26 de dez de 2013

Renovando energias com samba dos bons

          



Meus queridos e minha queridas...

Já trocaram os presentes de Natal que vieram com a numeração errada?? Já reservou o chopp para o Revellion?? Encomendou o leitão que receberá um calor infernal no dia 31/12?? Já reencontrou teus amigos para abraçá-los e celebrar os festejos de dezembro?? Tá esperando o que??
Bota tua roupa branca, tua camiseta da escola de samba preferida, teu shortinho, tua flor no cabelo, teu perfume importado que o Noel te trouxe e cai no samba conosco.
O Juliano Barcellos Costa e a galera do Puro Astrhal prometeu uma agitada roda de samba ao ar livre e um desfile de sambas clássicos e populares que agitará as ruas da Cidade Baixa. A rua Joaquim Nabuco estará fechada, mas os braços dos sambistas abertos para receber os amigos e todos aqueles que apreciam um bom violão, um cavaco maneiro, um pandeiro agitado e uma percussão geral das boas.
É 0800, ousado e liberado.
Domingão (29/12/2013), a partir das 16h30min até às 21h, na Rua Joaquim Nabuco, imediações da Travessa Venezianos, Bairro Cidade Baixa.
E assim será o I Pré Revellion da Cidade Baixa. 
Vamos?? 

 
 
 
 




















E o Natal continua...renas, trenós, bons velhinhos e um samba de responsa




        Pensaram que no Armazém não celebramos o Natal?? Engaram-se> Tem reprise especial hoje do Armazem de Natal. Sugiro umas fatias de panetone com sorvete, umas longs necks bem geladas ou um sanduiche de pão preto com sobras de perú.
       Faltou alguma coisa?? Sim. Sintonizar na   http://www.radioestacaoweb.com/ e curtir o samba nosso de todos os domingos e quartas-feiras, depois da meia noite.
Vamos?? To esperando a galera, hein??

20 de dez de 2013

2013 chega a seu final, cheio de novidade e samba no pé



              Final do ano, compras de Natal, roupas com as cores dos orixás, ação solidária com a comadre Licinha, IPTU, décimo terceiro anão (negociamos com o banco), reunião do condomínio (chamada extra), amigo secreto na firma (tirou o papelzinho com o nome da colega marrenta!!), visita do cunhado (para anunciar que o dinheiro emprestado só vem depois da Copa), entre outras coisinhas. Tudo pode acontecer em dezembro!!
              O que fazer?? Guardar o cartão de crédito na última gaveta da cômoda, pegar a cara metade, as crias, o isopor, a cadeira de praia, o naco de carne, o tamborim e correr para o reduto do Samba do Andarai, na Praça Jornal do Comércio (Jardim América, no Bairro Santo Antônio).
             No bar de sempre, quem conheceu no passado (ali pertinho do Colégio Gabriela Mistral) ou para os que nunca participaram da função recomendo que peguem uma lotação Canal 10 ou um "Fião básico". Por que?? Porque a cerveja que rola por lá é bem gelada e o samba é muito quente.
             E assim o Samuka Guedes, o Fabinho, o Eduardo "Cabeça", o Zé Oliveira e todos e todas Andaraís o esperam a partir das 13h para curtir muito Luis Carlos da Vila, Almir Guineto, nego Isolino, Fundo de quintal, Paulinho da Viola, Monarco e outras coisitas.
Quer saber mais detalhes?? Não conto. Vá conferir de perto "a magia de cavacos, pandeiros, violões, surdos, palmas da mão, amigos, costelas gordas, cervejas geladas e muito mais.

Vamo??  Eu vou...

Abraço a todos e não esqueça: "Se dirigir não beba, ou se beber não dirija, ou se beber pague antes, ou se for de ônibus não carregue muitas bolsas. Só não esqueça do recado do Samuka?? "Como já tão perguntando, vou reforçar: não tem CARNE nem CEVA de GRÁTIS! Cada um traz o seu naco!"

15 de dez de 2013

Tudo está no seu lugar. graças a Deus!!



        Atendendo inúmeros pedidos apresento neste domingo, dia 15/12/2013, das 13h às 15h, no Armazem do seu Brasil (o meu, o seu e oo nosso programa de rádio), o  Especial Benito di Paula. Um desfile de sucessos e muitas curiosidades sobre o sambista cheio de estilo, jóias e brilhantismo nas composições.
        Sambista.que marcou seu espaço com originalidade, bom humor e,sobretudo, falando de coisas do Brasil -sua gente,as belezas naturais, a beleza feminina,entre outras coisas.
        Então "pra matar a saudade,minha senhora...", confere com a familia e os amigos que "..;Tudo está no seu lugar, graças a Deus."
Abração,

Edinho Silva (www.radioestacaoweb.com) .


28 de nov de 2013

E viva o TAMBOR do ALABÊ ÔNI...

