13 de nov. de 2015

Quando sonhamos sozinhos é apenas um SONHO. Quando sonhamos de forma coletiva, VIRA REALIDADE...

                
                 A letra do samba que "...um mundo com mais educação, pode garantir um futuro melhor..." Diz ainda que "...Cultura, igualdade, liberdade no direito de ir e vir...meu respeito ao Instituto Federal, minha ciência por você é comprovada..." Eu concordo com o carnavalesco.
               Diariamente percorro aproximadamente 60km em busca de conhecimentos, novas vivências, troca de saberes, energias, boas piadas, novos desafios, alguns desapontamentos, enfim, movimentando a "rota pessoal de cultura". Estou me referindo aos meus estudos sobre lazer e desporto que realizo com meus colegas e professores no IFRS/Restinga. Isto mesmo, de "boca bem cheia" anuncio aos quatro ventos minha satisfação em ser um dos alunos da primeira turma de Gestão Desportiva e Lazer, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul.
                 Participando de um grupo heterogêneo de alunos que mescla experientes de 18 e jovens de 67 anos, docentes de alto nível acadêmico que desfilam teóricos clássicos e contemporâneos, em debates constantes de discussões que, em muitas vezes contrariam minhas posições pessoais, porém provocam e desafiam a que eu busque aprofundar meus conhecimentos para "ou reforçar meu ponto de vista ou revê-los". Discutir o direito constitucional ao lazer sob os mais diferentes aspectos.                
               Refletir sobre a concentração do poder, show bussines e os investimentos no esporte de alto rendimento. E num segundo momento ter acesso a Projetos de Pesquisa e Extensão, Projetos Sociais e à realidades e discussões com temas como vulnerabilidade social, econômica, física, emocional e por que não conceitual?? O acolhimento dos servidores da Instituição, a atenção da galera da Biblioteca, a conversa franca com os docentes, circular pelos corredores e "esbarrar" no Diretor e no Diretor de Ensino e o DESAFIO MAIOR de buscar uma qualificação acadêmica Superior numa Instituição de Ensino Federal numa Comunidade de Porto Alegre, de fato não tem preço!!
Perdoem, meus amigos diletos...e sem entrar no mérito de bandeiras partidárias, mas não posso deixar de VIBRAR com a iniciativa das Políticas Públicas de Educação dos últimos tempos. CURSO SUPERIOR na "TINGA" é TUDO!!! 
              Precisa dizer mais?? Precisa...FELICIDADES, IFRS/RESTINGA e que venha mais 45 anos de vida plena, formando cada vez mais acadêmicos e qualificando através do "grande caldeirão" de saberes que são suas salas de aula.
           Que a União da Tinga, a segunda escola de samba do bairro, e forte ferramenta de cultura popular local possa ter toda a luminosidade na avenida como nós temos em sala de aula.
#toorgulhosodemais

Edinho Silva - acadêmico de Gestão Desportiva e de Lazer e Presidente do CAGEL

https://www.youtube.com/watch?v=_L62YOyn9FY#t=382

10 de nov. de 2015

Afinal, "Santo de Casa faz milagre" ou não?? Com a palavra o produtor Luis Fernando Silva




