de um grupo de baile da Cidade que era habitual frequentador de um bar, de propriedade de um outro cantor famoso.
                 Habitualmente, o dono do bar e cantor, servia os clientes cantando seus boleros pelas mesas. Outra particularidade no seu bar era a equipe a equipe de trabalho: na cozinha sua mãezinha e no salão principal sua mulher e seus filhos. Hoje ELE tem na conta 23 filhos, 15 netos e 10 bisnetos...Mas não é o assunto em questão. O tema é o Nanato e sua forma exótica de se alimentar.
Funcionário da Prefeitura Municipal, o cara chegava no bar perto depois das 6 da manhã. Pedia um carreteiro, ovo frito e feijão mexido. Claro...e uma "bereja". Mais uma diga-se de passagem.                 
                Enquanto esperava a comida, o Nanato cochilava um pouco. Nem preciso dizer que, quando vinha o prato ELE quase não comia. Era comum encontra-lo com o rosto mergulhado no feijão e no carreteiro. Inúmeras vezes foi acordado na mesma cena e sem o menor pudor pagava a conta e ia embora com o rosto "ligeiramente" sujo de comida. O dono do bar, parceiro de longa data passou a dar-lhe desconto e entregar um ovo cozido para que pudesse comer na parada do ônibus.
                 Vai ser bom em reeducação alimentar assim, na casa do ....
                 Pode?? O Carlito Trovão, disse que pode.

2 de abr. de 2018

Condomínio fechado é mais seguro. Não acham??





    • Posentão...
    •  
    •         O nego Edi nos conta uma estória ocorrida no sábado de aleluia. Os protagonistas? O nego Tidão do cavaco e o César Braguinha. O pecado dos caras já começa na sexta-feira santa. Um deles (o Tidão) trabalhava numa oficina mecânica  e o outro (Braguinha) trabalhava numa farmácia no Centro da Cidade.
    •        Duplinha de galanteadores e sambistas nas horas vagas percorreram quase toda Porto Alegre atrás de uma roda de samba, em pleno dia santo. Não foi fácil, mas lá pelas bandas da Zona Norte (lá pelo Sarandi) encontraram a "muvuca". A busca foi feita a bordo de um carro bacana que estava no conserto na oficina mecânica, onde o Tidão trabalhava. Não atuava como mecânico, não tinha habilidades. Lavava peças e manobrava os veículos que chegavam.
    •           Como tinha acesso às chaves, escolheu o melhor "auto", chamou o parceiro e saiu à procura do tal samba. O pagode estava movimentado. Bebidas geladas "circulavam", os casais sambavam, tudo era festa em plena sexta-feira santa. Não tinha churrasco, mas muita bebida e paquera.
    •        Não demorou muito para "duas donzelas" amigas cairem na lábia da dupla. Em pouco tempo, os casais já estavam familiarizados e antes que a noite avançasse decidiram buscar um local mais reservado. Com a grana um pouco curto o Braguinha sugeriu que fossem para a casa de uma das mulheres para programarem algum outro programa.
    •        A empolgação foi tanta que, acabaram adormecendo no "cafofo" das moças para realizar um churrasco no sábado de aleluia. O Tidão havia apresentado ao grupo uma noitada mais discreta e uma carne assada num lugar bacana no outro dia. Logicamente que todo este zelo tinha razão. "Como circular com um carro do cliente pela Cidade??" Enfim...as gurias toparam o "papo doce" dos moços.
    • Amanheceu e logo cedo, o Tidão sugeriu que todos levantassem depois de um café bebido e rumassem para um condomínio fechado que os amigos construiriam suas casas. Como ambos estavam em regime de separação e eram velhos amigos, entenderam ser possível a vizinhança. A dupla passou na casa de um terceiro amigo, apanhou espetos, facas e rumou para um açougue escolher a carne.
    •           Na cidade de Viamão, região metropolitana de Porto Alegre, existe um parque florestal (Saint Hilare) cuja a área possui uma vegetação muito bonita, churrasqueiras espalhadas, lagos, espaço para estacionar e o mais importante: porteiro e vigilantes no acesso de entrada. Para ingressar no Parque não há a obrigatoriedade de pagamento de taxa, bastando a identificação aos responsáveis pela cancela. "Malandramente", o Tidão que dirigia o carro ao passar no portão principal e ser abordado pelo vigilante florestal, sutilmente, alcançou uma cédula de R$10,00. 
    •           Ingressaram no Parque, com as convidadas, as carnes, as bebidas e uma vontade de escolher(?) os lotes que construiriam suas casas. E por que, não ouvir a opinião das "novas namoradas"?? Foi um dia inesquecível para todos. Inclusive os NOVOS MORADORES DO CONDOMÍNIO FECHADO. Os detalhes da estória e sua continuação?? O nego Edi não quis saber...Até ELE ficou com nojo dos amigos...

