6 de abr. de 2019

Puro Asthral - sinônimo de resistência, perseverança, boas energias e muito samba

       Imagem registrada na grande apresentação  do Grupo de samba, Puro Asthral, na CCMQ, em 2017.



Posentão...

Se existe coisa que motiva meus sentimentos, renova meus sonhos e "agita" meus devaneios e cruzar o caminho de pessoas perseverantes, ousadas, leves e comprometidas com objetivos de comparttilhar sentimentos e energias. Pode parecer exagero, mas não é.
Minha relação com o Coletivo Puro Astrhal não é  nova e tampouco, oportunista na carona do sucesso da roda de samba democrática e popular que transformou a movimentada avenida Borges de Medeiros no endereço mais pulsante às terças-feiras.
Acompanho o trabalho desde os tempos do Projeto "Bebendo na fonte" realizado pelas Comunidades de Porto Alegre cantarolando e sambando com obras clássicas e populares, com a mesma intensidade que muitas produções autorais de sambistas compositores gaúchos.
Em junho, o Grupo prepara o mês de comemorações de seus 9 anos de existência. Ainda não sei onde será, mas a certeza que o sucesso está garantido diante das agendas de compromissos e pessoas que estão sendo apresentadas ao trabalho do Grupo.
Hoje pela manhã, despertei com uma mensagem ao telefone do Juliano Barcelos, o filho do "Cadão" Carvalho (seu Ricardo para os mais próximos) e da dona Vera Daisy, voz principal do Puro Astrhal. Recebi duas gravações de sambas executadas em uma das rodas da Borges. Minhas limitações com as tecnologias impediram o compartilhamento com meus leitores. Enfim...quer conferir o samba dos caras, vá amanhã para Gravataí, ou no próximo dia 21/04, na Banda da Saldanha ou energize-se com o "Samba da escadaria" na próxima terça-feira.
EU RECOMENDO que vá...suba os degraus e cai no samba. O Juliano costuma convocar sambistas que estão passando pelo outro lado da rua, como vez comigo outro dia. Cruzava na outra esquina, distante da roda de samba, e ELE em meio a uma composição de João Nogueira fez uma saudação e me chamou para para a roda.
Descontração, energias, risos, ritmos, batucadas, amizade e muito SAMBA garanto que encontrarão na escadaria da Borges, nas terças-feiras. E vá preparando o gingado, pois "quem não dança, segura a criança..." e juntos irão acompanhar com as palmas da mão.
Vamos??


Em tempo: Na foto, os sambistas do grupo Puro Astrhal, convidados, os compositores Wilson Ney e Nego Izolino, o diretor do show, o pesquisador carioca Marcos Salles e equipe após o show da Casa de Cultura Mário Quintana.

21 de fev. de 2019

Forró bacana - Ritmos pelo Brasil

 
 
Posentão...
 
Na companhia de minha mulher, estava desfrutando as belezas e maravilhas da Cidade de Alagoas/Maceió. Estávamos hospedados num Hotel que acolhia pessoas de diferentes lugares do Brasil. Sacumé, trabalhador quando sai em férias recorre ao "modo CVC". Aliás, quem nunca??
No café da manhã, antes dos passeios, muitas destas pessoas cruzavam caminhos e espaços no elevador. Nos primeiros dias, "fitei" um casal com uma "expressão de pessoas legais no rosto". Ela, a Vivi, sorridente e simpática. ELE, o Josué, sério e concentrado. E assim cruzávamos entre frutas cortadas, pães e fiambres do restaurante.
Num dos diferentes passeios, compartilhamos uma mesa (os dois casais) e não tive outra alternativa se não provocar as apresentações. Bendita hora.
Casal de mineiros, queridos "ao cubo", uai. ELA, profissional da área da saúde, e ELE, desta vez de riso farto, profissional da área de entretenimento e eventos sociais. O papo e o convívio ao longo do tempo transformaram-se em momentos inesquecíveis.
O tempo voa e agora cada um no seu cantinho, nós no Sul e ELES, nas Minas Gerais. Nossas conversas não pararam e no mês de janeiro recebi uma ligação telefônica de lá anunciando uma ação cultural das boas.
O nome?? Forró Di Mart'
Quando?? 22/02/2019 - Sexta feira - a partir das 21h
O que vai rolar? No comando do mecânico, explodindo a pista com o melhor do forró, DJ Naty - com todo seu charme e ousadia nas picapes.
No meio da festa um super show com "Trio Lampião" - botando o povo para dançar.
Aproveita e reserva tua mesa e teu convite. Não fica de fora, o ambiente climatizado super aconchegante, para o seu melhor conforto e diversão!
Convites individuais: R$ 20,00 e com nome na lista R$15,00 (valor bonificado aos 100 primeiros convidados).
Informações pelos telefones: (31) 9 9867.7677 Ernany// (31) 9 8580.0449 Josué
**Lista ate as 16horas do dia do evento**