As andanças próximas à música popular brasileira (ou Música Pra Pular Brasileira, como chamava um Projeto de Verão do pagodeiro universitário Guilherme Alf, do Na  moral...lembram??) me apresentaram o Luis Fernando Silva. Produtor artístico e "agitador cultural" que à época trabalhava na Produtora Nova Hera, do saudoso Paulo César. Numa festa conhecida como o Revellion da Rádio Cidade FM, quando os melhores grupos daquele momento reuniram-se na quadra dos Imperadores para celebrar com o público o melhor do samba da época nossa apresentação foi ampliando-se.
Como nos dias atuais, a cena artística do RS não era muito diferente. Muitas bandas, inúmeros artistas, gente que brilhava, outros pensavam que brilhavam. Alguns ofuscavam, outros reclamavam. Os do "Centro do País", como ainda acontece nos dias de hoje eram os "queridinhos" e lotavam as casas locais. E quando tocavam os NOSSOS para NOSSA Gente?? O crítico público da terrinha torcia o nariz. Era preciso passar uma temporada em São Paulo, por exemplo, para retornar com uma chamada de "atração nacional"?? Parece engraçado, mas é a pura verdade. Era necessário "carimbar" o passaporte em alguma apresentação para depois voltar aos palcos gaúchos.
Pois, o inquieto Luis Fernando,  perseverante como poucos,  insistia em realizar um Projeto Musical que oportunizasse os grupos novos na cena e contemplasse os que de alguma forma haviam marcado a história da música do RS. Em meio aos seus pen drives, discos e pensamentos teve uma idéia luminosa: "Por que não lançar o volume 4 da Coletânea Sul, Samba & Swing?" Compartilhou seu sonho com várias pessoas e, entre elas, comigo. O Edinho Silva, do Armazém do seu Brasil. Completamente atarefado (como sempre) não pude contribuir com a intensidade que desejava, porém, queria colaborar de alguma forma. E assim, fui rabiscando o texto intitulado "Santo de casa faz milagre sim!!" para ilustrar a contracapa do cd.  Como referi em postagem anterior http://armazemdoseubrasil.blogspot.com.br/2015/10/o-criador-ta-olhando-hein.html o tão aguardado dia chegaria. E chegou. Com um simpático sol, delegações vindas do Interior do Estado para prestigiar o lançamento do disco, curtir seu grupo afetivo e sambar muito ia aproximando-se próximo à quadra da Saldanha. Infelizmente, por normas do anfitrião ou problemas na comunicação, foram identificadas algumas situações de desconforto, pois algumas pessoas não puderam acessar os espaços da Banda da Saldanha, mesmo tendo viajado muitos quilômetros para chegar até Porto Alegre. Isto "ofuscou" o brilho da festa?? Que nada!! Na companhia do Diego Cimirro, o responsável pelo backstage do evento pude conhecer um pouco da história do Saulo Marques, do colorado "seu Saraiva" que com sua família e amigos não via a hora de ingressar na Saldanha e "largar" a costela bovina da Fronteira nas brasas. Conheci também uma parte do grupo Nosso Stylo. E como sempre, o "eletrizante e competente" Paulinho Boy - o produtor mor de palco, nos acompanhava no acolhimento aos convidados do Interior. A hora foi passando e logo em seguida, com a chegada do Sérgio, representando a Banda da Saldanha, juntamente com a atenciosa galera da segurança e os demais integrantes da "fábrica de entretenimento popular" que transformou-se a Banda da Saldanha originalmente, criada pelo Pedro Diogo e de forma talentosa conduzida pelo Dioguinho. Reencontrei pessoas que não via há muito tempo. Por exemplo, o atencioso comunicador Paulo Vidal, uma das vozes marcantes da inesquecível Rádio Metro, que faria a apresentação das atrações do dia. O Bi Fernando, que atuaria na coordenação do palco com toda sua larga experiência na área da produção. Conheci gente também. O Serginho, primo do Luis Fernando, que apoiou o grupo que coordenava o acesso dos convidados da "festança".
Por conta de outros compromissos pessoais não consegui acompanhar o desenrolar da festa e conferir de perto a performance dos Medinas & Cia, com o seleto desfile de clássicos imortalizados na voz do pai. O reencontro no palco, do Odir e do Vidal (putz, que saudades!! De algum lugar o Roxo e o Delmar Barbosa estava rindo à toa!!!). Não consegui assistir a apresentação do meu bruxo Juliano Barcelos sendo acompanhado pelo cavaco do Alemão Charles (registro que onde vejo Alemão e o Reloginho do pandeiro do Sambeabá, lembro com saudades do Dadinho do Samba Quente). Não pude abraçar e cumprimentar o Matheus Santos pela força com que defende os sambistas locais em termos de divulgação. Não pude aplaudir o amigo do seu Saraiva, Saulo Marques. E direto do Alegrete o estiloso Nosso Stylo. Os Sambavox e os Arteiros. E meus conterrâneos, Dhamballá?? Terei que ir até os Zíngaros para conferir de perto. Não esqueci dos parceiros do Lua Cheia, de Pelotas. Quem me encontrou pela manhã conseguiu perceber minha homenagem ao swing da "princesa" Pelotas. Vestia uma camiseta do Xavante, bem no estilo do Seu João do Armazém. Faltou alguém?? Muita gente, porém registro meu pesar em não ter acompanhado o Dequinho na companhia do metal do Pastel.
Repetindo a pergunta: Faltou citar alguém?? Sim. O Diretor Executivo Junior Santanna da Silva, o Juninho da Reversos. Filho mais velho do Luis Fernando. Como podem perceber, possivelmente a função foi um sucesso porque foi selada por familiares e amigos. Conheci também o Edison Da Rosa Moncorvo (da Invoga).
Quais serão os próximos passos?? Acredito que outras festas de lançamento. Um passarinho me contou que a agenda é a seguinte: dia 28 de novembro em Bagé, dia 12 de dezembro em Livramento, dia 19 de dezembro em Porto Alegre, janeiro e fevereiro na praia. É isso, Luis Fernando??
Por favor...me respondam honestamente: "Santo de casa faz ou não milagres??"
Parabéns a todos envolvidos e até breve.