31 de mar. de 2018

Sua ou NOSSA Casa Criativa?? Novas parcerias...



                                     acervo pessoal do artista



Posentão...

           "Quer saborear um café passado na hora conversando sobre arte, cultura, música e outros assuntos interessantes??" Isto já é um bom convite, né mesmo?
               O assunto é mais sério ainda...Quer aprender música com uma metodologia contemporânea mesclada com bons ensinamentos tradicionais?? EU tenho uma recomendação. Procure o professor  Daniel Rosa, um dos responsáveis pela CASA CRIATIVA - espaço de cultura\ e arte.
              O moço é um arranjador dos bons, compositor, músico experimentado e de larga experiência com diferentes ritmos 
            Aproveite os cursos de guitarra, baixo, violão, cavaquinho e técnica vocal para aprender, se divertir e desenvolver sua criatividade, don ou talento. Tua primeira aula, experimental é por conta da casa.
             E se a mãe, a namorada, o padrinho quiser te acompanhar e ter uma iniciação no mundo das artes plásticas? Vem junto...A dona Deja Rosa, artista plástica e professora,  te espera no andar superior da Casa Criativa.
           O investimento é único, não tem matrícula. E você tem liberdade de escolher seu ritmo de estudos e formatos de aprendizagem.
                Faltou alguma coisa?? Acho que não. Venha respirar Arte num espaço criado só para você.
                E o cafezinho?? Quase servido...


https://www.facebook.com/suacasacriativa/?hc_ref=ARQex6liEpKM6ABIFQEmmoHiCgHMMT_e-J5glwp29S8uuYz7trimShvS4XH9Ps__lEU



12 de mar. de 2018

Cheiro forte ou essência divina??


Posentão...
            O nego Edi nos conta que sua prima de São Sepé, a nega Dadá e seu marido, Juliano "Alegoria" passaram por poucas e  boas no Carnaval de Porto Alegre, em 2010. O casal folião e residente no bairro do Tabuleiro, em São Sepé, sempre gostou de desafios.
           ELA com seu requebrado e sua ginga, seus títulos momescos lá pelas bandas de Santa Maria, na companhia de seu maridão Juliano receberam um convite para desfilar numa escola de samba no Carnaval de Porto Alegre. A Escola de Samba Academia do Imperador, uma das maiores da Região Metropolitana estaria homenageando um grande nome da Cultura Gauchesca em seu tema enredo.
            O Juliano, profissional premiado em Concursos e Provas, como cenógrafo e aderecista viria para mostrar seu talento nos carros alegóricos e demais alegorias da escola. Ela, a Dadá, pela primeira vez viria como destaque no carro principal. Ao lado de outras mulatas, a Dadá viria como uma bela fantasia vinda da Capital Paulista para compor a Corte do personagem homenageado.
           Na concentração, momentos antes de ingressar na avenida (Complexo Cultural Porto Seco) o "enredo", nome conhecido da Cultura gaúcha sentiu uma forte vontade de urinar. Com os banheiros químicos distantes, uma escuridão que tomava conta do espaço, o carnavalesco e um dos diretores da Escola "implorou" à Dadá e as demais mulatas para que se posicionassem de costas e fizessem uma barreira com seus vestidos e fantasias (tipo biombo) para que a "vossa excelência" pudesse fazer sua necessidade biológica.
         Resultado: um pouco de incontinência, algum teor etílico no corpo forçaram o senhor a errar o alvo. Assim, o vestido da Dadá foi premiado com alguns 300 ml de pura urina. Sem perceber, a nega Dadá subiu no carro sob o olhar atento do Juliano, que ainda conseguia conter o riso.
          Tudo em nome do Carnaval e da folia de Momo, a nega Dadá atravessou a avenida "premiada" pelo mal cheiro e as risadas do marido.
            Perguntei ao Nego Edi se a prima continua desfilando?? Nunca mais. Largou. Agora só vai de abadá em Salvador. E costuma dizer "Meu nego, se é para sambar mijada...pelo menos tem que ter um banho de mar, na finaleira".     

