20 de dez. de 2013

2013 chega a seu final, cheio de novidade e samba no pé



              Final do ano, compras de Natal, roupas com as cores dos orixás, ação solidária com a comadre Licinha, IPTU, décimo terceiro anão (negociamos com o banco), reunião do condomínio (chamada extra), amigo secreto na firma (tirou o papelzinho com o nome da colega marrenta!!), visita do cunhado (para anunciar que o dinheiro emprestado só vem depois da Copa), entre outras coisinhas. Tudo pode acontecer em dezembro!!
              O que fazer?? Guardar o cartão de crédito na última gaveta da cômoda, pegar a cara metade, as crias, o isopor, a cadeira de praia, o naco de carne, o tamborim e correr para o reduto do Samba do Andarai, na Praça Jornal do Comércio (Jardim América, no Bairro Santo Antônio).
             No bar de sempre, quem conheceu no passado (ali pertinho do Colégio Gabriela Mistral) ou para os que nunca participaram da função recomendo que peguem uma lotação Canal 10 ou um "Fião básico". Por que?? Porque a cerveja que rola por lá é bem gelada e o samba é muito quente.
             E assim o Samuka Guedes, o Fabinho, o Eduardo "Cabeça", o Zé Oliveira e todos e todas Andaraís o esperam a partir das 13h para curtir muito Luis Carlos da Vila, Almir Guineto, nego Isolino, Fundo de quintal, Paulinho da Viola, Monarco e outras coisitas.
Quer saber mais detalhes?? Não conto. Vá conferir de perto "a magia de cavacos, pandeiros, violões, surdos, palmas da mão, amigos, costelas gordas, cervejas geladas e muito mais.

Vamo??  Eu vou...

Abraço a todos e não esqueça: "Se dirigir não beba, ou se beber não dirija, ou se beber pague antes, ou se for de ônibus não carregue muitas bolsas. Só não esqueça do recado do Samuka?? "Como já tão perguntando, vou reforçar: não tem CARNE nem CEVA de GRÁTIS! Cada um traz o seu naco!"

15 de dez. de 2013

Tudo está no seu lugar. graças a Deus!!



        Atendendo inúmeros pedidos apresento neste domingo, dia 15/12/2013, das 13h às 15h, no Armazem do seu Brasil (o meu, o seu e oo nosso programa de rádio), o  Especial Benito di Paula. Um desfile de sucessos e muitas curiosidades sobre o sambista cheio de estilo, jóias e brilhantismo nas composições.
        Sambista.que marcou seu espaço com originalidade, bom humor e,sobretudo, falando de coisas do Brasil -sua gente,as belezas naturais, a beleza feminina,entre outras coisas.
        Então "pra matar a saudade,minha senhora...", confere com a familia e os amigos que "..;Tudo está no seu lugar, graças a Deus."
Abração,

Edinho Silva (www.radioestacaoweb.com) .


28 de nov. de 2013

E viva o TAMBOR do ALABÊ ÔNI...

           
        
 
            Ao iniciar a primeira batida no couro e o rufar dos tambores do energético quarteto formado nas ruas, nos terreiros e nas praças de Porto Alegre o Centro da Cidade ganhará um novo formato. Um jeito de Brasil, com cheiro de Angola, uma essência de Africana com a fidalguia e gingado de Pelotas, a malemolência da Restinga com os trejeitos do Maranhão (e por que não do Uruguai?). E assim será...com as bênçãos do Princípe Custódio e todos os tambores espalhados pelo mundo.
            Pois a avenida Alberto Bins não será mais a mesma depois de sexta-feira, 29/11/2013. A partir das 20h, no aconchegante espaço do Teatro do SESC acontece o show de lançamento oficial do DVD Alabê Ôni, em única apresentação.
            Ao longo de 2013 o grupo viajou por todos estados do norte, nordeste e centro-oeste do país no Projeto Sonora Brasil. Em 2014 percorrerá todos estados do sul e sudeste mostrando a presença negra no estado do RS através dos tambores e cânticos religiosos. Gravado no primeiro semestre deste ano, o DVD Alabê Ôni mostra conteúdo de matriz africana ancestral do estado do RS constituído de Batuque de Nação Oyó Idjexá, Maçambique, Quicumbi e Candombes, sempre tocados com tambor de sopapo. No repertório, cantos gaúchos ancestrais e religiosos de domínio público.
            No palco, Pingo Borel, Mimmo Ferreira, Kako Xavier e Richard Serraria. No show haverá ainda a participação especial da cuerda de candombe La Uruleyra e Clarice Moraes (bailarina).
             Eu e a Karol Venturela e mais umas dezenas de amigos vamos. E tu?? Vai ficar ouvindo a batida do tambor de longe??
             Aparece lá.