           
        
 
            Ao iniciar a primeira batida no couro e o rufar dos tambores do energético quarteto formado nas ruas, nos terreiros e nas praças de Porto Alegre o Centro da Cidade ganhará um novo formato. Um jeito de Brasil, com cheiro de Angola, uma essência de Africana com a fidalguia e gingado de Pelotas, a malemolência da Restinga com os trejeitos do Maranhão (e por que não do Uruguai?). E assim será...com as bênçãos do Princípe Custódio e todos os tambores espalhados pelo mundo.
            Pois a avenida Alberto Bins não será mais a mesma depois de sexta-feira, 29/11/2013. A partir das 20h, no aconchegante espaço do Teatro do SESC acontece o show de lançamento oficial do DVD Alabê Ôni, em única apresentação.
            Ao longo de 2013 o grupo viajou por todos estados do norte, nordeste e centro-oeste do país no Projeto Sonora Brasil. Em 2014 percorrerá todos estados do sul e sudeste mostrando a presença negra no estado do RS através dos tambores e cânticos religiosos. Gravado no primeiro semestre deste ano, o DVD Alabê Ôni mostra conteúdo de matriz africana ancestral do estado do RS constituído de Batuque de Nação Oyó Idjexá, Maçambique, Quicumbi e Candombes, sempre tocados com tambor de sopapo. No repertório, cantos gaúchos ancestrais e religiosos de domínio público.
            No palco, Pingo Borel, Mimmo Ferreira, Kako Xavier e Richard Serraria. No show haverá ainda a participação especial da cuerda de candombe La Uruleyra e Clarice Moraes (bailarina).
             Eu e a Karol Venturela e mais umas dezenas de amigos vamos. E tu?? Vai ficar ouvindo a batida do tambor de longe??
             Aparece lá.

                             Edinho Silva

Ou acessa: http://alabeoni.blogspot.com.br/

A COISA TÁ PRETA...e dai?? Chega mais perto e confere



           Ousadia, sensibilidade, bom gosto e refinamento. Esta é a definição mais apropriada para a publicação que chega no mercado editorial. Hoje, confesso que foi um pouco difícil guardar segredo para "guardar a quatorze chaves" a notícia sobre a revista "A COISA TÁ PRETA". Não entenderam nada, né?? Pois, tive o prazer de ser convidado pelas jornalistas Thais Silveira e Renata Lopes, na companhia da administradora e gestora de negócios Cintia Bicca para junto das coisas do Armazém do seu Brasil me agregar neste projeto especial que se transformou em revista.
           Com uma tiragem trimestral de 10 mil exemplares, a publicação será distribuída em Universidades, Clubes, Sociedades, Instituições Públicas e Privadas, Escolas de samba, redutos culturais, Escolas de músicas, lugares públicos de circulação de pessoas, Estabelecimentos de ensino e por onde cruzar pessoas contagiadas em difundir de forma contextualizada e com enfoque positivo a história e cultura da população negra. "Com a representatividade negra atingindo estimados 50% da população brasileira é fundamental incentivar a visibilidade dos negros ao destacar referências em áreas diversas como: cultura, beleza, literatura, empreendedorismo, história, turismo, entre outros", enfatizam as editoras Thais e Renata.
             E assim como ficar de fora de uma função desta grandeza e de outras parcerias entre a Coisa tá preta e o Armazém?? Não dá, né??
              Então sintonizarei meu rádio e chamarei seu João do Brasil, Tianinha, dona Morena, doutor Totonho, os demais personagens e todos os amigos do Armazém e me jogarei para o evento. Água de cheiro nos punhos, manga da camisa dobrada, a pomada preta no sapato, a agenda com os contatos dos amigos na mão e o Tony Tornado berrando no ouvido.
Vamos??

Edinho Silva

 http://www.youtube.com/watch?v=cN-NSLBOrvw
     


22 de nov de 2013

Visita ilustre no Estado - que também fala de samba


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Outro dia recebi via facebook  um convite  que me sensibilizou muito. A origem era da conta do Sérgio Peixoto, temista, pesquisador, estudioso, tricolor, artista, cenógrafo e inquieto  batalhador da Cultura Popular em nosso Estado. Idealizador de muitas iniciativas no mundo do Carnaval do RS, com destaques para o varal do samba – a exposição itinerante de camisetas alusivas às escolas de samba do Brasil e a criação do CETE - Centro de Estudos e Pesquisas de Tema Enredo e Memorial do Carnaval. O convite era para participar de um encontro, audiência, palestra  ou aula (como queiram?) com uma das mais importantes e respeitadas autoridades do mundo do samba na atualidade e grande amiga da galera do CETE. Convidada de grife. Trata-se da carioca  Rachel  Valença,  professora, filóloga, pesquisadora, jornalista  e Mestre em Língua Portuguesa pela Universidade Federal Fluminense.

No próximo dia 30/11/2013, a partir das 14h, na  Assembléia  Legislativa, o Sérgio Peixoto, o Gerson Brisolara e a rapaziada do CETE estarão recebendo  a pesquisadora e autora de obras e publicações do mundo do samba, entre elas  “Serra, Serrinha, Serrano: o império do samba” (1981), escrito em parceria com Suetônio Valença, sobre a escola de samba Império Serrano, “Carnaval: pra tudo se acabar na quarta-feira” (1996) e “Carnaval: para saber mais” (2003) e outros tantos periódicos sobre o tema que falará de tudo, das suas pesquisas e projeto de elaboração do dossiê “Matrizes do samba no Rio de Janeiro”, para registro do samba carioca como patrimônio cultural do Brasil e dos seus mais de 30 anos como pesquisadora na Casa de Rui Barbosa e atualmente ocupa a vice-presidência do Museu da Imagem e do Som. Da Academia, com seus conhecimentos na área de Linguistica, aos terreiros e quadras de samba, de ritmista à vice-presidente do Império Serrano.