Onde será a festa? Av. Aníbal Macedo 787 - Arcádia Centro de CONTAGEM / MG
 
Reserva nossa mesa, bem perto da banda, fechado?? Prometo não experimentar todos os drinques da festa...

 

7 de fev. de 2019

Banjo é coisa de moleque ou de fera? Tanto faz...desde que o protagonista seja o compositor e sambista Herlon




Posentão...

Já comentei com amigos próximos o talento, sensibilidade, leveza, criatividade do compositor, cantor e arranjador Herlon do banjo.
Ainda adolescente ouvia grupos sambistas que despertavam minha atenção pela poesia, encanto e melodia. O Grupo Raça era um deles. O compositor Délcio Luiz, o "cara dos casamentos" era um dos integrantes da banda.
Neste coletivo de talentos musicais, onde todos cantavam, sambavam e interagiam com seu público o samba era compartilhado com muita empolgação. Em 1996, vindo diretamente de Vitória/Espírito Santo chegava ao grupo o músico Herlon do banjo. Pouco tempo depois desembarcavam sucessos conhecidos que atravessaram o País. Uma destes "Bom dia, amor" representa uma verdadeira declaração de paixão e romantismo.
Em 2016, quando fui prestigiar uma tradicional concentração de samba realizada no Bairro Santo Antonio, em Porto Alegre presenciei uma ligação do sambista, que iria se apresentar na Região Metropolitana, ao meu amigo José Oliveira (Zé do banjo) anunciando que sairia direto do Aeroporto Salgado Filho para um abraço aos amigos do Sul. Achei gentil a atitude e resolvi contatá-lo mais tarde para falar sobre o assunto.
Gentilmente, o sambista Herlon do Banjo não só adicionou meus contatos aos seus, como passou a trocar informações sobre o samba pelo Brasil, seu trabalho e as coisas do Armazém do seu Brasil.
Na próxima sexta-feira, dia 08/02/2019, a partir das 20h, o "carinha do Banjo" estará alegrando e interpretando seus sucessos no Boteco Dona Neusa, um dos redutos sambistas da Cidade Baixa, em Porto Alegre.
RECOMENDO com letras maiúsculas o programa.
Vamos??
Serviço:
Dona Neusa
rua Gal. Lima e Silva, 800 - Cidade Baixa - 3013-8700im Silva, 800 - Cidade Baixa | FONE: (51) 3013-8700
https://www.botecodonaneusa.com.br/


https://www.youtube.com/watch?v=5Cke9RH0kFs

8 de jan. de 2019

Lentes do Brasil - Cinema nacional por Sonia Rocha


     Posentão...

