26 de dez de 2016

Bruno Fontana - o novo colunista do Armazém do seu Brasil em 2017

 


Fonte da imagem:
acervo pessoal do novo colunista

Qual o preço de sermos o melhor que podemos ser? Que venha um novo ciclo, mais consciente.
                Chega fim de ano muitos de nós paramos pra pensar, analisar aquilo que passou, com todo simbolismo que esse período traz: o fim de um ciclo e o início de outro. Passamos por isso durante toda a vida, mas por que às vezes é tão igual, sem grandes novidades positivas?
               Sonhamos com um novo início, novas oportunidades, novas experiências e conseguimos só prever coisas boas, que o próximo ano traga consigo maravilhas e seja melhor que o anterior. Bom, sonhar é maravilhoso, e arrisco dizer que sonhar é uma fagulha que transcende a alma, sonhar saudável, sonhar possível e “impossível”, sonhar é o que nos leva para onde entendemos nos fazer mais felizes, mais plenos. Sonhar é viver na mais pura essência que a palavra “viver” pode representar. Mas, por vezes não conquistamos nossos sonhos no tal “ano novo” e nos frustramos, chega novembro e bate aquele peso que a pergunta “conquistei o que queria no início deste ano?” traz. Mas, logo ali já é ano novo, de novo, e vêm mais sonhos, mais metas, mais entusiasmo por estar se encerrando esse ciclo que não deu certo e iniciando outro que vai dar: “agora vai! Agora vai ser diferente! Esse é meu ano!”.  Como um ano diferente vai ser responsável por trazer sucesso para pessoas que são as mesmas, que não aprenderam? Os anos, o tempo, apenas existem. Não assumem a responsabilidade de levar sucesso pra alguém.
            A mente humana é extremamente criativa positivamente para aquilo que não viveu: “se eu tivesse feito isso ou aquilo, hoje teria sucesso”. Calma, outros caminhos também teriam suas dificuldades, que não conseguimos conceber pelo fato de não termos sofrido com elas, então nos resta praguejar as pedras do nosso caminho e sonhar com a grama verde do vizinho, sem saber das dificuldades para deixá-la assim.
             Mas, então, como é que eu saio desse “ciclo vicioso”? Não é fácil, adianto. Porém, qual é o preço que vale teu sucesso? Qual o preço que vale tua felicidade, paz de espírito por ter feito o que pôde? Pra que consigamos começar a ter sucesso precisamos mudar a nós mesmos. Olha... Que clichê, não é mesmo? Pode ser, contudo, as frases e dicas mais impactantes do mundo sempre estiveram acessíveis a nós, e o que fazemos com isso? Refletimos com profundidade? Nos melhoramos ou só postamos no Facebook? Exemplo: “conhece-te a ti mesmo” (Sócrates) ou “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas” (O Pequeno Príncipe). Aposto que tu já leste em algum lugar essas duas frases, mas parou pra vivê-las? Absorveu o que dizem?
            Convido-te a ler e refletir sobre elas, todos os dias, e te garanto que em alguns momentos tu terás compreensões diferentes, pois à medida que cresce a tua maturidade de entender, cresce a tua capacidade de agir e motivar-se.  Desejo, do fundo da minha essência e minha alma, que neste início de ciclo que é o ano de 2017, nós melhoremos a capacidade de nos conhecermos, vencendo nossos pontos mais fracos e potencializando os fortes, e sejamos conscientes de que somos responsáveis pela nossa própria realidade.
            Que sejamos o melhor que podemos ser dentro das nossas limitações e potencialidades. É com muito amor que escrevo essa breve passagem, e que a semente que aqui contém, floresça gigante dentro de todos nós.

                                   Bruno Fontana - massoterapeuta, acadêmico de Educação Fisica, terapeuta vibracional e corporal

Posentão...        Na última semana de dezembro de 2016, gostaria de apresentar o mais novo colunista do Armazém do seu Brasil - Bruno Fontana. Chega na conta das parcerias da filhota Karol e que, gradativamente foi estreitando  as relações com nossa família. Conversando, compartilhando vivências e construindo "coisas" para um Mundo mais leve, mais justo e mais igual. Opiniões que convergem para o que pensamos por aqui no Armazém do seu Brasil.
       Então quinzenalmente teremos textos sobre comportamento, sentimentos, sociedade contemporânea, energias alternativas e outras coisitas.
Vamos??
Abraços,

Edinho Silva