Tá sem rumo?? Te agrega e vamos conversar sobre samba, cultura popular, gente, Carnaval e Brasil. Eu, já reservei minha credencial. Vai pipocar??

Abraços a todos e não esqueçam...parafraseando Sócrates ”Só sei que nada, sei”. Aos estudos e aprendizados.

Edinho Silva

19 de nov de 2013

Funções natalinas




           Para alguns a data não passa de um forte apelo comercial quando dezenas de pessoas invadem lojas, free shops e todos os tipos de estabelecimentos comerciais na busca de presentes para os parentes, amigos e "amores". É décimo terceiro que fica curto, são receitas da ceia natalina trocadas entre comadres e um espírito de bondade que invade a todos. As questões religiosas ficam afloradas e as ruas centrais enfeitadas.
Particularmente, o mes de dezembro me agrada muito - meu aniversário, festa da firma, Natal e Revellion.              Pois, meu parceiro e amigo, Edinho Souza, da G3 Sonorizações bolou uma festança bem bacana, regada a muita música de qualidade, empolgação, amigos, comida boa, roupas temáticas, brindes surpresas e muitas brincadeiras.
            Quando?? dia 07/12/2013, sábado, a partir das 21h, no Salão da FDRH.
Vamos? Eu vou. Juntarei minha galera, meu trenó e as renas, o saco vermelho e vou cair na festa.  
Quem não for ficará condenado a ouvir o tema de Natal interpretado pela cantora Simone nos próximos 10 anos. Algumas cidades do Interior de São Paulo e do Nordeste já proibiram a execução em Shoppings locais.   

12 de nov de 2013

Os canários do Sul

Mais uma postagem do Baticumbum...


Na foto, uma homenagem dos Bambas da Orgia ao GRANDE Jajá. Ao fundo, o Batuqueiro do Armazém, Fábio Ananias

 
Outro dia escrevi em algum informativo, não lembro se era no Armazém do seu Brasil ou no BATICUMBUM, ou até mesmo um outro espaço, sobre a forma como acordava no período pré-Carnaval na minha adolescência. Dormia mais tarde nos finais de semana, pois o canto da grande Maria Helena Montierr, na época primeiro microfrone dos Imperadores do Samba, chegava até minha casa. Coisa boa.

Depois, quando podia, chegava com os amigos até a Unidos do Umbú, na Medianeira, para conferir o Luiz Fernando Lima, também conhecido como MENECA, para conferir o canto e as composições de sambas daquela escola. Os corneteiros afirmavam que o moço não podia pensar em algum enredo ou samba que inibisse seu pedido para os céus mandarem água. E como chovia quando o Umbú desfilava.

Certa vez, um parceiro que era o passista principal da Escola desfilou com uma fantasia bem bacana de guerreiro tribal, tecido de tigre e tal. No meio da avenida, caiu o "toró" e o cara chegou na dispersão parecia o Tarzan. Da roupa do príncipe negro só sobrou a sunga. Todo molhado a "realeza".

Quer conhecer o final da história?? Acessa www.baticumbum.com.br  - na Coluna "Na arquibancada", todas as sextas-feiras.

7 de nov de 2013

Visita ilustre para aliviar um momento de dura reflexão



           O sujeito da foto chama-se Matheus de Assis, guitarrista, solidário, sensível e talentoso. Integrante da banda regueira Orio Jah, um produto cultural prá lá de bacana, do bairro Restinga (https://www.facebook.com/pages/Banda-Ori%C3%B4-Jah/462506957150830) veio, na companhia da parceira Kerollen Luana (o desenho na filosofia), visitar a primeira turma do curso Superior em Gestão Desportiva e de Lazer, do IFRS/Restinga. Na companhia de meu colega e parceiro, Rodrigo Dutra, fazíamos uma pesquisa para um seminário em sala de aula sobre um tema bastante pesado. "Associações filantrópicas - a recreação como função social".
            Pela amplitude a ser abordada, decidimos elaborar um trabalho por amostragem. Escolhemos 6 instituições (3 abrigos e casas lares e 3 asilos) próximas ao terceiro setor (entidades sem fins lucrativos que mantém-se através de parcerias e doações). Definimos que, 4 destes endereços seriam de instituições bastantes conhecidas e as outras duas sem tanta projeção na Cidade. Por que o critério?? Simples. Com o estudo tivemos a certeza de que, as quatro mais conhecidas da comunidade portoalegrense são atingidas por diversas vias. Enquanto as demais, apostavam nas novidades do cotidiano.
              Nossa apresentação foi tensa, pois o tema é bastante delicado. Identificar em crianças que são abandonadas ou órfãos, os idosos que são "esquecidos" pelas famílias o que mais os agrada enquanto entretenimento é uma dureza sem fim. Identificamos um grupo de acadêmicos da UFRGS que através de um projeto voluntário conta histórias num lar de idosos. O que isto tem de novidade? Nada. Alguns foram abandonados pelos parentes e querem mesmo uma visita para conversar, contar suas histórias. Numa reconstrução de relação de amizade. Em relação às crianças, percebemos muitos casos de "uma invisível rejeição" da sociedade. Afinal, na equivocada ótica de alguns, filhos de abrigos assistenciais e casas lares (sem famílias) estão condenados a serem pessoas não tão "boas" assim. Ou por questões genéticas ou por educação mesmo. Enfim, manhã tensa.
             Modificada, ao final, quando de violão em punho, nosso convidado Matheus interpretou 3 músicas (uma de Cazuza e duas do Legião Urbana). Depois de cantarmos juntos, eu e meus colegas, fomos para casa com os versos do Renato Russo na cabeça..."É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã... Porque se você parar pra pensar, na verdade não há..."
Valeu Matheus e até a próxima. Vida longa à Orio Jah.
Abraços,
 