        Em meio a tantas nuvens escuras o ano de 2019 promete muita coisa legal. O retorno do Armazém do seu Brasil, em versão rádio web, na mesma emissora - www.radioestacaoweb.com (Rádio Estação Web). 
       Com uma versão repaginada, novos quadros, convidados especiais, muito mais samba (dos clássicos aos autorais), novidades, informação, entretenimento e muita Cultura Popular.
       Uma das novas parceiras convidadas, a pesquisadora Sonia Rocha, será a responsável pelo quadro "Lentes do Brasil". A intervenção abordará comentários sobre cinema nacional, documentários, resenhas do Mundo da "sétima arte" sempre apresentadas de uma forma leve, descontraída e, sobretudo, com a cara das nossas coisas. 
       A convite do intelectual doutor Totonho (do Armazém) a pesquisadora Sonia Rocha, crítica cinematográfica, editora do site Cinema & Movimento, mestre em Educação, professora de História e Filosofia aposta no potencial do cinema para fomentar pensamento, informar, instigar curiosidades e ser um nicho rico para pesquisas, por serem registros de seus tempos como registro de mentalidade, nível tecnológico e momento histórico.
     No próximo dia 11/01/2019, no Ateliê 1 - Coletivo de artistas, a pesquisadora oferece um "Curso de Iniciação à Arte Cinematográfica", com a professora Sônia Rocha. A qualificação visa a iniciação à arte cinematográfica objetivando dar uma noção de história do cinema, dos aspectos técnicos à sua importância para nossa sociedade. Serão 12 aulas, com carga horária total de 36 horas e emissão de certificado de conclusão, todas as sextas, das 18h30 as 21h30. 
Formulário de inscrição:

      Que tales?? Vamos??

fonte: 
http://www.cinemaemovimento.com/author/admin/

https://www.cinemaemovimento.com/



19 de dez. de 2018

Nego Izolino Nascimento - o griô do samba no Armazém

                   Acervo pessoal do artista - Nego Izolino do Nascimento e Edinho Silva/Teatro São Pedro



        Posentão...

         Quem nunca ouviu falar do samba composto nos Pampas gaúchos?? Nos diferentes gêneros musicais que rolam por aqui  existem muitas obras de qualidade na composição autoral. Especificamente, no SAMBA que é um ritmo que me identifico bastante, registra-se um número expressivo de compositores e compositoras nomes no cenário.
          Particularmente, costumo potencializar os parceiros especiais do Armazém do seu Brasil (Nego Izolino, Carlinhos Presidente, Paulinho Bom Ambiente, Dédo Pereira, entre outros). O que aparece na imagem acima é o Nego Izolino Antonio, também conhecido como griô do samba gaúcho.
       Reconhecido pelo seu qualificado repertório de composições de sambas enredos, sambas dolentes e de raiz o nego Izolino preparou para 2019 envolvido numa super produção um cd com composições autorais que marcaram a vida de muita gente. Com reconhecidos nomes de artistas e técnicos envolvidos na produção do trabalho o resultado de temporadas de gravação promete sacudir a cena no Estado.
          Ontem à tarde, li num jornal de circulação nacional que artistas gaúchos renomados reuniriam-se para eventos sociais e de divulgação da música no RS, ocupando salas e espaços culturais da Cidade. Não causou-me estranheza, mas sim, tristeza não avistar nenhum nome ligado ao samba. Com todo respeito que merece o compositor e cantor Nelson Coelho de Castro, identificado como o nome do samba de 2016 ou 2017...nem lembro muito bem. E os outros que possuem autenticidade e sintonia com o ritmo?? Os "negros Izolinos" do Sul??
         A história do povo do Carnaval e do samba gaúcho possui muitas riquezas, mas precisam ir além "dos tapinhas nas costas" e da batucadinha discreta. Seríamos os culpados pelo desprestígio dos nossos sambistas locais? Por que invadimos espaços públicos engrossando as multidões que se acotovelam para assistir um nome nacional em dia ensolarado? E por que pagamos "ingressos polpudos" em teatros para assistir sambistas do Brasil e não investimos R$10,00 ou R$15,00 no trabalho dos nossos?
        É choradeira minha? Não. Não é. Experimente ouvir as estórias e os sambas compostos por artistas da grife do Nego Izolino? Não sabe onde encontrá-lo? É bem facilzinho...todo sábado ele canta num bar na Cidade Baixa e nos próximos dias 20 e 21/12/2018, estará abrilhantando a roda de samba e resenha do Armazém.
Não te finge e cai dentro...