Edinho Silva

Em tempo: Quer conhecer o texto citado "Santo de casa faz milagre"?? Adquire o disco e te delicia com o repertório escalado.

4 de nov. de 2015

Aniversário do Porto Boteco Alegre - O Sombrinha prometeu fazer até o "Laçador" sambar



             De fato o tempo voa. Parece que foi ontem. Éramos todos jovens. Uns mais, outros nem tanto. Enfim, um "sambinha bacana" nos aproximava. Os caras haviam vencido a etapa Pagode do Chance do Diarinho. Isto mesmo!! O Cantakgente, um grupo de guri de apartamento misturado com uma galera de peso da Tinga (que atuava como banda de apoio) era o que bastava para explodir as noites do Cord com seu Pagode Universitário. 
             Em 2014, o grupo já não existia mais. Muita água rolou sob a ponte e as boas lembranças e amizades são as coisas mais bacanas que restaram. Em especial, o Fernando Maeda, sujeito de poucas palavras e muitas ações e o Rodrigo Bronquinha - um "sobrinho", afilhado, amigo, confidente...sei lá como tratar me proporcionaram uma surpresa bastante agradável - o tal Porto Boteco Alegre.
          Lembro que, quando comentavam sobre a idéia do nome e proposta cultural do bar, nossa conversa parecia uma reunião de uma agitada agência de publicidade. Era idéia de todos os lados. Só EU desembarquei com dois cardápios prontos, algumas sugestões de programação, folders de espaços culturais da Cidade. Verdadeira loucura. Acompanhava tudo de perto. Vi os caras subir no telhado, lixar paredes, negociar com fornecedores, bandas, fazer contatos com os clientes. A ousadia os forçou a fornecer almoço. Aliás, já experimentaram o rodízio de A la minuta do Porto Boteco Alegre?? Até o Laçador fica com água na boca.
            A seguir veio o desafio do conceito de "o novo espaço de samba da Cidade". Erros, acertos, os melhores sambistas, outros nem tantos, uma banda, duas ou três bandas, atração local, numa outra oportunidade atração nacional. Enfim, o Porto Boteco Alegre lentamente iria "escrevendo" seu nome na cena sambista da Capital. Nos dias 21 e Bronquinha, com o Laino e a equipe na retaguarda foram buscar o emblemático sambista carioca com nome de ator americano. Ninguém menos do que SOMBRINHA, direto do Rio de Janeiro, dos áureos tempos de Fundo de Quintal e da dupla formada com Arlindo Cruz.
            Quando a notícia ganhou as ruas, o telefone do bar não parou mais de tocar. Coisa boa, não?? E para provar que todo dia é DIA DE SAMBA no Porto Boteco Alegre e que "...é sempre assim...tem noites que não sei o que é dormir...é hora de toda a tristeza se acabar!!". Não pensa muito. Te joga no samba. A noite promete e para não comprometer o atendimento seleto de todas as noites, os ingressos são limitados.
             Vamo?? Eu vou......\0/\0/\0/\0/\0/