Edinho Silva

4 de nov de 2013

Paixões verdadeiras

Na semana passada publiquei na íntegra o post fragmentado abaixo no Baticumbum. Quer conhece-lo por inteiro?? Acessa lá www.baticumbum.com.br  - na coluna "Na arquibancada".



...Enquanto o atleta era recebido com a camiseta do novo clube, beijando o distintivo (aquelas coisas de paixão fugaz), EU recebia meus amigos com um caloroso abraço e a promessa de algumas Polar, churrasco e muito samba. O jogador dirigia-se para o estádio, onde daria uma entrevista coletiva. E nós para minha "humilde residência". Por alguns momentos ficamos observando a empolgação das pessoas, os "famosos beijos" no simbolo do time. O que um time tem de mais sagrado. Mais ou menos parecido com um pavilhão de uma escola de samba.

Falando em samba, a mulher do meu amigo, perguntou se aachava que a demonstração de afeto do atleta era sincera, de coração. Seu marido, corintiano roxo, participante atento da conversa disparou uma pergunta que não soube responder. Perguntou ele: "Quando os destaques de Carnaval do Sul, trocam de escola (alguns ao final do desfile, inclusive) ou em meio à temporada, também distribuem juras de amor à nova escola como em outras capitais?? E a fidelidade, onde fica?? Pergunta o cara. Não soube responder. ..

Boa leitura. Abraços, Edinho Silva

31 de out de 2013

Improviso do bem




                 O alemão Vilmar é um especialista em driblar adversidades em nome da animação e uma boa batucada. O cara é bom de surdo, de piada e de Arlindo Cruz. Por que?? Simples. Engoliu 2 discos de vinil, 4 cds e dois dvds do ex-parceiro do Sombrinha. Numa roda de samba pediu Arlindinho, o Vilmar salta da cadeira e "abre o bico" a cantar.
                 No último final de semana, numa apresentação de gala, o alemão e seus parceiros iriam comemorar o quinto aniversário de seu regional "Os moleques de pileque", um time de muito samba de raiz. Chegou o Zezão do cavaco, o Pitoco do violão, Zaqueu do pandeiro, o Batista da percussão geral e o Vilmar, com o seu "Contemporânea" bem afinadinho. Ajustados os instrumentos e microfones minutos antes de começar o sambão, o alemão Vilmar percebeu que seu surdo balançava.  Isto mesmo, pois estava sem o apoio das partes que sustentam o instrumento. Geralmente os músicos colocam pedaços de esponja no "pé" do apoio. E agora, o que fazer?? Não tem esponja. O cara não teve dúvidas. Olhou para os lados, tirou o casaco e os dois blusões que vestia fazendo uma "bola de lã" e ajustando na base do suporte. Pronto. O samba estava garantido.
                O bar lotado, os casais dançavam e sambavam, mas os mais atentos não tiravam o olho do tal ajuste (digo, gambiarra do samba). Uma moça, mais curiosa, perguntou ao Vilmar: "Moço, qual a razão de colocar os blusões no suporte do surdo?? O cara prontamente respondeu: "É simpatia, moça!! Pra dar sorte e vida longa ao samba". E seguiu cantando..."Não deixe o samba morrer..."
                É mole?? O Carlito Trovão jura que é verdade. Eu não duvido, de nada!!       

29 de out de 2013

E a cultura popular não pára, em Porto Alegre



Depois da ABRH-RS ter trazido à Porto Alegre o talentoso  Paulo Barros, premiado carnavalesco carioca para discutir e propor reflexões sobre Gestão de pessoas, os festejados festivais de sambas enredos pelas escolas de Porto Alegre, os movimentos do deputado petista Paulo Ferreira em prol do Carnaval do RS, surge a iniciativa da Faculdade Monteiro Lobato  de propor seminário de dois dias para refletir a maior festa da cultura popular.
Vai perder?? Os painelistas, assim como os mediadores, são verdadeiros destaques na avenida.
Vamos?? O convite tá feito. Lembram de Sócrates?? "Só sei que nada sei"?? Então vamos, ora.

Já que o assunto é cultura popular. Que tal conversarmos numa roda de amigos, com bebida gelada num Puro Astrhal??




