4 de nov de 2015

Aniversário do Porto Boteco Alegre - O Sombrinha prometeu fazer até o "Laçador" sambar



             De fato o tempo voa. Parece que foi ontem. Éramos todos jovens. Uns mais, outros nem tanto. Enfim, um "sambinha bacana" nos aproximava. Os caras haviam vencido a etapa Pagode do Chance do Diarinho. Isto mesmo!! O Cantakgente, um grupo de guri de apartamento misturado com uma galera de peso da Tinga (que atuava como banda de apoio) era o que bastava para explodir as noites do Cord com seu Pagode Universitário. 
             Em 2014, o grupo já não existia mais. Muita água rolou sob a ponte e as boas lembranças e amizades são as coisas mais bacanas que restaram. Em especial, o Fernando Maeda, sujeito de poucas palavras e muitas ações e o Rodrigo Bronquinha - um "sobrinho", afilhado, amigo, confidente...sei lá como tratar me proporcionaram uma surpresa bastante agradável - o tal Porto Boteco Alegre.
          Lembro que, quando comentavam sobre a idéia do nome e proposta cultural do bar, nossa conversa parecia uma reunião de uma agitada agência de publicidade. Era idéia de todos os lados. Só EU desembarquei com dois cardápios prontos, algumas sugestões de programação, folders de espaços culturais da Cidade. Verdadeira loucura. Acompanhava tudo de perto. Vi os caras subir no telhado, lixar paredes, negociar com fornecedores, bandas, fazer contatos com os clientes. A ousadia os forçou a fornecer almoço. Aliás, já experimentaram o rodízio de A la minuta do Porto Boteco Alegre?? Até o Laçador fica com água na boca.
            A seguir veio o desafio do conceito de "o novo espaço de samba da Cidade". Erros, acertos, os melhores sambistas, outros nem tantos, uma banda, duas ou três bandas, atração local, numa outra oportunidade atração nacional. Enfim, o Porto Boteco Alegre lentamente iria "escrevendo" seu nome na cena sambista da Capital. Nos dias 21 e Bronquinha, com o Laino e a equipe na retaguarda foram buscar o emblemático sambista carioca com nome de ator americano. Ninguém menos do que SOMBRINHA, direto do Rio de Janeiro, dos áureos tempos de Fundo de Quintal e da dupla formada com Arlindo Cruz.
            Quando a notícia ganhou as ruas, o telefone do bar não parou mais de tocar. Coisa boa, não?? E para provar que todo dia é DIA DE SAMBA no Porto Boteco Alegre e que "...é sempre assim...tem noites que não sei o que é dormir...é hora de toda a tristeza se acabar!!". Não pensa muito. Te joga no samba. A noite promete e para não comprometer o atendimento seleto de todas as noites, os ingressos são limitados.
             Vamo?? Eu vou......\0/\0/\0/\0/\0/