                             Edinho Silva

Ou acessa: http://alabeoni.blogspot.com.br/

A COISA TÁ PRETA...e dai?? Chega mais perto e confere



           Ousadia, sensibilidade, bom gosto e refinamento. Esta é a definição mais apropriada para a publicação que chega no mercado editorial. Hoje, confesso que foi um pouco difícil guardar segredo para "guardar a quatorze chaves" a notícia sobre a revista "A COISA TÁ PRETA". Não entenderam nada, né?? Pois, tive o prazer de ser convidado pelas jornalistas Thais Silveira e Renata Lopes, na companhia da administradora e gestora de negócios Cintia Bicca para junto das coisas do Armazém do seu Brasil me agregar neste projeto especial que se transformou em revista.
           Com uma tiragem trimestral de 10 mil exemplares, a publicação será distribuída em Universidades, Clubes, Sociedades, Instituições Públicas e Privadas, Escolas de samba, redutos culturais, Escolas de músicas, lugares públicos de circulação de pessoas, Estabelecimentos de ensino e por onde cruzar pessoas contagiadas em difundir de forma contextualizada e com enfoque positivo a história e cultura da população negra. "Com a representatividade negra atingindo estimados 50% da população brasileira é fundamental incentivar a visibilidade dos negros ao destacar referências em áreas diversas como: cultura, beleza, literatura, empreendedorismo, história, turismo, entre outros", enfatizam as editoras Thais e Renata.
             E assim como ficar de fora de uma função desta grandeza e de outras parcerias entre a Coisa tá preta e o Armazém?? Não dá, né??
              Então sintonizarei meu rádio e chamarei seu João do Brasil, Tianinha, dona Morena, doutor Totonho, os demais personagens e todos os amigos do Armazém e me jogarei para o evento. Água de cheiro nos punhos, manga da camisa dobrada, a pomada preta no sapato, a agenda com os contatos dos amigos na mão e o Tony Tornado berrando no ouvido.
Vamos??

Edinho Silva

 http://www.youtube.com/watch?v=cN-NSLBOrvw
     


22 de nov. de 2013

Visita ilustre no Estado - que também fala de samba


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Outro dia recebi via facebook  um convite  que me sensibilizou muito. A origem era da conta do Sérgio Peixoto, temista, pesquisador, estudioso, tricolor, artista, cenógrafo e inquieto  batalhador da Cultura Popular em nosso Estado. Idealizador de muitas iniciativas no mundo do Carnaval do RS, com destaques para o varal do samba – a exposição itinerante de camisetas alusivas às escolas de samba do Brasil e a criação do CETE - Centro de Estudos e Pesquisas de Tema Enredo e Memorial do Carnaval. O convite era para participar de um encontro, audiência, palestra  ou aula (como queiram?) com uma das mais importantes e respeitadas autoridades do mundo do samba na atualidade e grande amiga da galera do CETE. Convidada de grife. Trata-se da carioca  Rachel  Valença,  professora, filóloga, pesquisadora, jornalista  e Mestre em Língua Portuguesa pela Universidade Federal Fluminense.