                 O conceito sobre cultura pode ser muito subjetivo. Ou como afirmam alguns, muito pessoal. Como são os narizes das pessoas e os CPFs. Enfim...para conversar sobre cultura não há necessidade de conhecer profundamente as obras de um artista plástico brasileiro, ou as peças de Villalobos, ou a poesia de Drummond, talvez a leitura de algum livro do João Ubaldo Ribeiro. Basta termos humildade de aprendizado, sutileza nos ensinamentos e generosidades em compartilhar todo o conhecimento que cruza nossos olhos e ouvidos.
                 E é assim quando converso com jovens como Juliano Barcelos (Grupo Puro Asthral) sobre samba e esportes coletivos; com a Karol Venturela e a MPB tocando nos Ipods da juventude, ou com o Luiz Palmeira (o professor eclético de violão) quando conversamos sobre Música Brasileira de todas as ordens. Com o artista plástico argentino, Ramon Alejandro e suas paixões pelo Brasil e suas negritudes. Falar de cultura me remete a discutir com meu colega Juarez Alves sobre a influência do folclore andino na música gaúcha. É conversar com meu sogro, Carlão e seu jeito polêmico de contestar as afirmações banais de ver e viver cultura. Trocar conceitos com meu amigo filósofo João Paulo Silveira. Produzir meu programa de rádio de todos os domingos. Escrever e oferecer aos leitores da coluna "Na arquibancada" do Baticumbum e "tentar caprichar" nas linhas expostas.
                Na minha modesta opinião, a construção do Capital Cultural começa por uma concentração de pessoas amigas, interesses em comum e distantes de preconceitos e pré-julgamentos, num ambiente agradável. Poderia ser numa casa de chá, ou ouvindo bolero num boteco, ou quem sabe passeando numa praça. E se for num bar descolado, ao som de um samba bacana junto a pessoas agradáveis?? Melhor ainda. Então, seguinte...independente do conceito de cultura popular que possa ter,  agrega-te aos Amigos da Cultura Popular liderados pela Vera Daisy Barcelos e nos acompanha numa  segunda-feira inesquecível.
              Vamoooo?? Eu vou!!

Edinho Silva   

28 de out de 2013

Os reis também choram


            Eu ainda era criança quando o Roberto Carlos - o Rei (?) cantava e dizia..."Eu quero ter um milhão de amigos e bem mais forte poder cantar...". Acho que, ELE queria mesmo é investir em quem comprasse seus discos, comparecesse aos seus shows, viajassem nos Cruzeiros e coisas parecidas.
            Pois, chegou o FACEBOOK uma ferramenta de aproximar as pessoas mais distantes, proporcionar reencontros, manifestações e tudo mais. Por ocasião, da comemoração do aniversário da Batucada do Armazém, no último dia 27/10/2013  realizada no Clube Silêncio, uma bela casa noturna da Cidade Baixa, que nos recebeu de uma forma simpática, acolhedora e muito respeitosamente  no domingo acionei todos mecanismos de comunicação que dispunha para arregimentar uma galera significativa para o evento. Fiz material gráfico, boca a boca, nossos amigos da imprensa, da coluna de samba e Carnaval mais lida do Estado - Chora cavaco colaboraram e anunciaram na coluna do Diarinho, os blogs de Carnaval BATICUMBUM e o Setor 1,  contribuiram igualmente, anunciei no meu programa de rádio e no armazemdoseubrasil.blogspot.com. Só faltavam as redes sociais. Sim, acreditem o facebook da Batucada possui 4.969 amigos no tal "Facis", como diria o Mussum. Todos os dias chegam inúmeros convites para novas amizades. A estes enviei, exatos 4.382 convites para o evento. O Volnei, a liderança do grupo possui 835 amigos. O Fabio Ananias outros 1.108 amigos. O Roberto Nascimento, 2.148 amigos. O Rogério Sete cordas, o do violão, possui 288 amigos. Eu, Edinho Silva, 606 amigos. O Mauro Peixoto, 653 amigos. O mailing da casa atinge os 8.000 endereços. Conseguiram contabilizar quantas pessoas envolvidas nos contatos?? Não?? Nem eu. Não vale a pena somar.
            Por que toda esta resenha?? Simples. Frustração e tristeza. Depois de 6 meses de negociação com o Arthur, do Silêncio, para que uma festa de samba de raiz ou partido alto (ou de verdade, como queiram??) ser incluído na disputadíssima agenda do bar, uma oportunidade legal para os ritmos brasileiros gradativamente retomar seus espaços na Cidade Baixa contabilizar um pouco mais de 15 pessoas. É muito pra minha cabeça!!! Uma sonorização muito boa, lustre luxuoso, cortina requintada, bebidas geladas, segurança de primeira, banheiros limpos, mesas e cadeiras confortáveis. Tudo para favorecer uma boa festa. Meses e meses de ensaios dos grupos. Ufa...às vezes acho que a Alcione exagera um pouco, quando afirmou..."Não deixem o sambar morrer...". Chego a pensar que ELE, o samba poderia morrer numa noite como ontem, para num dia ensolarado como hoje, renascer melhor, diferente. Nas composições?? Não, nas posturas de quem o aprecia.
           Confesso. Eu não queria um milhão, 2.000 ou 500 pessoas presentes. Pretenciosamente, eu só queria uma parcela daqueles que postam convites, deixam recados, ou um pequeno grupo dos que fazem parte da legião que NAS REDES SOCIAIS (nas banais relações de redes sociais) e até mesmo daqueles que vivem de alguma forma convidando a Batucada para uma "canjinha" nos aniversários, nos batizados, nos galetos e sei lá aonde.
E os convites via redes sociais?? Nos poupem. Não vai na minha, não vou na tua. 
E aos fiéis e "confirmados" que compareceram puderam compartilhar muitos sambas legais, boas conversas e risadas. A estes, nas suas, parafraseando Sidnei Magal  "...me chama que eu vooouuuu!"...
Abraços,