Serviço:

Armazém do seu Brasil natalino
Onde? Ateliê 1 - rua Senhor dos Passos, 259 - sala 63 - Centro Histórico
Quando? dia 20/12/2018 - quinta-feira - das 19h30min às 21h30min
Quanto? 0800 ...entrada franca
Comidas e bebidas? Cada leva a sua.
Apoio Cultural: Núcleo afro Conceição Evaristo, do Ateliê 1


Dia Nacional do Samba é todo dia
O Samba do bom sujeito recebe o Armazém do seu Brasil 
Onde? Bar Amarelinho - rua Brasiliano de Moraes, 44 - IAPI
Quando? dia 21/12/2018 - sexta-feira - a partir das 20h
Quanto? R$5,00 (único) investimento cultural


  

14 de dez. de 2018

Energias boas na avenida – um pouco de poesia


                                                       Acervo pessoal do Grupo Puro Asthral - Revellion 2016

Para tristeza de muita gente, o Carnaval de Porto Alegre no ano de 2018 sofreu um duro golpe. Por diferentes motivos (que prefiro abordar num outro momento) os foliões e simpatizantes da maior festa popular do País – o Carnaval  não puderam exibir suas fantasias, enredos e euforias neste ano.
Não teve passista, nem mestre-sala, nem ritmista, porta-bandeira, nem instrumentos e, tampouco arquibancadas para os que costumam aplaudir a “ópera do povo” que é a folia de Momo.
A tristeza abre espaço para reverenciar um grande sambista e compositor de sambas enredos do Estado. O Rio Grande do Sul ao longo dos tempos, foi celeiro de talentosos compositores, porém afirmo, com letras garrafais, o mais impactante samba de exaltação à uma Escola de Samba gaúcha foi o  compositor Wilson Nei – o poetinha do Sul, como é conhecido por gente que entende de samba nestas regiões. Aos 15, compôs a primeira obra. E não parou por aí.
Com fortes ligações aos Imperadores do Samba, umas das tradicionais escolas de samba da Capital Porto Alegre, o diretor de harmonia, violonista, compositor e intérprete Wilson Ney dos Santos percebendo o grande entusiasmo dos carnavalescos vermelhos e brancos (as cores da agremiação) compôs o  samba de quadra definitivo da Escola, onde destaca em “Convite ao Povo” os seguintes versos: “Povo meu/ povo meu/Ainda resta um lugar na nossa Escola/desça da arquibancada e vem sambar no Imperador/ Pois além da alegria também existe amor/. Um canto que inundava a avenida de desfiles e contagiava os milhares foliões da ocasião independentes de Agremiação carnavalesca. Imagens eletrizantes que os apaixonados pela Cultura Popular registravam..
Filho de um sapateiro com uma dona-de-casa e mais novo entre seis irmãos, Wilson Ney começou a trilhar o caminho da música na Chácara das Pedras, bairro popular em Porto Alegre. Aos 13 anos, já tocava violão com o grupo sambista “Povo meu”. Sua estreia no Carnaval veio em 1971, quando foi convidado a compor um samba de exaltação para a Sociedade Floresta Aurora. Samba que, aliás, foi “extraviado”. Antes de apresentá-lo à sociedade, Wilson Ney mostrou aos Acadêmicos da Orgia, que gostaram e acharam que o samba deveria ser para uma escola, e não para um bloco.
Considerado um dos grandes poetas do samba gaúcho e autor de mais de 500 obras, Wilson Ney ultrapassou os limites do bairro na zona norte de Porto Alegre e conquistou fama nacional, sendo gravado por Neguinho da Beija-Flor, Elza Soares, Dominguinhos do Estácio, Leci Brandão e Alcione, entre outros.
Ao completar “algumas dezenas de anos de carreira” traz na sua bagagem autoral um clássico samba do cancioneiro gaúcho do gênero intitulado “Fogo de palha” (1978) identificado pelo refrão forte e apaixonado: “Vá, sou o primeiro a lhe dar a mão ...Agora que eu quero ver...Se eu ou se você estava com a razão...Se foi fogo de palha ou não” A carreira do compositor nada tem a ver com o título de sua composição. Sua inspiração nunca foi passageira. Nem o seu talento.
Assinou ao longo de sua carreira muitos sambas-enredo de escolas como Imperadores do Samba, Acadêmicos da Orgia, Beija-Flor do Sul, Império da Zona Norte e Copacabana. Foi tema enredo dos Fidalgos e Aristocratas e passou pela direção de harmonia da maioria das entidades carnavalescas locais.
Torcendo que o Carnaval de Porto Alegre, meu, do Wilson Ney e de tanta gente  possa renascer, a avenida ganhar vida e as arquibancadas lotarem. E por que não esvaziar, para sambar com os Imperadores, os Bambas, a Leopoldina, a Restinga, a Praiana, o Império, a Vila do Iapi, a Samba Puro e todas que desejarem sambar?
Até breve, 