No próximo dia 30/11/2013, a partir das 14h, na  Assembléia  Legislativa, o Sérgio Peixoto, o Gerson Brisolara e a rapaziada do CETE estarão recebendo  a pesquisadora e autora de obras e publicações do mundo do samba, entre elas  “Serra, Serrinha, Serrano: o império do samba” (1981), escrito em parceria com Suetônio Valença, sobre a escola de samba Império Serrano, “Carnaval: pra tudo se acabar na quarta-feira” (1996) e “Carnaval: para saber mais” (2003) e outros tantos periódicos sobre o tema que falará de tudo, das suas pesquisas e projeto de elaboração do dossiê “Matrizes do samba no Rio de Janeiro”, para registro do samba carioca como patrimônio cultural do Brasil e dos seus mais de 30 anos como pesquisadora na Casa de Rui Barbosa e atualmente ocupa a vice-presidência do Museu da Imagem e do Som. Da Academia, com seus conhecimentos na área de Linguistica, aos terreiros e quadras de samba, de ritmista à vice-presidente do Império Serrano.

Tá sem rumo?? Te agrega e vamos conversar sobre samba, cultura popular, gente, Carnaval e Brasil. Eu, já reservei minha credencial. Vai pipocar??

Abraços a todos e não esqueçam...parafraseando Sócrates ”Só sei que nada, sei”. Aos estudos e aprendizados.

Edinho Silva

19 de nov. de 2013

Funções natalinas




           Para alguns a data não passa de um forte apelo comercial quando dezenas de pessoas invadem lojas, free shops e todos os tipos de estabelecimentos comerciais na busca de presentes para os parentes, amigos e "amores". É décimo terceiro que fica curto, são receitas da ceia natalina trocadas entre comadres e um espírito de bondade que invade a todos. As questões religiosas ficam afloradas e as ruas centrais enfeitadas.
Particularmente, o mes de dezembro me agrada muito - meu aniversário, festa da firma, Natal e Revellion.              Pois, meu parceiro e amigo, Edinho Souza, da G3 Sonorizações bolou uma festança bem bacana, regada a muita música de qualidade, empolgação, amigos, comida boa, roupas temáticas, brindes surpresas e muitas brincadeiras.
            Quando?? dia 07/12/2013, sábado, a partir das 21h, no Salão da FDRH.
Vamos? Eu vou. Juntarei minha galera, meu trenó e as renas, o saco vermelho e vou cair na festa.  
Quem não for ficará condenado a ouvir o tema de Natal interpretado pela cantora Simone nos próximos 10 anos. Algumas cidades do Interior de São Paulo e do Nordeste já proibiram a execução em Shoppings locais.   

12 de nov. de 2013

Os canários do Sul

Mais uma postagem do Baticumbum...


Na foto, uma homenagem dos Bambas da Orgia ao GRANDE Jajá. Ao fundo, o Batuqueiro do Armazém, Fábio Ananias

 
Outro dia escrevi em algum informativo, não lembro se era no Armazém do seu Brasil ou no BATICUMBUM, ou até mesmo um outro espaço, sobre a forma como acordava no período pré-Carnaval na minha adolescência. Dormia mais tarde nos finais de semana, pois o canto da grande Maria Helena Montierr, na época primeiro microfrone dos Imperadores do Samba, chegava até minha casa. Coisa boa.

Depois, quando podia, chegava com os amigos até a Unidos do Umbú, na Medianeira, para conferir o Luiz Fernando Lima, também conhecido como MENECA, para conferir o canto e as composições de sambas daquela escola. Os corneteiros afirmavam que o moço não podia pensar em algum enredo ou samba que inibisse seu pedido para os céus mandarem água. E como chovia quando o Umbú desfilava.

Certa vez, um parceiro que era o passista principal da Escola desfilou com uma fantasia bem bacana de guerreiro tribal, tecido de tigre e tal. No meio da avenida, caiu o "toró" e o cara chegou na dispersão parecia o Tarzan. Da roupa do príncipe negro só sobrou a sunga. Todo molhado a "realeza".

Quer conhecer o final da história?? Acessa www.baticumbum.com.br  - na Coluna "Na arquibancada", todas as sextas-feiras.