Edinho Silva

22 de out de 2013

Terapia do tambor

              
             


 

                Um dos sambas que ficou chapado em minha cabeça era Caxambu, do Almir Guineto. Tinha um trecho muito legal que dizia o seguinte: "...o tambor tá batendo pra valer, e na dança do jongo que eu quero vê...". Pois toda a vez que um tambor, um surdo, pandeiro, tarol ou outro instrumento de percussão é confusão geral. Na certa. Coisa bem boa, uma percussão bem pegada. Se o analista de Bagé, do Veríssimo conhecesse o poder do "bombo leguero", certamente dispensaria os joelhaços nos pacientes. Né, mesmo??
Abaixo uma transcrição do texto publicado no Baticumbum desta semana:

                 "Atualmente, Porto Alegre seguindo uma tendencia que cresce no Brasil recebe o ressurgimento dos blocos de rua e cordões de sociedades e clubes. A função rola nos parques das cidades e agrega pessoas de diferentes origens. Eu já fiz a minha opção. Fui convidado para integrar a ZIRIGUIDUM Batucada Social Clube e, juntamente com professores, profissionais liberais, policiais, academicos, estudantes, donas de casa, funcionários públicos, pessoas comuns acionarmos nossos "brinquedos percussivos" e tomar as ruas num clima de euforia e descontração. Confesso que minha coordenação motora não ajuda muito, mas a paciencia dos mestres Márcio e Luiz Jaka favorecem muito o aprendizado. Acrescido com os demais parceiros das cordas do bloco a energia que rola é sempre garantida.

                  Sabem a endorfina liberada depois de um treino puxado na academia, ou uma reconfortante sessão de terapia?? Participar de qualquer função próxima a uma batucada tem a mesma função que um cartão de crédito, simplesmente NÃO TEM PREÇO. Meu carinho e respeito a todos os mestres de bateria do Brasil e, principalmente, aos da tribo - a dupla de Sandro Gravador e Brinco, Chiquinho, Biscui, Aruanda Jr, Boneco, Estevão, Guto e todos aqueles que não foram lembrados e que de alguma forma são os responsáveis pela alegria, descontração e energia nas quadras, ruas e avenidas. Simples. Arrebenta, bateriaaaaa!!  "
 
Quer conhecer as outras partes do texto?? Acessa www.baticumbum.com.br     

O SAMBA QUENTE da Zona Norte



 

            Ainda adolescente, conheci um sujeito pra lá de especial. Seu nome? Manoel Jeronimo.Seu apelido?? Nego Lon. Gostávamos de coisas em comum. Uma boa disputa de futsal, um bom churrasco e um sambinha de qualidade. Quando o conheci era um sujeito alto e franzino. O tempo foi passando e seu interesse por atividades físicas aumentou e com isso sua simpatia por ferros e halteres da academia aumentou. Resultado: Ganhou uma massa muscular bacana.

            E o samba onde entra na história?? Na companhia dos seus irmãos, Dadinho (já falecido) e do Maurinho, integravam a bateria da União da Vila do IAPI. Suas irmãs, Zete e Neca também gostavam muito de uma boa roda de samba. E o resultado disso refletiria direto no Marcelo Leandro, neto mais velho, do seu Osvaldo e da Dona Juraci. Moradores da Vila Floresta, a família Fraga da Rosa, mantinha a casa sempre muito agitada cercada de amigos ao som de muita batucada. E nesse clima foi concebido o grupo Samba Quente.

            Dentre as muitas situações que vivenciei perto deste "povo", destaco uma comemoração de aniversário realizada por lá. A anfitriã, dona Jura, mãe do Lon, já atingida pela diabetes, mantinha o comando das panelas e da energia que rolava em sua casa. Comemorando seu aniversário, distribuía mocotó para alguns, churrasco para outros, salgadinhos e macarronada. Na parte dos fundos da casa, uma animada roda de samba. Na sala, a Black music pegava no som mecânico. Na cozinha, os sons se cruzavam e a tia Jura, apoiada numa cadeira (pois tinha tido uma perna amputada), sorria e sambava. Retrato da euforia e resistência, herdada pelo nego Lon.

             Através deste moço, pude me aproximar da Batucada do Iapi e de muitos outros sambistas da Zona Norte. Conheci Caco Rabelo, nego Isolino, alemão Charles e muito mais sambistas que circulavam pela Zona Norte e conviviam com o Samba Quente. Nos anos 90, o samba migrou para o Centro de Porto Alegre e explodiu as sextas-feiras com os sambas do El Bodegon e do Panela de Barro. Era muita gente sambando sob o ritmo do Samba Quente e da turma do nego Lon. Passado algum tempo, a vida não poupou o moço.Veio perdas irreparáveis de paredes e sérios problemas de saúde. Com muita força e perseverança enfrentou as agruras e a hemodiálise sucessiva. Constituiu família, gerou filhos e, inquieto, não se acomodava para alavancar e esquentar novamente a Zona Norte com muito samba de qualidade.