Edinho Silva, do Armazém


Música e fé a serviço da arte – um pouco de Deborah Rosa


                                                                                                               Acervo pessoal da artista

Posentão...
A religiosidade do brasileiro pode ser considerada um dos ingredientes que amenizam as agruras da vida moderna. Pensando nisso fui atraído por um flyer de divulgação de um show temático que ocorreria na Companhia de Arte, um simpático espaço cultural localizado no Centro Histórico de Porto Alegre.
Tratava-se do show da cantora santa-mariense Deborah Rosa intitulado “Samba & Saravá”, uma mistura ousada agregando ao samba um ritmo e uma força inconfundível abrangendo a obra de cantoras, compositores e compositoras brasileiras com ênfase no afro religioso e, acima de tudo, na estética de culto com seus "pontos", "rezas" e misticismos. Assim a cantora, ao lado dos músicos Daniel Rosa, Ricardo Vivian e Diego Ciocari apresentou ao público presente um repertório com uma duração de quase duas horas. 
Mas afinal de onde surgiu a cantora Deborah Rosa, dona de uma voz firme e uma capacidade de emocionar ao “interpretar” uma música?  Deborah de Freitas Rosa, seu nome de batismo, herdou dos pais o gosto pela artes (música, plásticas, teatro e literatura). Em relação à música suas influências foram os discos de vinil da coleção do pai, onde grandes cantoras brasileiras como Clara Nunes, Angela Maria, Ivone Lara, Maria Bethania, Amelinha e tantas outras entoavam seus cantos e marcavam a infância da cantora gaúcha.
Com uma trajetória que ultrapassa duas décadas de trabalho e contribuição para a cena musical do Rio Grande do Sul a cantora nascida na cidade gaúcha Santa Maria, reconhecida por sua população universitária, após circular com sucesso pela música nativista, com participação destacada em muitos festivais regionalistas, migrou para outra áreas. Assim a profissional das Relações Públicas graduada pela Universidade Federal de Santa Maria, desenvolveu experimentos artísticos em outros segmentos  como o Jazz e a música negra litorânea do Rio Grande do Sul.
Inquieta, nos últimos tempos, a cantora migrou suas atenções para o universo do Samba e com isso aprofundou suas pesquisas e buscas de maior sintonia na arte e obra reconhecida internacionalmente. Nesta fase de sua vida, um momento marcante em sua carreira foi o show de abertura da cantora maranhense Alcione, no palco de Santa Maria.
Enquanto seu sonho de realizar um Musical, com todo o zelo que sempre teve com seus Projetos Culturais, a cantora Deborah Rosa segue cantando e encantando os espaços pelo Sul do País. E com sua fé e trabalho segue resgatando e difundindo “os saberes, falares e cantares” que envolvem as ancestralidades e as matrizes africanas que moldaram nossa Cultura Brasileira.
Forte abraço

                            Edinho Silva, direto do Armazém e dos Pampas