28 de fev. de 2018

Deborah Rosa - Um pedaço de Santa Maria no Armazém



                                                       crédito da imagem: Filipe


Posentão...

         "Pedra que muito se muda, não cria limo jamais..." Quem não conhece o samba que a "marron" imortalizou um dia?? Muita gente, não??
         Outro dia, pensando nas coisas do Armazém refleti sobre o que ouvia e penso que não concordo muito com a afirmação da maranhense. Sabe por que?? Simples. Quando as coisas são boas, ELAS PODEM sim, mudar de local, de cidade, de espaço, de terreiro. Afinal, não criou "limo", mas saiu para as ruas. Indo ao encontro de todos. E a Déborah Freitas e seu canto não param de transitar.
       As artes plásticas precisam sair dos ateliês. As canções precisam sair dos estúdios. As danças precisam invadir as pistas. Aqui, ali, acolá. Arte, cultura e energia precisam ser compartilhadas.
          E os "cantos"?? Mais ainda, afinal quem canta seus males espanta, né mesmo produção??
          Pois, na próxima quarta-feira, 7 de março, o Musical Évora recebe Deborah Rosa em “Divas do Brasil”. A apresentação ocorre na Sala da Música do Multipalco Theatro São Pedro, às 12h30, com entrada franca. 

       No show, a cantora, que será acompanhada por Daniel Rosa (guitarra e violão), fará uma homenagem às mulheres através de um passeio pela música brasileira na voz de grandes interpretes nacionais, como Ivone Lara, Maria Bethânia, Elis Regina  entre outras. Natural de Santa Maria, Deborah Rosa trabalha e contribui há 20 anos. Com mais de 500 apresentações em todo o estado (nos mais variados locais, de bares a Teatros), trazendo na bagagem diferentes e ousados Projetos Musicais que exaltam e renovam o cenário com novos compositores e com os clássicos.
            Alguns dias depois junta-se ao Regional "Os Brasileiros" - a trilha sonora do Armazém do seu Brasil, cuja atual formação conta com Rogério Pereira, Nego Izolino, Silvinho Xavier, Bóca do cavaco, Carlos Buiu, Vini do pandeiro. E com a participação especialíssima do Carlinhos Presidente, seu inseparável pandeiro e suas obras autorais.
              Assim no dia 13/03 - terça-feira, das 19h30min às 23h30min, acontece a primeira roda de samba do Armazém de 2018. Muita resenha e samba de nego véio. Reencontros e celebração com cara de Brasil.
Onde? Mr. Skull - rua São Luiz, 433 - Santana
Investimento cultural? R$7,00 (único)
http://www.teatrosaopedro.com.br/musical-evora-apresenta-deborah-rosa-no-show-divas-do-brasil/#

https://www.youtube.com/watch?v=SFrlJMIBFVc

         

26 de fev. de 2018

2018 te prepare!! Eu e as coisas do Armazém iremos te usar

                                                                 Acervo pessoal - Direto das águas do Velho Chico


           Posentão...