            E assim, driblando as flechas e lanças na sua direção, permanece apostando nas pessoas, nas relações, engolindo e digerindo "sapinhos" de todas as formas, valorizando o samba cantado pela marron Alcione..."Não deixe o samba morrer...não deixeo samba acabar" e como FÊNIX, ressurgindo das cinzas para recomeçar todos os dias, um novo dia com muito SAMBA ARDENTE, digo, quente na Zona Norte. Era isso.
           Com todos os defeitos de cada um de nós, conseguimos construir ao longo do tempo uma mistura de admiração, amizade e apreço. Simples. Edinho Silva
 
Da série – Grandes amigos do Armazém – "Um pouco da história do Nego Lon, do Samba Quente"
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 



 

21 de out de 2013

Meus presentes favoritos




               Sempre apreciei rabiscar frases, linhas, textos e coisas do gênero. Tornar pública a produção textual requer coragem e um pouco de audácia. Não é mole? Colocar no papel, jogar na internet, nossos pensamentos, nossos causos, inquietações, posicionar-se sobre assuntos diversos, pretensiosamente achar graça da vida nas pequenas ações. Enfim, "abrir a porteira" de nossa cabeça e "soltar o verbo" requer muito aprendizado.
              Tenho buscado este conhecimento diariamente seja nas conversas, nas aulas, nos textos,  em família, entre pessoas desconhecidas, no trabalho, revendo um filme, ouvindo uma música velha com um ouvido novo,  uma música nova com o ouvido velho e tantas outras coisas.
             Em 20 de outubro de 2010, tomei coragem e tornei público um projeto pessoal: o Armazém do seu Brasil - o boteco virtual, com seus personagens imaginários, histórias verdadeiras com o merecido sigilo, informação, cultura, canal de divulgação e promoção de samba, eventos, as coisas dos amigos, de tendências e acima de tudo, de reflexão deste "mundão". Contando com 125 seguidores, 18.426 acessos, centenas de ouvintes e alguns produtos de sucesso como a Batucada do Armazém e o programa de rádio web (www.radioestacaoweb.com - todos os domingos, das 13h às 15h), por exemplo, o blog permitiu manter vivo o sonho de torna-lo material gráfico que possa estar ao alcance de um grande número de pessoas. Doideira?? Não creio, afinal consegui atingir marcas nunca antes imaginadas, conhecer locais e pessoas fora de minhas rotinas. Enfim, o Armazém do seu Brasil mexeu com a vida do Edinho Silva.
              Se um dia falo e escrevo sobre uma situação cotidiana como o comportamento humano, num outro presto homenagem a algum anônimo que cruzou meu caminho. E dos famosos, eu não falo?? É óbvio que sim.
            Ao acessar o computador no dia de hoje, 21/10/2013 - aniversário da minha filhota Kaká, visualizei as inúmeras manifestações de aniversário que recebi no facebook. Em verdade, minha data de nascimento é 19/12 e não 20/10. A manutenção da data nas redes sociais integra um conjunto de ações para promover e alavancar, ainda mais o número de seguidores, ouvintes e leitores do blog. Então minhas amigas e amigos MEU MUITO OBRIGADO pelas manifestações e anuncio atualmente, meus presentes favoritos (na linha do aniversário de "mentirinha"). Gostaria de obter mais seguidores, mais leitores, mais ouvintes e que possamos juntos multiplicar todos estes números.
            Meu carinho a todos e os aguardo dia 27/10/2013 - domingo, a partir das 18h, no clube Silêncio - João Alfredo, 449 - Cidade Baixa.

Edinho Silva - Armazém do seu Brasil - ano III

18 de out de 2013

E o Sócrates, onde anda??



 
 
Um pouco de filosofia em nossas vidas não faz mal a ninguém. Leia com atenção o texto abaixo:

"Pois então, quando ouvi pela primeira vez a expressão "Só sei que nada sei", frase atribuida a Sócrates, o filósofo grego, nascido em Atenas, provavelmente no ano de 470 aC, considerado pelos seus contemporâneos um dos homens mais sábios e inteligentes, achei um certo exagero. Ora bolas, como encarar a vida assim. Se estudei, segui orientações, agi com disciplina, fui testado com experimentações e situações que antes não dominava e acabei me saindo bem, depois de algum empenho. Como explica-se não saber nada então??

Simples. Não sabia mesmo. Depois de percorrrer os mais diferentes ensaios de Carnaval e quadras da Cidade. Ouvir o Dodô cantar os sambas nos Acadêmicos, me embalar com a empolgação do Jajá (suas máscaras e assemelhados na Praiana), as manifestações alegres e descompromissadas das tribos de Porto Alegre (os Tapuias, Comanches, Guaianazes, Navajos) e apreciar os movimentos no Força e Luz, com os Bambas, os Imperadores vibrando com o Povo meu um belo dia, cercado por cervejas geladas e um animado papo com amigos intimamente ligados ao Carnaval resolvi "dar um pitaco" sobre Carnaval, os resultados e atuação dos jurados (julgadores)."