https://www.youtube.com/watch?v=hpvs2f3Hc28&index=3&list=RDAaYyVFTxuls

3 de nov de 2015

Por que não usar uma "Bonder"? - Handebol na UFRGS em alta




              Há mais ou menos 3 anos venho acompanhando o handebol universitário na UFRGS. Quem me apresentou ao desporto foi o acadêmico, futuro educador físico, atleta(?), conhecedor das manhas do esporte, "inflexível" e estudioso Guilherme Caporal. Após acompanhar a performance das equipes masculina e feminina da UFRGS em competições como a Copa Unisinos, JUGs, Competições locais e estaduais e principalmente, nas duas edições dos JUBs 2014 e 2015 pude perceber por que tanta gente gosta de jogar o esporte da bolada pequena e cola nas mãos.
        Na edição de 2014 dos JUBs, em Aracajú/SE,  NOSSA equipe enfrentou algumas adversidades.A forte temperatura, o modelo de bola e algumas situações delicadas no comando da arbitragem dos jogos reforçaram a força das equipes adversárias para as coisas complicarem. Felizmente, um coletivo de garra e fibra que enfrenta desafios como a Copa Mercosul, na Cidade de Santa Maria - um dos redutos do handebol gaúcho - com a cabeça no alto, os pés firmes na quadra e a pontaria afiada na goleira adversária, não deixaria "barata" a derrota no certame universitário nacional. Não deu outra. A equipe masculina que representou o RS deixou sua marca na cidade sergipana. Na quadra, nos treinos, nas areias e no quiosque especializado em feijão tropeiro. Tudo na maior harmonia e afinidade.
              Chegou 2015 e com ele uma agenda lotada de compromissos. Destaco os JUGs 2015 - a fase classifcatória para os JUBs. A edição deste ano aconteceu na cidade de Pelotas, na adocicada e energética capital mundial do DOCE. Fui escalado para acompanhar as delegações de Basquete, Xadrez e Handebol da UFRGS. E a Competição como foi?? Alguma doçura?? Nada. Confrontos de altíssimo nível técnico. No Xadrez, não tivemos muito sucesso, porém nas modalidades de Basquete e Handebol, ambos masculino, fomos disputar as partidas finais com as competentes equipes da UFPEL. As equipes da FEEVALE encostando no pára-choque traseiro dos finalistas.
         Particularmente, na viagem de ida já percebia o alto astral que habitava o grupo. Jovens acadêmicos animados pela tarefa de representar a Universidade e conviver entre amigos, transformavam o barulhento ônibus em verdadeiro transporte coletivo de seminaristas, quando algum recado importante seria dado ou alguma manifestação motivadora seria compartilhada. Da "nega maluca" e de um outro bolo que não lembro aos sucos e goles quentes de chimarrão que rodavam no ônibus tudo era sinônimo de parceria. Em Pelotas, repetiam-se a solidariedade e companheirismo. Nas quadras, na pizzaria e na fábrica de doces (direto da escola confeiteira de Portugal). Resultado de tudo isso?? Nosso time masculino classificado para o JUBs 2015, em Uberlândia/MG.
           Para atender as duas demandas - Copa Unisinos e JUBs o grupo foi fragmentado. Em São Leopoldo, uma representação guerreira.  Literalmente, transpirando sangue na quadra. E nas terras mineiras como foi nosso desempenho?? Infelizmente, não ocorreu o que esperávamos. Algumas lesões antes do embarque, outras durante a Competição o que não impediu de repetirmos o desempenho da edição anterior. Permanecemos na divisão que disputamos no ano passado e mostramos  que no RS se joga HANDEBOL. E muito!! E a cola nas mãos e na bola?? Não fica "pra sempre". Sai com gelo ou esfregando na sola do tênis.
             E os doces de Uberlândia?? Os de Pelotas são infinitamente melhores.
                 Eu gostei muito da parceria....

Edinho Silva     

2 de nov de 2015

Papel higienico; o melhor amigo do Homem




            O famoso e bem sucedido arquiteto gaúcho João Guilherme Silveira participava de um Congresso Nacional sobre "Decoração de interiores", em Aracajú/Sergipe quando foi surpreendido por uma situação inusitada.
           O evento que durou 10 dias tinha uma variada proposta de temas e uma agitada "agenda gastronômica" na programação cultural. Um verdadeiro desfile de comidas típicas e temperos exóticos da região. Rolava de tudo. Da feijoada mariscada até o cuscuz com carne de sol.
           Ao chegar no Hotel, após a farta janta, de forma apressada foi direto ao banheiro do seu quarto "depositar suas lembrancinhas" que fizeram  sua barriga roncar por breves minutos. Suando frio, relaxou "sujando toda a louça" do sanitário. Ao buscar o papel higiênico não encontrou "ninguém em casa". Putz!!! E agora, o que fazer?? Suando muito, conseguiu forças para chamar pelo celular seu amigo Huguinho que estava na recepção do hotel e às pressas veio lhe socorrrer. Resumo da ópera, como o arquiteto costuma dizer: "Por um detalhe não ficou com uma mancha em sua história".
            Coisas da vida e cada um cumprindo o seu "papel". Né, mesmo??