        O ano de 2017 foi muito gratificante sob diferentes aspectos em relação ao Armazém do seu Brasil. O blog possibilitou que inúmeras pessoas de diferentes localidades pudessem se divertir com as estórias e seus personagens. Ganhou repercussão nacional após a apresentação no Programa Nação do Canal Brasil, com a apresentação da talentosa jornalista Fernanda Carvalho e a atenta produção da equipe capitaneada pela competente jornalista Vera Cardoso onde pudemos conversar sobre samba, celebridades do Carnaval de Porto Alegre, samba autoral e clássico na animada roda de samba do Armazém. Novas parcerias se aproximaram e novos Projetos foram idealizados.
Enfim, "só coisas boas"...
          Mas 2018 o que nos reserva?? Bah!! Muito mais coisas. Mais rodas de samba e resenha em formas de Sarau, teatro, literatura, iniciativas e Projetos sociais, oficinas temáticas, imagens nas redes, a retomada do Programa na rádio web e muitas outras coisas legais que nos remetam à defesa e o direito de acesso de todos à Cultura Popular e lazer. Com todos os "passes renovados" dos craques que fazem o autêntico samba aquecer os "corações" e a alma de todos os envolvidos. Quem são os caras? Rogério Pereira (violão sete cordas), Nego Izolino (percussão e voz), Silvinho (cavaco), Henrique Buiu (percussão e voz), Vini (pandeiro), Bóca do cavaco (banjo), Carlinhos Presidente (voz), Debórah Rosa (Santa Maria) e Aline Preuss (Canoas) nas cantorias. Faltou alguém?? Sim.                   Nosso escrete sempre acolherá todo "aquele ou aquela" que desejar samba conosco. 
Em viagem de férias, na companhia da melhor companhia (minha mulher Patricia Venturela), incentivadora e apoiadora dos meus sonhos, fui até Maceió/Alagoas. Percorremos algumas praias até chegarmos no rio São Francisco. Uma terra de muitas belezas naturais, história e cara do Brasil e todos os mistérios que cercam o "Velho Chico". 
        Na oportunidade AGRADECI AOS CÉUS por estarmos visitando um local tão bonito e acolhedor. Aproveitei ainda para trazer "uma carranca" utilizada nas cabeceiras das jangadas e barcos para espantar as energias negativas. Então, seu 2018...te prepare, pois "iremos lhe usar" com toda a força e energia em nome do Armazém do seu Brasil. E a inveja e o olho gordo?? O amuleto toma conta...e foi o menor que consegui trazer...

Primeira roda de samba e resenha de 2018 do Armazém do seu Brasil
dia 13/03/2018 - terça-feira - das 19h30min às 23h30min
Mr. Skull - rua São Luiz, 433 - Santana - Porto Alegre/RS
Investimento cultural: R$7,00 (único)

11 de jan. de 2018

Quando o coração aperta?? Saudades...ora!




          Posentão...