Quer continuar a leitura?? Acessa www.baticumbum.com.br Todas as sextas-feiras, na Coluna "Na arquibancada". Chega lá

7 de out de 2013

E se nós mudássemos o horário?? Voces iriam??





 
 
Quem tem medo de fuso horário?
Isso mesmo, após as mudanças em razão das obras da Copa o MP/RS está pensando em sugerir que os carnavalescos e foliões providenciem isolamento acústico (Padrão Fifa?) ou modifiquem seus horários de funcionamento. Que bacana, né?? Passo por aquele trecho rotineiramente e não lembro de avistar prédios ou residências próximas dos locais citados.

Ainda adolescente, lá pelos anos de 1976 e 1977, era acordado nas madrugadas pela voz inconfundível e talentosa da Maria Helena Montier ou do inesquecível Meneca. Os imperadores do samba, nesta época, moravam na Carlos Barbosa e a Unidos do Umbú, na rua Cuiabá, ambos próximos ao Estadio Olímpico Monumental. Era coisa bem boa dormir embalado por sambas enredos.

Embora concorde que, alguns dirigentes(?) carnavalescos exagerem na dose quando locam seus espaços a produtores e promotores de festas particulares de grande porte, não consigo imaginar todos estes espaços transferindo-se para a FREE WAY ou para o Lami, até algum local ainda mais distante. Coisa doida. E o valioso pedaço de cidade que se transformará o local depois das obras, fica na mão de quem?? Lembram da mudança de endereço do centenário Floresta Aurora?? Sabem onde ELE anda agora??

Uma das alternativas seria iniciar mais cedo as atividades culturais. Pois, sugiro que idealizamos os eventos e nos organizemos para as funções a partir das 10h da manhã até às 22h da noite, conforme fica estabelecido a Lei do Silencio. Mudemos os hábitos culturais, ora bolas. E os decibéis?? Não é problema dos incomodados. Simples. Som na caixa em novos horários.

texto publicado integralmente no Baticumbum (blog de Carnaval da Alice Mendes). Confere lá..www.baticumbum.com.br

22 de set de 2013

Os pecados capitais de todos nós



O texto abaixo é mais uma postagem de minha coluna "Na arquibancada", do Baticumbum (todas as sextas-feiras - www.baticumbum.com.br). Confere:

Descendo da arquibancada para comentar os sete pecados capitais. Certamente, algum premiado carnavalesco ou escola “de ponta” já deve ter apresentado tal tema, mas decidi agora nestas oportunidades oferecidas pelo Baticumbum compartilhar minhas impressões. Por que não fiz antes? Deu preguiça, oras. 

Passemos às reflexões... Enquanto muitos artistas do samba, passistas, mulatas, portas bandeiras, mestres salas e tantos outros destaques que passam um ano inteiro de privações – cuidados com a forma física e o corpo, por exemplo -, há uma parcela significativa de carnavalescos que, literalmente, “enchem o balde” e entregam-se às delicias da boa mesa. O que seria isso? 

Digamos que, em muitos casos, um apelo à gula. Isso mesmo. Há um momento social na vida das pessoas em que é preciso selecionar os eventos. O que isto significa? Priorizar ou moderar “na pegada”. Ou seria garfada? Se temos 3 jantares com samba na noite, devemos comparecer a todos os compromissos, porém a “comilança” deve ser apenas num. Por que? Simples. Olha a gula chegando, aí gente!!

Os figurinos do enredo são apresentados e alguns apresentam um estilo muito recatado. O que fazer se a mulata quer valorizar o corpo? Correr e procurar o estilista/figurinista e reformular o modelito. A moça chega dizendo - “Precisamos evidenciar o corpinho que Papai do céu me deu!”. 

Quer conhecer o o final do texto?? Acessa e conhece o Baticumbum - www.baticumbum.com.br  o blog de carnaval de Porto Alegre.

15 de set de 2013

Com que roupa eu vou para uma conversa de botequim?



Queridos vamos aos testes de conhecimentos gerais sobre o samba?
"Cada vez mais ligado à música e deixando os estudos de lado,  levou oito anos para completar o ginasial, pré-requisito para ingressar na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, como desejava sua família. Em 1931, chegou a entrar no curso, mas, seis meses depois, abandonou de vez os jalecos e bisturis. Numa época em que não havia parcerias inter-raciais na música brasileira, compôs com Ismael Silva e Cartola. Morreu jovem, aos 26 anos, nos deixando um admirável acervo de aproximadamente, 250 composições, destacando-se entre elas o samba "Com que roupa eu vou?". Sabem de quem eu falo? O grande Noel Rosa - o homenageado do mês no Armazém do seu Brasil.
Venha conferir a produção e a ousada seleção musical preparada que traz da Elizeth Cardoso, Araci de Almeida, Luiz Melodia, Beth Carvalho e muito mais.
Quando? domingo,15/09/2013, das 13h às 15h.
Onde? www.radioestacaoweb.com  

Deliciem-se,sambem,cantem e contribuam na meta dos 500 ouvintes. Estamos pertos, hein??

Bom domingo a todos.
Beijos e carinhos,  Edinho Silva