https://www.youtube.com/watch?v=hpvs2f3Hc28&index=3&list=RDAaYyVFTxuls

3 de nov. de 2015

Por que não usar uma "Bonder"? - Handebol na UFRGS em alta




              Há mais ou menos 3 anos venho acompanhando o handebol universitário na UFRGS. Quem me apresentou ao desporto foi o acadêmico, futuro educador físico, atleta(?), conhecedor das manhas do esporte, "inflexível" e estudioso Guilherme Caporal. Após acompanhar a performance das equipes masculina e feminina da UFRGS em competições como a Copa Unisinos, JUGs, Competições locais e estaduais e principalmente, nas duas edições dos JUBs 2014 e 2015 pude perceber por que tanta gente gosta de jogar o esporte da bolada pequena e cola nas mãos.
        Na edição de 2014 dos JUBs, em Aracajú/SE,  NOSSA equipe enfrentou algumas adversidades.A forte temperatura, o modelo de bola e algumas situações delicadas no comando da arbitragem dos jogos reforçaram a força das equipes adversárias para as coisas complicarem. Felizmente, um coletivo de garra e fibra que enfrenta desafios como a Copa Mercosul, na Cidade de Santa Maria - um dos redutos do handebol gaúcho - com a cabeça no alto, os pés firmes na quadra e a pontaria afiada na goleira adversária, não deixaria "barata" a derrota no certame universitário nacional. Não deu outra. A equipe masculina que representou o RS deixou sua marca na cidade sergipana. Na quadra, nos treinos, nas areias e no quiosque especializado em feijão tropeiro. Tudo na maior harmonia e afinidade.
              Chegou 2015 e com ele uma agenda lotada de compromissos. Destaco os JUGs 2015 - a fase classifcatória para os JUBs. A edição deste ano aconteceu na cidade de Pelotas, na adocicada e energética capital mundial do DOCE. Fui escalado para acompanhar as delegações de Basquete, Xadrez e Handebol da UFRGS. E a Competição como foi?? Alguma doçura?? Nada. Confrontos de altíssimo nível técnico. No Xadrez, não tivemos muito sucesso, porém nas modalidades de Basquete e Handebol, ambos masculino, fomos disputar as partidas finais com as competentes equipes da UFPEL. As equipes da FEEVALE encostando no pára-choque traseiro dos finalistas.
         Particularmente, na viagem de ida já percebia o alto astral que habitava o grupo. Jovens acadêmicos animados pela tarefa de representar a Universidade e conviver entre amigos, transformavam o barulhento ônibus em verdadeiro transporte coletivo de seminaristas, quando algum recado importante seria dado ou alguma manifestação motivadora seria compartilhada. Da "nega maluca" e de um outro bolo que não lembro aos sucos e goles quentes de chimarrão que rodavam no ônibus tudo era sinônimo de parceria. Em Pelotas, repetiam-se a solidariedade e companheirismo. Nas quadras, na pizzaria e na fábrica de doces (direto da escola confeiteira de Portugal). Resultado de tudo isso?? Nosso time masculino classificado para o JUBs 2015, em Uberlândia/MG.
           Para atender as duas demandas - Copa Unisinos e JUBs o grupo foi fragmentado. Em São Leopoldo, uma representação guerreira.  Literalmente, transpirando sangue na quadra. E nas terras mineiras como foi nosso desempenho?? Infelizmente, não ocorreu o que esperávamos. Algumas lesões antes do embarque, outras durante a Competição o que não impediu de repetirmos o desempenho da edição anterior. Permanecemos na divisão que disputamos no ano passado e mostramos  que no RS se joga HANDEBOL. E muito!! E a cola nas mãos e na bola?? Não fica "pra sempre". Sai com gelo ou esfregando na sola do tênis.
             E os doces de Uberlândia?? Os de Pelotas são infinitamente melhores.
                 Eu gostei muito da parceria....

Edinho Silva     

2 de nov. de 2015

Papel higienico; o melhor amigo do Homem




            O famoso e bem sucedido arquiteto gaúcho João Guilherme Silveira participava de um Congresso Nacional sobre "Decoração de interiores", em Aracajú/Sergipe quando foi surpreendido por uma situação inusitada.
           O evento que durou 10 dias tinha uma variada proposta de temas e uma agitada "agenda gastronômica" na programação cultural. Um verdadeiro desfile de comidas típicas e temperos exóticos da região. Rolava de tudo. Da feijoada mariscada até o cuscuz com carne de sol.
           Ao chegar no Hotel, após a farta janta, de forma apressada foi direto ao banheiro do seu quarto "depositar suas lembrancinhas" que fizeram  sua barriga roncar por breves minutos. Suando frio, relaxou "sujando toda a louça" do sanitário. Ao buscar o papel higiênico não encontrou "ninguém em casa". Putz!!! E agora, o que fazer?? Suando muito, conseguiu forças para chamar pelo celular seu amigo Huguinho que estava na recepção do hotel e às pressas veio lhe socorrrer. Resumo da ópera, como o arquiteto costuma dizer: "Por um detalhe não ficou com uma mancha em sua história".
            Coisas da vida e cada um cumprindo o seu "papel". Né, mesmo??