         Francamente, não lembro os dias das "passagens" dos meus pais, seu Edison "Baixinho" e dona Carminha. Tristeza pura. Então prefiro ficar com as lembranças boas, entre estas, as comemorações de seus aniversários - dia 04/09 DELE e 11/01 DELA.
     Nestes dias NÓS que continuamos deste lado, choramos, sorrimos, celebramos, oramos, recordamos, escrevemos, nos emocionamos, comemos "de montão", bebemos um pouco, transgredimos, afagamos e outras tantas coisas que um ser humano pode simbolizar em coisas bacanas. 
        Cada um a seu modo, EU e meus dois irmãos, manifesta-se a seu modo sem perder a "doçura" que nos foi oferecida enquanto estivemos todos juntos. As lembranças são muitas e caso decidisse relatar em postagens ocuparia muitas páginas. Destaco algumas delas, entre estas, algumas relacionadas ao Natal.
         Sempre viva na minha memória, lembro do meu pai nos primeiros dias de dezembro chegar em casa com um galho grande de pessegueiro (em muito casos) e uma lata de tinta vazia nas mãos. Residindo numa casa simples de madeira, de 3 cômodos e banheiro fora, iniciávamos os preparativos natalinos bem cedinho. Minha mãe, sempre de forma silenciosa, foi uma pessoa muito atenta e criativa. Isto mesmo...Ambos com limitações de educação formal, conseguiam nos transferir conhecimentos e saberes capazes de contribuir muito na nossa formação como PESSOA.
        Meu pai, marceneiro dos bons, olhava uma modelo de móvel numa revista ou ouvia a idéia de algum arquiteto e em poucos dias entregava a encomenda pronta. ELA, minha mãe e aniversariante do dia, muito antes dos "Masterchef da vida", da Ana Maria Braga e das fórmulas mágicas propostas para que as crianças provem e comam todos os alimentos oferecidos era "craque" na maquiagem e apresentação dos pratos. Se hoje, SOMOS CHATOS, na hora da refeição foi porque o Mundo moderno nos transformou. Na minha casa simples, uma salada ou até mesmo um chuchu "sem graça" tinha um apelo sedutor. A "Minha" era xarope!! Sem requinte, pois as condições não permitiam, mas muita criatividade e ousadia.
        Putz!! Estava falando do Natal, né?? Pois, a dona Carminha revestia a lata de tinta com papel de presente (geralmente vermelho - Olha a Coca-Cola aí gente!!!) e a enchia com terra do pequeno quintal  de nossa casa. O passo seguinte era passar um cal (não havia tinta disponível) no galho do pessegueiro e enterrar na lata de tinta. Próximo passo seria decorá-la com as bolinhas de Natal, algodão, caixinhas de fósforo revestidas de papel de presente e partir para a decoração. Juntar cartões de Natal (velhos e bons tempos que tínhamos a caligrafia das pessoas na companhia da gente).
E os presentes da tal árvore?? Como disse no início, a grana era curta, mas árvore decente merece ter pacotes de presentes a seus "pés". Como fazer?? Pergunte à dona Carminha...Forrava caixas de medicamentos vazias, de sapatos, latas de conservas e estruturava um cenário natalino bem bonito.           Tinha presépio?? Claro. A manjedoura com capim seco, os reis magos feitos com soldados plásticos doados ao longo do ano. Os bichos eram produzidos na criatividade também. O gado e alguns outros partiam de frutos de um mamoneiro com as pernas de palito de fósforo. Estrela no topo da árvore seca, também não poderia faltar...E não faltava.
          E a mesa no dia de Natal?? EU ainda, não tive a oportunidade de comer em algum hotel chique e, tampouco, viajar num Cruzeiro, porém alguns livros, imagens de revistas e a criatividade da Dona Carminha com seu conhecimento empírico, criatividade e disposição em oferecer SEMPRE o melhor para sua familia "arrebentava" na produção. As bebidas nem lembro, mas e os pratos?? Nossa!!!                 Nada chique (o orçamento não dava), porém a apresentação era para encantar os olhos. Lembram que referi a limitação de grandes estudos?? Os especialistas costumam afirmar que os "olhares chegam primeiro nos manjares". Era isso que acontecia...  
          Acho que escrevi demais, né??
        Azar! Tenho saudade DELA e DELE...enquanto escrevo, choro, recordo e agradeço a quem me deu a honra de compartilhar um pedaço da minha vida tão legal que EU JAMAIS ESQUECEREI.
         A certeza do reencontro conforta?? Sei lá...a gente escreve, a gente quer acreditar nisso ou nos fizeram acreditar nisso. O fato é que SAUDADE É COISA DE GENTE GRANDE. Não é pra fracos!!
        Se sou EDINHO, é por tua causa seu "Baixinho". Se sou SILVA é para não te esquecer, Dona CARMINHA. Muito obrigado, Carlão e Xú que me presentearam com este apelido que permite lembrar dos meus pais sempre quando alguém me chama.
Onde quer que estejam, queria que soubessem que mesmos diferentes, cada um com seu jeito, humores e rancores, teus filhos resultaram "COISAS POSITIVAS" e sempre que podem expressam através de abraços como registrado na foto todo o respeito, afeto e paixão.
Amorosamente,

Teu filho, Edinho Silva