29 de out. de 2015

De SEGUNDA à CESTA - Basquete da UFRGS



                 Participar de um evento com a dimensão do JUBs por si só já é uma coisa muito bacana. Afinal, o que é um JUBs?? Jogos Universitários Brasileiros - Um grande evento universitário que ocorre anualmente, onde são disputadas diferentes modalidades esportivas (coletivas e individuais). A cada edição a CBDU, principal organizadora, juntamente com o Comitê Local e seus colaboradores "capricham" nos preparativos. Mínimos detalhes são considerados para que o desfecho seja o melhor possível. Delegações dos quatro cantos do Brasil reunidos nos mesmos espaços. A cidade e Estado Sede (um diferente em cada edição) para.
                Em 2015, a cidade mineira recebeu os Jogos e os atletas do RS (boa parte deles vinculados à UFRGS). No primeiro semestre, ocorrem a etapa regional (JUGs) de onde são conhecidos os representantes da etapa nacional. Repetindo outras edições, em 2015, o nível técnico da modalidade de Basquete, por exemplo, foi altíssimo. Os jogos ocorreram na cidade de Pelotas, acolhidos pela turma de professores e atletas da UFPEL. Na ocasião, ocorreram jogos eletrizantes culminados na vitória maior da equipe da UFRGS, dirigida pelo Leo Ximenes, um estudioso jovem técnico caracterizado pela discrição, ousadia e controle absoluto sobre seus atletas. Com sangue gaúcho lá de Santana de Livramento consegue "sacudir" sua turma apenas com um olhar.
               Mais uma vez, fui contemplado pelos colegas de trabalho a viajar e assessorar as equipes e os atletas da UFRGS (ano passado fui à Aracajú e este ano viajei à Uberlândia). Foi difícil?? Mais ou menos. Na condição de oficial dirigente, recebi muitas aulas dos mais experientes colaboradores da FUGE e pude conferir de perto a emoção e o entusiasmo das disputas com outras equipes. Outro dia, falo sobre as demais equipes que nos representaram. Prometo.
               Hoje falarei do Basquete da UFRGS. O atleta de handebol e treinador técnico do basquete feminino Paulo Morosino recebe o apoio da colega educadora física Patrícia Barbosa. Juntos, comandam as ágeis Coral, Salime, as Gabi, a Helô, a Iasmini e a  inquieta Pollyana. E assim, aos gritos motivacionais, abraços parceiros, xingamentos e sorrisos mantiveram-se na mesma Divisão e destaque conquistado em 2014.
             E os guris?? Putz. Turma pesada "de tão boa". O Gava no suporte ao Léo. A parceria dos Vinis. A voz alta do Diego. A versatilidade dos abridores de garrafa do Caco. Os Thiagos colocando velocidade nas jogadas. O Afonso na cobertura. O Gabriel Biju no rebote e o "quase" tresloucado do Rodrigo - eleito o estilo mais ousado dos JUGs na indumentária. Duvida?? Camisa de Vitor & Léo,  numa combinação com chinelos de dedo do seu Juca - o melhor vendedor de rapaduras da feira livre de Araguari. Cestas para todos os lados, acordes de violão na mesma intensidade, abraços, parcerias, compromissos firmados, bananas misturados com energéticos, roncos, flatulência, gelo no isopor micro. Vitórias e conquistas, esbarrando apenas na competente equipe carioca - a primeira colocada no certame e na modalidade. Assim resumo uma rápida e  marcante convivência. Da SEGUNDA Divisão para a principal categoria do desporto universitário entre CESTAS de 3 pontos. Será que aprendi alguma coisa sobre Basquete?? Claro que não...Fiz amigos e compartilhei energias. Valeu Basquete da URGUÊSSSSS!!!!

Edinho Silva

Em tempo: Enquanto estávamos em terras mineiras, uma outra parte do grupo seguia nos representando pelo experiente professor Mário Brauner e pelo nosso eficiente colega e fisioterapeuta Maxel apoiava nossa representação na COPA UNISINOS, em São Leopoldo.

24 de out. de 2015

Quer se movimentar com ritmos brasileiros?? Vem para a função da FIEP/RS




           O que podemos fazer para movimentar o esqueleto com ritmos, graça e energia?? Uma aula de dança com os amigos e ousados instrutores. Errei? Sim. Faltou anunciar a assinatura e a grife do evento. Sob o comando dos professores Fernando Saraiva (Delegado adjunto da FIEP) e Everton Deiques (Delegado regional da FIEP) e a coordenação do evento do professor MIKE (Coordenador de evento da FIEP) o Clube Caixeiros Viajantes irá ferver nos próximo dia 14/11, a partir das 9h.
          Do Batucalê do professor José Anchieta ao gingado do Sacode Brasil, do professor Jacaré os espaços acolherão as mais energéticas manifestações do fitness e dos ritmos do Estado, de diferentes instrutores. A certeza é única: Ninguém fica parado!
           Não perde tempo, a procura tá crescendo e as vagas são limitadas...quem correr vai se "mexer com ritmos".  Eu garanto...  
            Eu e a galera da FIEP esperamos todos, vocês!!
                
                Edinho Silva